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Economia

Presidente do BNDES não descarta moeda única entre Brasil e Argentina

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joaquim levy
Marcelo Camargo/Agência Brasil

“É um tema interessante, mas temos que ver [se no Brasil] as condições são similares [às da Europa]”, disse Joaquim Levy

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, se pronunciou a respeito da criação de uma moeda única entre Brasil e Argentina , chamada até então como “peso real”. O economista não descartou a possibilidade da criação de uma divisa única entre os dois países, mas destacou que é necessário uma análise mais detalhada para a implementação da medida.

“Ainda não estudei esse tema. Em áreas em que você tem livre-comércio, onde você tem convergência fiscal de políticas econômicas, é uma experiência que temos acompanhado nos últimos 20 anos com o euro . Sem dúvida nenhuma é um tema interessante, complexo, e no caso da Europa criou um grande impulso de integração. Temos que ver [se no Brasil] as condições são similares”, justificou Levy.

Ao ser perguntado se estava animado com a proposta de moeda única , Levy ressaltou tratar-se de uma decisão política e que Guedes, assim como ele, reconhece a necessidade de políticas fiscais alinhadas. “Acho que é uma decisão política. Ele [Guedes] tem exatamente essa visão, de que exige convergência de políticas fiscais”, declarou.

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O presidente do BNDES  participou de um almoço com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira (7), no Country Club, na zona sul do Rio de Janeiro. Além das duas autoridades, também estavam presentes membros do Conselho Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

Fonte: IG Economia
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Economia

Participação da Avianca no mercado brasileiro caiu mais de 90% em maio, diz Anac

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Avião da Avianca
Divulgação/Avianca

Participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% em maio, segundo a Anac

A participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% entre maio de 2018 e o mesmo mês de 2019, passando de 14,1% para 1,4%, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgados nesta segunda-feira (24).

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Um mês atrás, em 24 de maio, a própria Anac informou a suspensão de todas as operações da Avianca Brasil, em função das dificuldades financeiras que levaram a aérea a entrar com pedido de recuperação judicial, em dezembro do ano passado.

No mesmo período de tempo da pesquisa divulgada pela agência, Latam , Gol e Azul registraram aumento na sua participação no mercado nacional. A Azul, aérea que mais cresceu, aumentou teve sua participação aumentada em 35,7%, com salto de 18,5% a 25,1%. A Gol passou de 34,8% para 38,1% no período e a Latam teve o crescimento mais modesto, de 32,2% para 35%.

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O levantamento da Anac aponta ainda que a demanda aérea doméstica caiu (-2,1%) em maio, enquanto a demanda internacional cresceu (+5,6%). De janeiro a maio de 2019, a demanda aérea doméstica cresceu tanto nacional quanto internacionalmente: +2,4% e  +7,9%, respectivamente.

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Segundo o governo, uma das metas para o setor é diminuir a concentração e abrir portas para chegada de companhias aéreas estrangeiras ao Brasil.

Confira a participação das aéreas no mercado brasileiro entre 2018 e 2019

  • Avianca: de 14,1% a 1,4%;
  • Azul: de 18,5% a 25,1%;
  • Gol: de 34,8% a 38,1%; e
  • Latam: de 32,2% a 35%.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mercado reduz expectativa de crescimento da economia pela 17ª semana seguida

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Paulo Guedes, Mourão e Bolsonaro
Alan Santos/PR

Mercado reduziu expectativa de drescimento da economia pela 17ª semana seguida

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia segue em queda, de acordo com o  Boletim Focus , pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) com participação de instituições financeiras e divulgada nesta segunda-feira (24).

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A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto ( PIB ), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 0,93% para 0,87%. Essa foi a 17ª redução consecutiva. Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a estimativa despencou de 2,53% para, por enquanto, 0,87%, e a tendência segue sendo de queda.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação e taxa Selic

A estimativa de inflação em 2019, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela quarta vez seguida, passando de 3,84% para 3,82%. A meta inflacionária deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Se a projeção for atingida, portanto, a meta será batida.

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A projeção para 2020 caiu de 4% para 3,95%. A meta para o próximo ano é de 4%, com o mesmo intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com a mesma tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que  foi mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,75% ao ano, a mesma perspectiva da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica volte para 6,5% ao ano, e, no fim de 2021, chegue a 7,5% ao ano.

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Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando a taxa aumenta, por outro lado, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Fonte: IG Economia
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