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Economia

Secretário de Previdência defende revisão em normas de segurança do trabalho

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rogério marinho
Antonio Cruz/Agência Brasil

Rogério Marinho adiantou que o processo de modernização vai começar pela NR 12, que trata da instalação de máquinas

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda (13) que  o governo vai fazer, ainda este ano, ajustes em nove das 37 Normas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho em vigor. Em um vídeo divulgado em uma rede social, Marinho afirmou que serão modernizadas as NRs 1, 2, 3, 9, 15, 17, 24 e 28.

“[Essas normas] tratam diretamente da insalubridade, da periculosidade , da construção civil, do trabalho a céu aberto, enfim, ações que impactam diretamente a economia nos mais diversos setores da nossa indústria, do nosso comércio, do nosso serviço”, afirmou.

Marinho reforçou que o governo vai começar o processo de modernização pela NR 12, que trata da instalação de máquinas e equipamentos em diversos segmentos da economia. Ele deu como exemplo um industrial brasileiro que, quando compra uma máquina sofisticada em outro lugar do mundo, normalmente gasta o dobro do que pagou pelo equipamento para instalá-lo no Brasil, o que encarece e dificulta a produtividade e a competitividade da empresa.  

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“O que nós queremos, na verdade, é permitir um ambiente saudável, competitivo, confortável e seguro para quem trabalha e para quem produz. Para que a economia brasileira esteja à altura de outras economias em outros lugares do mundo, e que nós possamos gerar emprego, renda e oportunidade para os conjuntos dos trabalhadores brasileiros, como disse, com segurança e com a preocupação com a saúde do trabalhador”, argumentou.

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Rogério Marinho ainda explicou que esse trabalho de modernização abrange a customização, a desburocratização e a simplificação das normas regulamentadoras. Ele destacou que, dentro das 37 NRs que existem, há 6.800 linhas distintas de atuação, passíveis de multas por parte dos fiscais do trabalho. “Essas normas afetam desde uma padaria até um forno siderúrgico e impactam diretamente na produtividade das nossas empresas”, completou o secretário. 

Fonte: IG Economia
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Economia

Padre Fabio de Melo reclama do Bradesco; Itaú, Nubank e outros bancos respondem

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Padre Fabio de Melo
Reprodução/Instagram

Padre Fabio de Melo criticou serviços do Bradesco no Twitter


Uma reclamação do padre Fabio de Melo em sua conta pessoal no Twitter fez com que diversas instituições financeiras fizessem propaganda de seus serviços para ele. Na tarde desta quarta-feira (23), o padre fez críticas ao Bradesco, o que fez com que outros bancos aproveitassem a deixa para se promoverem no perfil do padre, que conta com  6,5 milhões de seguidores. 

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“Estou há um mês com um cartão de crédito do @Bradesco bloqueado. Julgaram suspeito o estabelecimento da compra, uma loja de um shopping. Acabo de ser recomendado pela gerente a ter paciência.”, escreveu o padre Fabio de Melo

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Apesar da resposta rápida do Bradesco na rede social, que ofereceu ajuda para resolver o problema, bancos como Itaú, Nubank, Santander , Banco do Brasil (BB) e Inter não perderam tempo para oferecer seus serviços ao padre.

“Temos interesse”, respondeu o Itaú , ressaltando alguns de seus serviços. O Nubank , por sua vez, brincou com a situação, fazendo uma espécie de oração: “Padre Fabio cheio de graça, venha conosco, bendita a hora que o antagonista te pediu paciência, e os clientes a nosso favor te orientaram.”

O Banco Inter também brincou com a profissão de Fabio de Melo: “Padre, você já conhece a palavra do Banco Inter ? Aquele que está sentado à direita do Banco Central, de onde há de acabar com as tarifas e anuidade!”, escreveu. “Dê-me a sua graça, padre”, pediu o BB.

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Confira a repercussão:

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Fonte: IG Economia
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Economia

Em dois anos, preço do gás de cozinha subiu 24%; veja maneiras de economizar

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Botijões de gás
Pedro Ventura/Agência Brasília

Em dois anos, valor do gás de cozinha subiu 24%


Com os sucessivos aumentos no preço do gás de cozinha — que no período entre 2016 e 2018 acumulou alta de 24% —, cerca de 1/5 das famílias brasileiras passou a cozinhar usando lenha ou carvão.

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Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 14 milhões de brasileiros ou 3 milhões de residências que precisaram abandonar o gás de cozinha nos últimos dois anos.

Veja dicas para economizar no uso:

  • Na hora de comprar um fogão , escolha um com maior nível de eficiência , pois este consegue reter mais calor no interior do forno e, assim, preparar os alimentos mais rapidamente;
  • Mantenha os queimadores sempre limpos. Com frequência, desmonte as bocas e lave-as com uma esponja, água e sabão;
  • Observe se a chama está bem azul. Se estiver amarelada, chame um profissional para fazer a manutenção;
  • Use a maior boca do fogão se utilizar panela grande, pois ela gasta mais gás ;
  • Use panelas adequadas à quantidade de comida. Usar uma frigideira grande, por exemplo, para fritar apenas um ovo, provoca um gasto desnecessário do insumo;
  • Na hora de cozinhar, use tampas nas panelas para evitar a dispersão do calor;
  • Deixe grãos de molho de 8 a 12 horas para cozer mais rapidamente;
  • Cozinhe uma quantidade maior de feijão de uma só vez e depois refrigere;
  • Use papel alumínio em preparações no forno e retire apenas no final, para dourar.  Lembre-se de colocar a parte brilhosa voltada para o alimento, de forma que possa refletir calor;
  • Se possível, faça duas receitas no forno ao mesmo tempo. Se for afetar o sabor, faça as preparações separadas, mas em seguida para aproveitar o calor.
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Fonte: IG Economia
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