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Renato Gaúcho contesta trabalho de Sampaoli no Santos: “Ganhou alguma coisa?”

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Renato Gaúcho cutucou Sampaoli antes de partida pelo Brasileirão

Santos e Grêmio medem forças neste sábado, às 21h, na Vila Belmiro, pelo Brasileiro. O duelo marca o encontro de dois treinadores que têm dado o que falar no futebol nacional: Renato Gaúcho e Jorge Sampaoli. E questionado sobre o trabalho do argentino, o técnico gremista elogiou seu desempenho, mas questionou a falta de títulos.

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“O Sampaoli vem fazendo um bom trabalho? Sim, o Sampaoli vem fazendo um bom trabalho. Aí eu te pergunto: ganhou alguma coisa? Não, pelo contrário, em todas as competições o Santos saiu”, declarou Renato Gaúcho , que também lembrou da eliminação do Santos para o River Plate (URU) na Copa Sul-Americana. 

“Na Sul-Americana, foi eliminado por uma equipe que eu nunca tinha ouvido falar. E em casa. Depois, foi desclassificado na Copa do Brasil (para o Atlético-MG), em casa também. Só ficou no Brasileiro. Então, é aí que eu falo. Está fazendo um bom trabalho? Sim, mas o trabalho é bem feito quando você ganha”, disse ao jornal Zero Hora, de Porto Alegre.

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Renato também subiu ao tom ao falar que “pelo Santos estar disputando apenas uma competição”, é normal estar entre os líderes do Brasileiro. Vale lembrar que os paulistas também deram adeus à Copa do Brasil, enquanto os gaúchos estão disputando a Libertadores.

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“O Sampaoli veio fazer um trabalho bom no Santos. Aí você tem que colocar uma coisa, que as pessoas se descuidam nesse sentido. Vou dar alguns exemplos: São Paulo, Atlético-MG, Santos, principalmente o Santos e o São Paulo. Eles têm obrigação de brigar pelo título brasileiro”.

Fonte: IG Esportes
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Covid-19: FIA cancela GP da França e chega a três provas extintas

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Os fãs de Fórmula 1 (F1) terão que esperar mais um pouco para o início da temporada 2020. O Grande Prêmio (GP) da França – inicialmente marcado para o dia 28 de junho – foi cancelado por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A decisão foi tomada após o governo francês proibir até, pelo menos, meados de junho o recebimento de grandes eventos no país. A GP francês seria realizado no circuito de Paul Ricard, na cidade de Le Castellet. 

Em comunicado oficial, publicado no site da entidade, o presidente e diretor-executivo da F1, Chase Carey, lamentou a decisão:

“Estivemos em contato próximo com o promotor francês durante essa situação em evolução e, embora seja decepcionante para nossos fãs e para a comunidade F1 que o Grande Prêmio da França não ocorra, apoiamos plenamente a decisão tomada pelas autoridades francesas na França e esperamos voltar a Paul Ricard em breve”.

Em meio à pandemia de covid-19, esta já é a terceira prova extinta do calendário da F1. Antes, os GPs da Austrália e Mônaco já haviam sido cancelados.  Além disso, foram adiados os GPs do Bahrein (Vietnã), China, Holanda, Espanha, Azerbaijão e Canadá. Atualmente os organizadores da competição miram no GP da Áustria, programado para julho, para estrear o cronograma de 2020. Com todas as alterações devido à pandemia, a diminuição do números de circuitos será inevitável, tendo em vista o planejamento inicial com 22 provas no total.

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“Nosso objetivo é começar as corridas na Europa até julho, agosto e início de setembro, com a primeira corrida ocorrendo na Áustria, nos dias 3 e 5 de julho. Setembro, outubro e novembro nos veriam correndo na Eurásia, na Ásia e nas Américas, terminando a temporada no Golfo, em dezembro, com o Bahrein antes da final tradicional em Abu Dhabi, completando entre 15 e 18 corridas.” – disse Chase Carey.

No início de abril, o diretor técnico da F1, Ross Brawn , explicou que o limite para o começo das corridas é o mês de outubro, de modo a respeitar o estatuto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que limita um mínimo de oito provas para realização de um campeonato mundial.

GP da Inglaterra não receberá público

Até o momento, o GP da Inglaterra segue programado para o dia 19 de julho, no autódromo de Silverstone, na região das East Midlands. O chefe da prova, Stuart Pringle, anunciou que não haverá venda de ingressos. 

“Deixamos essa difícil decisão pelo maior tempo possível, mas é abundantemente claro, dadas as condições atuais no país e os requisitos do governo em vigor agora e no futuro próximo, que um Grande Prêmio em condições normais simplesmente não vai acontecer. Nossas obrigações de proteger a saúde e a segurança de todos os envolvidos na preparação e entrega do evento, nossos marechais voluntários e criadores de corridas e, é claro, vocês, fãs incríveis, significa que esta é a melhor, mais segura e única decisão que poderíamos tomar”.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: IG Esportes
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Em primeira entrevista desde prisão, Ronaldinho fala em surpresa

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O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho se manifestou pela primeira vez desde que foi detido em Assunção (Paraguai) no último dia 4 de março. Em entrevista ao jornal local ABC Color, publicada nesta segunda (27), ele afirmou ter sido surpreendido ao descobrir que a documentação que utilizou para entrar no país era falsa, o que o levou a ser preso junto do irmão e empresário Roberto de Assis Moreira.

“Desde que isso aconteceu, a intenção foi colaborar com a Justiça para esclarecer isso. Até hoje, explicamos tudo e facilitamos o que a Justiça nos solicitou. Foi duro, nunca imaginei que fosse passar por uma situação assim”, disse Ronaldinho ao jornal.

Segundo o ex-atleta de Grêmio, Flamengo, Atlético-MG, Fluminense, Paris Saint-Germain (França), Barcelona (Espanha) e Milan (Itália), a viagem a Assunção foi para o lançamento de um cassino on-line e do livro “Craque da Vida”, este último em evento organizado pela empresa que explora a obra no Paraguai. Ronaldinho disse que tudo que ele e Assis fazem “é em virtude de contratos geridos pelo meu irmão [seu representante]”.

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O Ministério Público paraguaio, após a detenção dos irmãos, pediu a ampliação das investigações sobre o caso, acreditando que eles poderiam estar envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a empresária Dalia López, acusada de desviar US$ 10 milhões e que os convidou para ir ao Paraguai. Ela teve a prisão pedida em 7 de março e, desde então, está foragida.

No último dia 7 de abril, Ronaldinho e Assis conseguiram a mudança para o regime domiciliar e estão vivendo em um hotel em Assunção, onde ficarão até o fim da investigação. O ex-jogador da seleção brasileira vive a expectativa pelo retorno ao Brasil: “Tenho fé. Esperamos que possam confirmar tudo o que declaramos sobre nossa posição no caso e que possamos sair dessa situação o mais breve possível. A primeira coisa que farei [quando voltar] é dar um beijo em minha mãe. Ela vive dias difíceis desde o início da pandemia de covid-19 em casa. Depois, será absorver o impacto que essa situação gerou e seguir adiante”.

Edição: Fábio Lisboa

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Fonte: IG Esportes
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