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Política Nacional

Por previdência, Bolsonaro avalia manter Bezerra na liderança até o fim do ano

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O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), foi alvo de operação da Polícia Federal

O presidente Jair Bolsonaro avisou a aliados que pretende manter o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) na liderança do governo no Senado até o fim do ano. Segundo interlocutores do Planalto, pesa na decisão do presidente a votação da reforma da Previdência prevista para ocorrer na próxima terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

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Aliados de Bolsonaro avaliam que uma eventual troca neste momento deixaria “confusa” a votação da previdência no Senado. Bezerra foi alvo de operação da Polícia Federal nesta quinta-feira. A PF cumpriu mandado de busca e apreensão no gabinete dele no Senado, do filho dele, o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE), na Câmara, e também na casa deles.

Enquanto a PF vasculhava os endereços deles, a presidente da CCJ no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), definia com o relator Tasso Jereissati (PSDB-CE) os últimos ajustes do relatório da reforma da Previdência. A intenção é fechar um texto que não tenha necessidade de voltar para ser apreciado na Câmara. 

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O líder de governo no Senado é acusado de receber R$ 5,5 milhões em propina desviada de obras públicas. Seu filho, ex-ministro da Integração Nacional do governo Dilma Rousseff (PT) teria recebido R$ 1,7 milhão do mesmo esquema. A aliados, Bolsonaro ponderou que os supostos atos de corrupção investigados pela PF não teriam sido praticados neste governo, mas na gestão de Dilma.

O governo também esbarra na dificuldade de encontrar um substituto para a cadeira. Na quinta-feira, aventou-se a possibilidade de os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) ou Luis Carlos Heinze (PP-RS) assumirem o posto. Um enfrenta resistência por ser do DEM, legenda que já tem três ministros. Já o ruralista Heinze, é senador de primeiro mandato e, segundo interlocutores de Bolsonaro, apesar da forte influência, pode não ter apoio dos colegas senadores.

Interlocutores do Planalto advertem que não se deve esperar, portanto, qualquer decisão do presidente baseada exclusivamente na operação da PF, o que poderia representar uma espécie de julgamento sumário do parlamentar. A orientação é aguardar novos acontecimentos para definir o futuro do emedebista no governo. 

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Na quinta, o líder do governo no Senado colocou seu cargo à disposição do presidente. Bezerra ligou para o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni , que afirmou que a posição do Palácio do Planalto é aguardar os desdobramentos da operação da PF, mas apontou que Bezerra terá que explicar à Justiça sua “vida pregressa”, de quando foi ministro do governo Dilma.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Carla Zambelli desabafa sobre crise no PSL: “Preferia ser expulsa”

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Câmara dos Deputados

Zambelli foi uma das deputadas retaliadas por defender o presidente Bolsonaro

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) fez um desabafo sobre a crise do PSL em entrevista ao Congresso em Foco  e disse que preferia ser expulsa a continuar em um partido em que não é bem vinda. “Eu, particularmente, preferia ser expulsa. Porque é muito ruim estar em um lugar em que você não é bem vindo, não é benquisto, sabe que as pessoas têm raiva de você, tem uns contra a gente”, afirmou a parlamentar.

A declaração de Zambelli se dá mesmo após a vitória da ala bolsonarista do PSL da qual ela faz parte após Eduardo Bolsonaro , filho do presidente, assumir a liderança da sigla na Câmara dos Deputados .

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A deputada acredita ainda não acabou e teme que novos ataques da ala bivarista possam surgir contra ela. “A gente ganhou esta batalha de ter o Eduardo líder. A gente já tem maioria, mas infelizmente não é só uma batalha, vão ter outras. É uma guerra grande. A gente está querendo pacificar, tanto é que a gente já chamou todo mundo do lado de lá para poder ter espaço, ver quais comissões eles precisam, ver que tipo de espaço eles querem. Para tentar pacificar essa briga”, disse.

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Lula entra com pedido de anulação de provas de propina da Odebrecht

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Divulgação/Ricardo Stuckert

Lula é alvo de ação por recebimento de propina da Odebrecht

A defesa do ex-presidente Lula entrou com pedido de anulação de provas de pagamento de propinas adquiridas pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba com base nos sistemas de propina da companhia. O pedido foi feito à 13ª Vara Federal de Curitiba em uma ação à na qual o petista é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter recebido pagamento por meio do custeio de um terreno e de um apartamento utilizados pelo Instituto Lula.

De acordo com documentos obtidos pelo UOL , os advogados de Lula questionam a falta de registros sobre a cadeia de custódia das provas e violações cometidas por procuradores às regras de cooperação internacional com a Suíça.

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A defesa usou reportagens do site feitas em parceria com o site The Intercept Brasil que mostram que a Lava Jato trocou ilegalmente informações com autoridades suíças e obteve acesso clandestino ao Drousys, um dos sistemas de propinas da Odebrecht.

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Fonte: IG Política
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