conecte-se conosco


Política Nacional

Weintraub volta a criticar imprensa e usa termo “jornalismo prostituído”

Publicado

source
 Weintraub arrow-options
Agência Brasil

O ministro da Educação Abraham Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, criticou nesta sexta-feira (14) pelo Twitter o veículo jornalístico UOL. Ele utilizou o termo pejorativo jornaleco (que remete a um jornal de pouco valor informativo) e afirmou que era “calhordice” uma notícia publicada pelo site nesta quinta (13) que mostra que ele passou as férias na Disney. 

Leia também: Weintraub diz que crise no Enem 2019 é exagero de “militantes”

Weintraub diz que o site teria insinuado que ele não viaja dentro do próprio país, onde ele é ministro. Ele citou que em julho viajou para Santarém, no Pará, e relembrou o episódio em que discutiu com manifestantes na cidade. “Meus filhos pequenos foram cercados por militantes comunistas covardes em Santarém”, afirma.

“Depois os Frias [família que fundou a empresa da qual o UOL faz parte] alegam como injusta a imagem do ‘ jornalismo ’ deles ser prostituído”, escreveu o ministro da Educação em sua conta de Twitter.

Leia mais:  Comunicado oficial alerta servidores sobre protesto indígena na Esplanada

O veículo se posicionou sobre o depoimento de Weintraub , afirmando que “quem sugeriu viagens de férias para destinos nacionais foi o ministro Paulo Guedes, não o UOL , como informamos na reportagem”.

Leia também: Frota diz que 2019 teve pior Enem e ataca Weintraub: “Covarde, vagabundo”

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

Publicado

source
Wilson Wtizel arrow-options
Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

Leia também: Witzel viaja ao EUA para trocar técnicas de investigação e inteligência com FBI

Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

Leia mais:  Fachin quer que colegas julguem inquérito sobre fake news aberto por Toffoli

Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

Leia também: Witzel ouve vaias durante desfile e faz recuo estratégico

Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Nova aliança da direita com o centro pode decidir todas as votações da Câmara

Publicado

source
congresso arrow-options
Agência Brasil

Congresso Nacional

Um novo bloco partidário reunindo siglas da direita e do certo foi formado na Câmara dos Deputados . Participam formalmente da aliança 14 partidos, entre eles o PSL, MDB e PSDB, e 351 parlamentares. Totalizando 68% dos congressistas, o  número de participantes do bloco é suficiente para decidir sozinho o resultado de qualquer votação na Câmara, como aprovações de PEC e impeachment.

Leia também: Tabata Amaral diz que partidos são barreira da renovação da democracia

Participam do novo bloco da Câmara as siglas PSL, PL, PP, PSD, MDB, PSDB, Republicanos, DEM, Solidariedade, PTB, PROS, PSC, Avante e Patriota. Apesar dos partidos serem de direita e de centro, algumas das legendas negam se identificarem no antigo Centrão – primeira grande coligação partidária desde a redemocratização. 

O novo bloco, ainda não apelidado, não tem uma coesão de posicionamentos. Segundo os líderes partidários que compõem a aliança, o objetivo de sua criação é conseguir a participação desses partidos em comissões da Câmara, principalmente na de Orçamento. A formação do bloco foi protocolada antes do carnaval.

Leia mais:  Lava Jato mira familiares de Paulo Preto em operação contra lavagem de dinheiro

Leia também: Disputa pela CCJ na Câmara dos Deputados causa racha nos partidos do Centrão

O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o líder da nova aliança na Câmara . Ele afirmou, a Congresso em Foco, que “O bloco é harmônico, não tem cunho ideológico nem partidário. Nada impede que outros partidos venham se juntar a nós. Defendemos o orçamento impositivo e ele deve ser partilhado por todos os congressistas”.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana