conecte-se conosco


Economia

Presidente do BNDES não descarta moeda única entre Brasil e Argentina

Publicado


joaquim levy
Marcelo Camargo/Agência Brasil

“É um tema interessante, mas temos que ver [se no Brasil] as condições são similares [às da Europa]”, disse Joaquim Levy

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, se pronunciou a respeito da criação de uma moeda única entre Brasil e Argentina , chamada até então como “peso real”. O economista não descartou a possibilidade da criação de uma divisa única entre os dois países, mas destacou que é necessário uma análise mais detalhada para a implementação da medida.

“Ainda não estudei esse tema. Em áreas em que você tem livre-comércio, onde você tem convergência fiscal de políticas econômicas, é uma experiência que temos acompanhado nos últimos 20 anos com o euro . Sem dúvida nenhuma é um tema interessante, complexo, e no caso da Europa criou um grande impulso de integração. Temos que ver [se no Brasil] as condições são similares”, justificou Levy.

Ao ser perguntado se estava animado com a proposta de moeda única , Levy ressaltou tratar-se de uma decisão política e que Guedes, assim como ele, reconhece a necessidade de políticas fiscais alinhadas. “Acho que é uma decisão política. Ele [Guedes] tem exatamente essa visão, de que exige convergência de políticas fiscais”, declarou.

Leia mais:  Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

Leia também: Maia critica moeda única proposta por Bolsonaro: “Volta da inflação?”

O presidente do BNDES  participou de um almoço com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira (7), no Country Club, na zona sul do Rio de Janeiro. Além das duas autoridades, também estavam presentes membros do Conselho Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
publicidade

Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

Publicado

paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

Leia também: Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Leia mais:  Argentina: governo proíbe venda de passagens aéreas até setembro

O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

Leia também: Nascidos em janeiro e fevereiro podem sacar auxílio de R$ 600 nesta segunda; saiba como

Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

Publicado

source
paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

Leia também: Nascidos em janeiro e fevereiro podem sacar auxílio nesta segunda; saiba como

“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

Leia mais:  Boeing desiste de comprar parte da Embraer e culpa fabricante brasileira

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana