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Scooteres e motos elétricas surgem como opções sustentáveis para serviço e lazer

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Vespa Elettrica é um dos modelos de scooter movidos a eletricidade que vão chegar ao mercado

Depois de uma longa polêmica sobre segurança no trânsito, a cidade de Nova York acaba de adotar scooters e bicicletas elétricas para os serviços de entregas rápidas. De fato, elas podem ser uma ótima solução para quem quer ter um veículo movido a eletricidade que seja ágil e eficiente no trânsito, além de econômico e acessível.

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A Vespa, uma das marcas mais emblemáticas no mundo no setor, anunciou o modelo Elettrica, que chega aos mercados europeu e americano ainda este ano. De acordo com a Piaggio, fabricante da marca italiana, o  scooter terá uma propulsão 100% elétrica e preço equivalente a 7 mil dólares. Virá ainda em versão híbrida, que deve chegar ao mercado em 2020.

A Vespa Elettrica mantém as linhas clássicas da lambreta, famoso modelo italiano com rodas de liga leve com faixas azuis, que também estão presentes nas extremidades da carenagem, no banco e nas entradas de ar dianteiras. Possui farol de LED e painel digital com tela de 4,3 polegadas, que permite a conexão do celular. Com bateria de íon de lítio, sua autonomia é de 100 km e a recarga completa é feita em 4 horas. 


Mais uma marca que aposta na scooter elétrica: BMW. A C Evolution, disponível na Europa, se destaca por unir o visual imponente de uma moto com a praticidade de um scooter. O modelo conta com luzes diurnas LED, painel digital, além de itens como aquecimento para os punhos, suporte para bolsas e entrada USB.

Com a C Evolution, disponível na Europa, a BMW aposta numa scooter elétrica com visual imponente e tecnologia de última geração.  A BMW C Evolution está disponível em dois tipos diferentes de motorização. Uma das versões conta com motor elétrico de 15 cavalos de potência, podendo chegar a uma velocidade máxima de 120 km/h. A outra, mais potente, tem motor elétrico de 26 cavalos – quase o dobro da mais simples. A versão de menor alcance da C Evolution tem autonomia de 100 Km. Já a mais completa pode rodar 160 Km até que uma recarga seja necessária.

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Harley Davidson Revelation é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, de acordo com a fabricante

Marca-símbolo do motociclismo, a Harley-Davidson apresentou no início do ano, durante a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas (EUA), sua primeira moto elétrica, que começa a ser vendida em agosto, nos Estados Unidos, por US$ 29 mil. A Harley quer ser a marca líder na eletrificação do transporte em duas rodas.

A Harley-Davidson, marca símbolo do mercado de duas rodas, vai lançar em agosto a H-D Revelation, moto elétrica de baixa cilindrada pelo preço de US$ 26 mil na América do Norte. Entre suas características estão aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 3,5 segundos com torque instantâneo fornecido pelo motor elétrico H-D Revelation. O propulsor elétrico não faz uso de embreagem nem troca de marchas, simplificando a condução para iniciantes. O modelo tem design futurista que marca a nova geração das motocicletas da Harley Davidson.

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E tem mais novidade na área! Em parceria com start-up chinesa Gogoro, a Yamaha apresentou seu novo scooter elétrico, a EC-05 para o mercado asiático. Trata-se de uma motoneta que funciona com duas baterias de íons de lítio de alta capacidade que podem ser carregadas em casa ou recarregadas em estações apropriadas.

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Yamaha EC 05 pode rodar até 150 quilômetros até precisar de recarga. E atinge 95km/h, diz a marca japonesa

A Yamaha mostrou a primeira imagem de seu scooter elétrico que será produzida com a tecnologia da marca chinesa Gogoro O design foi desenvolvido pela Yamaha e a parte mecânica tem a experiência da Gogoro. Ainda sem muitos detalhes divulgados, a Yamaha EC-05 deve ser equipada com motor de aproximadamente 7,0 kW (9,5 cv). Sua uma velocidade máxima é de até 95 km/h e a autonomia de 150 km, com as duas baterias intercambiáveis, sistema semelhante aos carros da Tesla.

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Com crescente investimento das principais fabricantes de motos em elétricos, os lançamentos  atuais tendem, em sua maioria, a pequenos modelos de scooter de baixa cilindrada. Uma boa notícia para um grande mercado como o Brasil, por exemplo, onde há a maior quantidade de “moto boys” do mundo. Sinônimo de maior mobilidade com emissão zero no trânsito caótico das cidades.

Fonte: IG Carros
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Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

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Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

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Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

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Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

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Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

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O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

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Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


Fonte: IG Carros
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Fim de linha para o Chevrolet Cobalt, o sedã da ex-nova classe média

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Cobalt 2019: as últimas versões já refletiam uma nova realidade e vinham mais bem equipadas

O Chevrolet Cobalt é o próximo carro a sumir das ruas brasileiras. A General Motors não confirma que vai tirá-lo de linha, mas uma coisa é certa: suas vendas nunca mais serão as mesmas. Na verdade, o Cobalt parece ter dobrado o Cabo da Boa Esperança, como se diz popularmente. Ou, para quem conhece geografia, ele passou pelo Cabo das Tormentas, que era o nome dado pelos portugueses àquele ponto no extremo sul da África, na época das grandes navegações.

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Em setembro, o Chevrolet Cobalt teve sua melhor venda no ano: 1.416 unidades. Em outubro caiu para 831. Em setembro, se chegar a 450 vai ser muito. Que diferença para os mais de 66.000 emplacamentos que registrou em 2012. Naquele ano, o Cobalt foi o 11º automóvel de passeio mais vendido do Brasil.

Tudo bem que faz sete anos que isso aconteceu, mas a culpa não é do Cobalt e muito menos da GM. A montadora até melhorou bastante o carro nesse período, dotando-o de tecnologias de conectividade e caprichando em seu conforto. O Cobalt também cumpriu seu papel, servindo às famílias (mais tarde aos taxistas) como um sedã espaçoso e confortável.

O que mudou foi o Brasil. Hoje não existe mais o sonho da nova classe média, a classe C que emergiu das classes D e E para dar um impulso histórico nas vendas da indústria automobilística. Pelo contrário, muitos voltaram para as classes D e E. Pior: alguns que nunca estiveram abaixo da classe C, também empobreceram. E multidões que habitavam as classe A e B, rainhas do consumo antes da era Cobalt, também perderam renda e hoje povoam a classe média brasileira.

Em 2011, o PIB per capita do Brasil era de US$ 13,3 mil. Em 2019, foi inferior a US$ 8.900. Segundo um estudo da Tendências Consultoria, nesse ritmo só em 2028 o pico do PIB per capita voltará ao nível de 2011. Em 2012, a classe média alta tinha uma renda entre R$ 641 e R$ 1.109. Em 2017, cinco anos depois, o pico dessa renda era de R$ 1.008, segundo o Bradesco. E quase 1 milhão de brasileiros havia caído das classes A e B para a classe C.

Portanto, faz sentido o fim do Cobalt. Esse carro foi pensado para a classe média emergente do início da década. Era um carro sem muito luxo, mas com duas propostas de motores: 1.4 de 97/102 cv (g/e) e 1.8 de 106/108 cv (g/e). Mais tarde, a potência do 1.4 subiu para 106 cv e do 1.8 foi para 111 cv (ambos com etanol). Para se ter uma ideia, a campanha de lançamento do Cobalt foi toda feita no Carrefour, um supermercado popular.

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Na verdade, o Cobalt havia nascido no EUA, na década anterior. Porém, quando ele foi substituído pelo Cruze no mercado americano, a GM do Brasil aproveitou para lançá-lo aqui. Mas não com a mesma base — a GM aproveitou apenas o nome, pois o Cobalt brasileiro usou a plataforma do Sonic (que não deu certo no mercado brasileiro) e da primeira geração do Onix/Prisma . Cobalt dava dignidade à classe média

Chevrolet Cobalt dava dignidade à classe média

Com um design simples, mas com suspensão macia, um motor razoável e outro mais potente, um porta-malas enorme (563 litros) e bom espaço interno (entre-eixos de 2,620 metros), o Cobalt era um carro que dava dignidade à nova classe média. Era possível ter um carro zero km maior sem ter que pagar uma fortuna.

Portanto, a trajetória do Chevrolet Cobalt foi honrosa, pois ele teve um sentido social, coisa que poucos carros têm. Lógico que, no fim das contas, o que todas as montadoras querem é ganhar dinheiro, mas são poucos os modelos que buscam atender às necessidades do povão. O Cobalt teve esse mérito.

Ao contrário do Cobalt, sua versão station wagon (ou monovolume, como prefere a GM), continua tendo vendas razoáveis. É verdade que em três meses elas caíram caíram de 3.100 para 2.300, mas a queda do Spin tem sido mais lenta. Também está marcado para morrer, mas ele nunca teve o papel social do Cobalt.

O que importa agora é que, num Brasil em que mais de 60 milhões de pessoas estão com o “nome sujo”, é impossível pensar em vender certos carros de forma financiada. Hoje, só quem tem dinheiro sobrando compra um carro zero km. Por isso, as ofertas de carros bons a preços populares são praticamente inexistentes. Por “bons” eu nem me refiro a carros com grandes qualidades técnicas, mas simplesmente àqueles que são espaçosos, razoavelmente confortáveis, com porta-malas grande e motor potente.

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Nessa realidade, faz muito mais sentido à GM investir no Onix Plus, seu novo sedã, que subiu de categoria, em relação ao Prisma, justamente para ocupar um lugar que era dignamente defendido pelo Chevrolet Cobalt . Um carro que não deixará uma legião de fãs, mas que teve uma vida significativa.

Fonte: IG Carros
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