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Economia

Saudade? Veja as atitudes que mais incomodam as pessoas no escritório

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Purestock/Thinkstock/Getty Images

Pesquisa listou situações irritantes do trabalho em escritório e falta de higiene demonstrou perigo

O home office durante o isolamento social pode ser tão difícil que até dá saudades do escritório. Mas, antes da pandemia, uma pesquisa mostrou que algumas das irritações  geradas pelo convívio no ambiente de trabalho colocavam a saúde em risco.

A falta de higiene, como quando colegas não lavavam as mãos depois de sair do banheiro e ter pessoas trabalhando doentes por perto eram duas das atitudes mais irritantes no escritório. As situações foram citadas dentro do espectro de irritação, respectivamente, por 59% e 87% dos entrevistados.

Para chegar a essa conclusão, 1.026 profissionais participaram da enquete. A pesquisa foi desenvolvida por Caio Sampaio, especialista em carreiras da empresa Zety.

Entre os gêneros, há diferença entre as irritações. Em três situações levantadas, mulheres se incomodaram mais que seus colegas homens com as relativas à higiene e saúde.

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Além das questões de higiene, outras situações também foram votadas na pesquisa, como os problemas técnicos nos computadores e as famigeradas reuniões desnecessárias.

Trabalhando de home office, os empregados têm tolerado mais as reuniões, agora feitas por aplicativos de videoconferência. “Estando fechados a trabalhar em casa há várias semanas, as pessoas não se importam de um pouco de contato humano”,  diz Sampaio.

Agora, os problemas são outros: “colegas se atrasam para videoconferências ou com certas tarefas e há dificuldades de comunicação para tarefas que impliquem membros de várias equipes diferentes”, afirma o condutor da pesquisa.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

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paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

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Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

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Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

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Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

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paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

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“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

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Fonte: IG Economia
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