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Economia

Regras de bagagem de mão começam hoje nos aeroportos de Guarulhos e Salvador

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Saguão de aeroporto
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Bagagem de mão que não obedecer à medidas internacionais precisará ser despachada no balcão de check-in


Mais dois aeroportos brasileiros começaram a adotar, nesta quinta-feira (23), a s regras mais rígidas para embarque com bagagem de mão . A partir de hoje, os aeroportos Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e o Luiz Eduardo Magalhães, em Salvador, obedecem às novas normas de despacho.

Nesses terminais, os dois últimos dos 15 previstos para adotarem as novas regras, as bagagens de mão que ultrapassarem o tamanho padrão internacional precisarão ser despachadas no balcão de check-in e são sujeitas a cobrança.

Até então, a medida já estava em vigor desde o dia 25 de abril nos aeroportos de Brasília (Juscelino Kubitschek), Natal (Aluízio Alves), Curitiba (Afonso Pena) e Campinas (Viracopos);  desde 2 de maio nos terminais de Fortaleza (Pinto Martins), Belo Horizonte (Confins), Recife (Guararapes) e de Belém (Val-de-Cans); e 13 de maio em Goiânia (Santa Genoveva), Porto Alegre (Salgado Filho), São Paulo (Congonhas), e Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont).

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Qual tamanho será permitido para bagagens de mão?


Malas no aeroporto
Agência Brasil/Marcelo Camargo

Ao todo, 15 aeroportos brasileiros adotaram as novas regras para bagagem de mão


Segundo os padrões internacionais, as bagagens de mão podem ter 35 centímetros de largura, 25 centímetros de profundidade e 55 centímetros de altura . Essa medida vale para todas as companhias aéreas .

Em nota, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) disse que a decisão tem como objetivo “agilizar o fluxo dos clientes nas áreas de embarque, evitando atrasos e trazendo maior conforto para todos os passageiros “, uma vez que, desde o início da cobrança de bagagem despachada , muitos passageiros começaram a levar malas de mão maiores dentro das aeronaves.  De acordo com as empresas, essa ação dos clientes acaba deixando as cabines dos aviões sem espaço, causando problemas e atrasos dentro dos voos.

A Abear explicou, ainda, que o passageiro que tentar embarcar com uma bagagem de mão maior do que o tamanho permitido precisará despachá-la, pagando pelo serviço. Vale lembrar, no entanto, que o Senado aprovou, nesta quarta-feira (22), uma Medida Provisória (MP) que  proíbe a cobrança de despacho de bagagem de até 23 quilos em voos domésticos de mais de 30 lugares.

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A associação diz, ainda, que em caso de dúvida com a bagagem de mão , é possível entrar em contato com a empresa aérea antes da viagem ou checar o link em sua página na internet  com as informações necessárias.

Fonte: IG Economia
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Economia

Participação da Avianca no mercado brasileiro caiu mais de 90% em maio, diz Anac

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Avião da Avianca
Divulgação/Avianca

Participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% em maio, segundo a Anac

A participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% entre maio de 2018 e o mesmo mês de 2019, passando de 14,1% para 1,4%, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgados nesta segunda-feira (24).

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Um mês atrás, em 24 de maio, a própria Anac informou a suspensão de todas as operações da Avianca Brasil, em função das dificuldades financeiras que levaram a aérea a entrar com pedido de recuperação judicial, em dezembro do ano passado.

No mesmo período de tempo da pesquisa divulgada pela agência, Latam , Gol e Azul registraram aumento na sua participação no mercado nacional. A Azul, aérea que mais cresceu, aumentou teve sua participação aumentada em 35,7%, com salto de 18,5% a 25,1%. A Gol passou de 34,8% para 38,1% no período e a Latam teve o crescimento mais modesto, de 32,2% para 35%.

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O levantamento da Anac aponta ainda que a demanda aérea doméstica caiu (-2,1%) em maio, enquanto a demanda internacional cresceu (+5,6%). De janeiro a maio de 2019, a demanda aérea doméstica cresceu tanto nacional quanto internacionalmente: +2,4% e  +7,9%, respectivamente.

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Segundo o governo, uma das metas para o setor é diminuir a concentração e abrir portas para chegada de companhias aéreas estrangeiras ao Brasil.

Confira a participação das aéreas no mercado brasileiro entre 2018 e 2019

  • Avianca: de 14,1% a 1,4%;
  • Azul: de 18,5% a 25,1%;
  • Gol: de 34,8% a 38,1%; e
  • Latam: de 32,2% a 35%.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mercado reduz expectativa de crescimento da economia pela 17ª semana seguida

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Paulo Guedes, Mourão e Bolsonaro
Alan Santos/PR

Mercado reduziu expectativa de drescimento da economia pela 17ª semana seguida

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia segue em queda, de acordo com o  Boletim Focus , pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) com participação de instituições financeiras e divulgada nesta segunda-feira (24).

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A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto ( PIB ), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 0,93% para 0,87%. Essa foi a 17ª redução consecutiva. Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a estimativa despencou de 2,53% para, por enquanto, 0,87%, e a tendência segue sendo de queda.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação e taxa Selic

A estimativa de inflação em 2019, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela quarta vez seguida, passando de 3,84% para 3,82%. A meta inflacionária deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Se a projeção for atingida, portanto, a meta será batida.

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A projeção para 2020 caiu de 4% para 3,95%. A meta para o próximo ano é de 4%, com o mesmo intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com a mesma tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que  foi mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,75% ao ano, a mesma perspectiva da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica volte para 6,5% ao ano, e, no fim de 2021, chegue a 7,5% ao ano.

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Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando a taxa aumenta, por outro lado, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Fonte: IG Economia
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