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Subaru Forester segue competitivo em nova geração. Veja as impressões

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Subaru Forester mantém as características esportivas; sua marca registrada

A experiência da Subaru no WRC (Campeonato Mundial de Rali) sempre foi rápida e claramente transferida para os carros de rua. Assim, como quase todo Subaru, o novo Forester tem dirigibilidade acima da média – quase um hatch médio em corpo de SUV. Nesta quinta geração, ele adotou a plataforma SGP (Subaru Global Platform), que estreou no XV.

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Aqui, ela cresce três centímetros no comprimento (4,625 m), dois na largura (1,815 m) e três no entre-eixos (2,670 m). A altura quase não muda (-0,5 cm) No visual, novos para-choques, faróis full-LED com DRL e luzes de neblina com iluminação de curvas, além de novas saias laterais, rodas aro 18 e lanternas bipartidas.

Na cabine, as maiores novidades são a central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay e os alto-falantes da Harman/Kardon. As novas dimensões garantem uma maior sensação de amplitude, enquanto o porta-malas cresceu de 505 para 520 litros e agora conta com uma tampa motorizada. A posição de dirigir segue agradável e a visibilidade é boa graças às colunas estreitas e à grande área envidraçada.

O motor 2.0 boxer trabalha com uma transmissão CVT, o que pode não agradar a todos. Mas ela ao menos simula marchas – agora são sete, uma a mais que antes – daí as novas “relações”. Em comparação com o antigo Forester, o tradicional motor com cilindros contrapostos teve 80% das peças redesenhadas e consegui ficar 12 kg mais leve. Interessante também é a nova grade frontal ativa, que se abre ou se fecha conforme a velocidade e a temperatura dos líquidos de arrefecimento. Tudo isso aumentou a eficiência energética em 6%.

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Nosso contato com o SUV japonês foi curto e em circuito fechado, mas pudemos comprovar que continua afiado. Embora não seja mais ofertado com o antigo motor 2.0 turbinado de 240 cv e 35,7 kgfm, os 156 cv e 20 kgfm desse 2.0 naturalmente aspirado ainda resultam em arrancadas adequadas à pro-posta do carro. Ao volante, destacam-se o controle e o equilíbrio garantidos pela tração integral permanente – a vetorização de torque distribui a força entre as rodas para maior controle.

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O já conhecido sistema eletrônico SI-Drive ( Subaru Intelligent Drive) agora oferece os modos de condução Intelligent (prioriza conforto e consumo) e Sport (melhor desempenho), enquanto o X-Drive reúne os programas Snow/Dirt (terra/areia/cascalho), Snow/Mud (lama/barro) e Deep Snow/Mud, que interrompe o controle de torque para ajudar em terrenos mais difíceis. Falando nisso, o Subaru têm ângulos de entrada de 20,2º, de saída de 25,8º e vão livre de 22 cm. Não é um SUV raiz, mas aguenta bem algumas aventuras fora de estrada.

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Bom de rodar na cidade, o Subaru Forester está mais aventureiro

No bom pacote de segurança, destaque para o pacote semiautônomo EyeSight, que inclui sistema de frenagem pré-colisão, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), gerenciamento de aceleração pré-colisão, aviso de mudança involuntária de faixa, além de alertas de ziguezague, de pontos cegos e de partida do veículo à frente e frenagem automática em caso de colisão traseira. Outro recurso permite deixar a chave em casa ou dentro do carro e ter acesso a ele por meio de um código. Quanto vale o show? R$ 159.990 – ou R$ 169.990 equipado com EyeSight.


Ficha técnica:

Subaru Forester 2.0i-S EyeSight

Preço básico: R$ 159.990
Carro avaliado: R$ 169.990
Motor: quatro cilindros contrapostos (boxer) 2.0, 16V, injeção direta
Cilindrada: 1995 cm³
Combustível: gasolina
Potência: 156 cv a 6.000 rpm
Torque: 20 kgfm a 4.000 rpm
Câmbio: continuamente variável (CVT), sete marchas simuladas
Direção: elétrica
Suspensões: independente (d) e braço duplo oscilante (t)
Freios: discos ventilados (d/t)
Tração: integral permanente
Dimensões: 4,625 m (c), 1,815 m (l), 1,730 m (a)
Entre-eixos: 2,670 m
Pneus: 225/55 R18
Porta-malas: 520 litros
Tanque: 63 litros
Peso: 1.586 kg
0-100 km/h: 10s3
Velocidade máxima: 193 km/h
Consumo cidade: 10,1 km/l
Consumo estrada: 11,6 km/l
Nota do Inmetro: C*
Classificação na categoria: A (SUV Grande 4×4)*

*estimados

Fonte: IG Carros
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Cinco infrações que suspendem a habilitação de motociclistas na hora

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Fique atento às “barbeiragens” que podem custar um ano sem a licença para dirigir

É de conhecimento de todos os motoristas e motociclistas que ao acumular e atingir o limite de 20 pontos com multas em um período de 12 meses, a Carteira Nacional de Habilitação é suspenso. O que alguns não sabem é que existem diversas infrações em que o condutor da categoria A pode ter a sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) suspensa imediatamente – com apenas uma infração. Você sabe quais são?

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O DIA procurou a especialista em soluções para o trânsito, Claudia de Moraes, CEO da Younder, e listou cinco infrações cometidas por motociclistas que podem causar suspensão direta da habilitação e o valor de suas multas.

Trafegar com farol apagado

Não é preciso circular por muitos quilômetros no trânsito para encontrar um motociclista circulando com o farol apagado. Pode parecer algo bobo e muitos justificam como esquecimento ou problemas técnicos da moto. Mas a multa para essa infração é de R 293,47 e pode levar à cassação da CNH. “Trata-se de uma infração que traz riscos ao trânsito, pois as motos trafegam de forma mais prática que os veículos maiores. Por andarem muito nos corredores, alguns motociclistas não têm a consciência de que as outras pessoas podem não enxergar suas aproximações. Com a luz apagada é muito mais difícil para motoristas ou pedestres terem tempo de reação nas vias”, explica Claudia.

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Carona de risco

De acordo com o Artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pilotar motocicleta transportando criança menor de sete anos é infração gravíssima, com custo de R$ 293,47 e suspensão da CNH. A multa e a pena também são aplicadas para quem transporta mais de uma pessoa na garupa.

Fechar vias

Seja parcialmente ou totalmente, fechar uma via de circulação com qualquer veículo de forma deliberada (o que inclui motos), é infração gravíssima e pode resultar na suspensão da CNH. O valor da multa para quem é flagrado cometendo esse ato é bem salgado: R$ 5.869,40.

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Malabarismos

Empinar, fazer manobras arriscadas ou malabarismos é considerado demonstração de habilidade para muitos motociclistas. No entanto, este ato pode gerar multa de R$ 293,47 (gravíssima) e suspensão da habilitação. “O principal problema é que ao perder o equilíbrio, o motociclista pode causar diversos tipos de acidentes, seja para ele mesmo sob o risco de cair, atropelar pedestres ou colidir com outros veículos nas vias”, explica Cláudia.

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Guiar alcoolizado

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O álcool é um dos principais causadores de acidentes, principalmente durante feriados prolongados e festas de fim de ano

Todos já sabem, mas não custa reforçar. Pilotar qualquer tipo de veículo alcoolizado ou até mesmo recursar-se a fazer o teste de bafômetro é infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH. Segundo Claudia de Moraes, essa é uma das atitudes mais perigosas para o trânsito. “Se a intenção do motociclista é beber, o mais indicado é deixar a moto em casa. É importante frisar que não há um nível de tolerância, ou seja, basta um copo de cerveja para ser pego no teste”, reforça.

Fonte: IG Carros
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Dirigimos a nova geração do Nissan Versa, que chega ao Brasil em junho

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Nissan Versa SR: nova geração tem vários pontos em comum com o SUV Kicks, tanto por fora quanto por dentro



AGUASCALIENTES, MÉXICO – Lançado no Brasil em 2011, o Nissan Versa jamais foi considerado um carro bonito. Espaçoso, confortável e honesto, tudo bem… mas bonito, nunca!

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Tal conceito, porém, está para mudar. A nova geração do modelo chegará ao Brasil em junho trazendo — enfim! — linhas que conversam entre si. O carro ganhou estilo e um quê de sofisticação.

Importado do México, este Nissan Versa moderno conviverá com o modelo antigo, que continuará a ser produzido em Resende, no Estado do Rio. A ideia é que a nova geração, com motor 1.6 de quatro cilindros, brigue com carros como o VW Virtus, o Chevrolet Onix Plus e o Hyundai HB20S, enquanto seu antecessor, rebatizado de V-Drive , seja mantido como sedã de entrada, para uso profissional.

Os preços ainda são um mistério… A julgar pela estratégia da Nissan, podemos estimar que esse novo Versa ficará na faixa dos R$ 65 mil para cima (a versão mais simples do modelo antigo, com motor 1.0 de três cilindros, hoje custa R$ 53 mil).

Para EUA, China e… Brasil

Estivemos no México para visitar a (gigantesca) fábrica do carro, na cidade de Aguascalientes, que já começou a exportar o novo Versa para os Estados Unidos e até para a China.

O México, vale dizer, foi o primeiro país fora do Japão a ter uma fábrica da Nissan, em 1966. A marca domina o mercado local desde os tempos do lendário sedã Tsuru, que ficou em linha por 35 anos, deixou de ser produzido em 2017 e, até hoje, ainda é o táxi mais visto nas ruas do país.

Pelo visto, tal popularidade já foi transferida para o novo Versa que, lançado há apenas dois meses, já é o modelo mais vendido no México. Mais: se o novo Versa fosse uma marca à parte, já estaria em quarto lugar no ranking dos fabricantes instalados no país. Foi na terra dos tacos e guacamole que pudemos travar um primeiro contato com o carro.

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O comprimento total não mudou: 4,49 metros. A plataforma ainda é basicamente a mesma “V” usada no antecessor e no utilitário Kicks. O entre-eixos, contudo, está 2cm maior (agora são 2,62m).

Por fora, bela viola

O desenho é um trabalho conjunto dos centros de design da Nissan no Japão e em San Diego, nos EUA. Se as linhas externas já impressionam, no interior parece que o Versa saltou duas gerações, abandonando aquela aparência dos anos 90. Agora, é como se estivéssemos em um Kicks versão sedã.

Gostamos do revestimento de couro pespontado, inclusive no volante, mas há detalhes que deixam a desejar, como a alavanca molenga que regula a altura do banco do motorista.

As versões mais caras trarão itens de segurança como freio automático de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado (ao sair de vagas em marcha ré) e até câmera de 360° para facilitar as manobras. De série, há seis airbags e controle eletrônico de estabilidade. Ainda não se sabem as especificações exatas para o Brasil.

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O espaço continua muito bom. No banco traseiro, sobra lugar para as pernas. O problema ali é que um passageiro de 1,80m de altura ficará com o cocuruto rente ao forro do teto, por causa da curvatura da capota. Largo e profundo, o porta-malas aumentou sua capacidade de 460 para 482 litros.

Volante ajustado em altura e distância, e vamos para uma voltinha de 70km entre o centro de Aguascalientes e o município de Calvillo. Nesse breve circuito de avaliação, sobre asfalto bom e ruim (condições bem semelhantes às do Brasil), constatamos que a Nissan fez um belo ajuste da direção assistida eletricamente, bem como da suspensão, mais rígida na traseira. Firme, o novo Nissan rola pouco nas curvas, mas é suave nos topes (palavra mexicana para quebra-molas). Transmite segurança. “Nosso” carro estava com pneus Continental 205/50 R17, enquanto a maior medida usada atualmente no Versa brasileiro é 195/55 R16.

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Um aspirado na era do turbo

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Interior é praticamente igual ao do SUV Kicks, mas com isolamento acústico mais caprichado para reduzir o nível de ruído

O 1.6 16v aspirado da versão mexicana agora rende 118cv (contra os 111cv do Versa 1.6 made in Resende). Ainda não se sabe qual será a potência a versão flex vendida em nosso mercado.

O pessoal da Nissan o considera esse motor uma “nova geração” e o batizou de HR K2. Trata-se, contudo, do HR K1 que conhecemos no Brasil, só que com um tratamento extra na usinagem para ter menos atritos internos — as paredes dos cilindros, por exemplo, são verdadeiros espelhos. Também entram na receita, novo mapeamento da central eletrônica e peças móveis mais leves.

Faltam, porém, turbocompressor e injeção direta, que já equipam muitos compactos brasileiros, seguindo a tendência mundial. Graças à mecânica mais simples, e teoricamente mais robusta, a manutenção do Versa deve ser mais barata — o que é bom, especialmente, para quem trabalha com o carro. Só não espere qualquer emoção.

Depois de uma boa resposta inicial do acelerador, ao se partir da imobilidade, vem aquela sensação de patinação que conhecemos tão bem dos Kicks com câmbio CVT. Essa caixa tem seis marchas simuladas, mas o motorista não pode fazer as trocas manualmente.

Na prática, o carro bebe pouco. Nosso computador de bordo marcava 12,5km/l entre trânsito pesado na cidade e ritmo animado na estrada — as indicações da Nissan mexicana falam em até 24,6km/l (!) em rodovia, usando gasolina local, com apenas 5% ou 10% de etanol. O que mais impressiona, contudo, é a evolução no isolamento acústico: em velocidade de cruzeiro de 140km/h, vamos em silêncio e com poucas vibrações.

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Em resumo: o Nissan Versa continua o carro honesto de antes, só que agora é bem mais bonito.

FICHA TÉCNICA

Nissan Versa (geração N18).

Origem: México. Motor: Quatro cilindros, 16 válvulas, aspirado, 1.598cm³. Potência de 118cv (a 6.300rpm) e torque de 15,2kgfm (a 4.000rpm) Transmissão: Tração dianteira, câmbio CVT com seis marchas simuladas Suspensão: Mcpherson na dianteira, eixo de torção na traseira. Dimensões: 4,49m (c), 2,62m (e-e), 1,139kg (peso). Desempenho: Não informado pelo fabricante.

Fonte: IG Carros
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