conecte-se conosco

Política Nacional

PF investiga possível ligação entre Snowden e ataque hacker à Lava Jato

Publicado

IstoÉ  [ Reportagem atualizada às 13h45 de 21/06/2019 com posicionamento da empresa Nexxera ]

Sergio Moro
Myke Sena/Agência O Globo

Conversas de Moro com o procurador do MPF Deltan Dallagnol levantam suspeitas sobre condenações da Lava Jato

Desde que o site The Intercept Brasil revelou as trocas de mensagens privadas entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e os procuradores da Lava Jato em Curitiba, o Brasil acompanha apreensivo à divulgação, em doses homeopáticas, do teor das interceptações – fruto da violação de celulares de autoridades brasileiras.

O constrangimento ao qual foram expostos os integrantes da Lava Jato e o ex-juiz que se tornou símbolo do combate à corrupção no País pode mudar de lado. A Polícia Federal planeja-se para, nas próximas semanas, tentar emitir uma contundente resposta ao que classifica de ação orquestrada perpetrada por criminosos de alto calibre. Sob a coordenação do diretor-geral Maurício Valeixo, a PF acredita ter se aproximado dos hackers que invadiram a privacidade dos procuradores e expuseram as vísceras da Lava Jato.

Em investigações preliminares, os agentes da Polícia Federal já identificaram conexões no Brasil, em especial em Santa Catarina, e no exterior, com o suposto envolvimento de agentes na Rússia e até em Dubai, nos Emirados Árabes. Segundo agentes ouvidos por IstoÉ , a PF pode estar perto de alcançar os responsáveis pelo hackeamento ilegal, o que, se confirmado, constituiria uma bomba capaz de provocar uma reviravolta no caso.

Leia também: Lava Jato tirou procuradora de audiência com Lula após crítica de Moro, diz site

Moro e Dallagnol
Divulgação

O ministro Sergio Moro saiu-se bem na sabatina do Senado na quarta-feira 19. Deltan Dallagnol (ao lado) comemorou

As pistas da principal linha de investigação levam à Rússia. É onde reside o americano Edward Snowden , notório aliado do jornalista Glenn Greenwald , dono do site The Intercept Brasil . Em 2013, Snowden se aproximou dos irmãos bilionários Nikolai e Pavel Durov, que criaram o Telegram, um sistema de comunicação por mensagens similar ao WhatsApp. A PF suspeita que Snowden possa estar por trás do esquema de bisbilhotagem e divulgação das mensagens de membros do Ministério Público Federal. Recentemente, Snowden elogiou o Telegram por sua resiliência na Rússia, depois que o governo proibiu o aplicativo e pressionou para que liberasse o acesso às mensagens privadas dos usuários. Na PF, há quem acredite que o americano refugiado na Rússia possa ter se valido de recentes contatos com os Durov para ter acesso aos diálogos envolvendo as autoridades brasileiras.

Condinome: “lucky12345”

A partir da investigação sobre os passos de Snowden, informantes do Brasil na Rússia puxaram um outro fio do novelo: o que leva a Evgeniy Mikhailovich Bogachev, de 33 anos. Criador do vírus Cryptolocker e do ardiloso código Zeus, ele é procurado pelo FBI americano por crimes cibernéticos. Um rastreamento identificou que Slavic ou “lucky12345”, como é conhecido, teria recebido US$ 308 mil em bitcoins (a moeda virtual). Resta saber se o depósito foi realmente a contrapartida financeira por ele ter participado do processo de quebra do sigilo telefônico dos procuradores. O dinheiro teria circulado pelo Panamá antes de chegar a Anapa, na Rússia, onde foi transformado em rublos. Na última semana, o nome do agente russo veio à tona pela primeira vez através de um perfil anônimo no Twitter .

Embora parecesse inverossímil num primeiro momento, por conter erros de grafia e tradução, IstoÉ confirmou que a PF segue sim o rastro da pista, considerada importante pelos agentes hoje à frente do caso. Em especial, pelos indícios de que Slavic, uma espécie de laranja no esquema, possa estar ligado a Snowden. Um relatório de segurança da Ucrânia aponta que “lucky12345” atua sob a supervisão de uma unidade da espionagem russa.

Leia mais:  Eleições primárias na Argentina acentuam polarização


Mas por que os bilionários irmãos Nikolai e Pavel Durov, do Telegram, se aliariam a Snowden e Slavic na tentativa de desqualificar a principal operação de combate à corrupção da história recente do Brasil? Agentes da PF colheram informações que os levam a crer que os Durov, atualmente abrigados em Dubai, podem ter agido com motivações puramente ideológicas. Adeptos do islã, eles teriam ficado enfurecidos com a proverbial predileção do presidente Jair Bolsonaro por Israel em detrimento aos árabes. Em abril, depois de recebido com honras pelo premiê Benjamin Netanyahu, o presidente anunciou a criação de um escritório de negócios em Jerusalém “para a promoção de comércio, investimentos e intercâmbio” bilaterais. Netanyahu saudou a abertura de um gabinete brasileiro na cidade e pediu que aquele fosse o primeiro passo para a abertura da embaixada brasileira em Jerusalém – o que provocou a ira dos islâmicos e, consequentemente, dos Durov. Bolsonaro, ao alcançar o poder, foi o principal beneficiário da Lava Jato, conduzida por Moro. Desmoralizar o juiz e a Lava Jato significaria enfraquecer o bolsonarismo e trazer a esquerda lulista de volta ao jogo. Confirmada a tese, Greenwald teria sido a ponta final da operação comandada pelo trio Snowden, Slavic e Durov.

Não custa lembrar que Greenwald e Snowden foram parceiros num trabalho desenvolvido em 2013 e que expôs dados secretos da Agência de Segurança Nacional (NSA), do governo dos EUA. O material interceptado por Snowden, também de forma ilegal, foi divulgado por Greenwald no jornal inglês The Guardian e em outros jornais pelo mundo afora, como O Globo , no Brasil. Graças aos documentos vazados, o jornalista ganhou os prêmios Pulitzer e Esso. Pressionado a divulgar detalhes de sua operação, Snowden acabou se asilando na Rússia, onde passou a ser protegido pelo presidente Vladimir Putin. Enquanto que Greenwald se refugiou no Brasil, casando-se com o brasileiro David Miranda, atual deputado federal pelo PSOL e acabou fixando residência no Rio de Janeiro, de onde opera o The Intercept Brasil . Atualmente, Snowden é presidente da Freedom of the Press Foundation. Um dos co-fundadores é Greenwald. Na última semana, a PF considerou realizar uma operação de busca e apreensão dos computadores do dono do The Intercept e conduzi-lo para prestar depoimento, mas fontes ligadas ao ministro entenderam que esse fato poderia transformar o jornalista em mártir e o governo ainda corria o risco de ser acusado de cercear a liberdade de imprensa.

Trabalho de profissional

Algo é certo: a PF já sabe que o acesso ilegal ao aplicativo Telegram dos procuradores não foi realizado por amadores. “Não foi uma ação de um adolescente por trás de um computador. Tratou-se de um trabalho feito por uma organização criminosa altamente especializada”, endossou Moro em depoimento que prestou no Senado na quarta-feira (19) . De fato, segundo fontes da PF, o trabalho de hackers na quebra de sigilo de celulares e computadores foi coisa de profissional. Além de envolver equipamentos caríssimos que alcançam a casa dos milhões de dólares, fogem completamente do padrão de hackers de menor poder destrutivo, conhecidos como “defacements”, que se notabilizaram por fazer as chamadas “pichações políticas” em sites e organizar malfadados ataques a transações bancárias. No dia 4, o suposto hacker tentou se passar pelo ministro da Justiça enviando uma mensagem a um funcionário do gabinete de Moro, depois de ativar uma conta no Telegram.

Leia mais:  Com placar de 3 a 1, Toffoli suspende sessão de prisão após segunda instância

Leia também: “Nota dez pro Moro. Subiu no meu conceito”, diz Bolsonaro sobre sabatina na CCJ

Maurício Valeixo
Divulgação

Maurício Valeixo, diretor-geral da PF, está à frente da operação para achar responsáveis pela violação das conversas

Sem descartar as pistas que surgem pelo caminho, na última semana, a PF adicionou uma organização criminosa que operava em Santa Catarina ao rol dos suspeitos. Na terça-feira 18, a PF desencadeou a operação “Chabu” (vulgo “deu errado”) em Florianópolis, com o cumprimento de sete mandados de prisão e 23 de busca e apreensão. O objetivo foi a desarticulação de uma quadrilha que vinha quebrando sigilos de autoridades no estado para o vazamento de operações policiais e ações de órgãos públicos. Para a PF, a quadrilha pode estar envolvida na operação de hackeamento dos celulares dos procuradores do Paraná.

Entre os presos, está o delegado da PF Fernando Amaro de Moraes Caieron e o policial rodoviário federal Marcelo Roberto Paiva Winter, ambos especializados em crimes cibernéticos e tráfico de drogas. Foram presos ainda o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido), e o ex-chefe da Casa Civil Luciano Veloso Lima.

Leia também: STF pode adiar julgamento sobre suspeição de Moro em ações da Lava Jato

Todos eles utilizavam a estrutura da empresa Nexxera, de tecnologia, para cometer as ilegalidades. Segundo fontes ligadas ao diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, a análise dos documentos apreendidos será decisiva para apontar a existência do elo do grupo com os hackers da Lava Jato . Assim como a conexão Brasil-Rússia-Dubai, o elucidamento do caso parece estar próximo. Quem acompanha as investigações assegura: se os indícios encontrados até agora se confirmarem, a PF estará bem perto mudar o rumo do rumoroso episódio que monopolizou as atenções dos brasileiros nas últimas semanas.

Nota de esclarecimento da Nexxera:

O Grupo NeXXera, empresa com mais de 27 anos de história, vem a público repudiar e contestar a matéria denominada “Cerco aos Hackers”, da revista IstoÉ, assinada pelo jornalista Germano Oliveira e reproduzida pelo portal de notícias IG.

Na última terça-feira, 18 de junho, o Grupo NeXXera colaborou espontaneamente com depoimentos para a Polícia Federal sobre a “Operação Chabu”. O papel do Grupo NeXXera, de fato, no caso, foi de contribuição ao processo.

Vale ressaltar, também, que ao contrário do que a matéria diz “O PREFEITO DE FLORIANÓPOLIS, GEAN LOUREIRO (SEM PARTIDO), E O EX-CHEFE DA CASA CIVIL LUCIANO VELOSO LIMA, UTILIZAVAM A ESTRUTURA DA EMPRESA NEXXERA, DE
TECNOLOGIA, PARA COMETER AS ILEGALIDADES”, pode se comprovar equivocada pois, no próprio depoimento do prefeito, quando perguntado sobre NeXXera, o mesmo diz: “QUE FOI PROCURADO POR ELES, NO ANO PASSADO, NA PREFEITURA, MOMENTO EM QUE OFERECERAM GRATUITAMENTE UM PROJETO PILOTO QUE POSSIBILITARIA O PAGAMENTO DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS ATRAVÉS DE CARTÃO DE CRÉDITO; QUE ESSA TRATATIVA NÃO EVOLUIU, POIS A CAIXA CONTINUA SENDO A INSTITUIÇÃO
BANCÁRIA QUE CONCENTRA O RECOLHIMENTOS DESSES TRIBUTOS; QUE NUNCA FOI NA SEDE DA EMPRESA NEXXERA; QUE ESSE FOI O ÚNICO ENCONTRO QUE TINHA POSSIBILIDADE DE CONJUNÇÃO DE INTERESSES ENTRE A INICIATIVA PRIVADA E A
PREFEITURA”.

Além disso, outros dois pontos que comprovam que a matéria foi de pura concepção imaginária é que, primeiramente, o Grupo NeXXera conta somente com clientes privados e não possui nenhum cliente na administração pública. Outro ponto é que a empresa é um gateway de pagamento além de outras tecnologias para empresas e não uma companhia de investigação de dados.

Ciente de sua inocência e vítima de uma falácia sem provas, o Grupo NeXXera está à disposição para mais esclarecimentos e contribuirá sempre que preciso for com as autoridades competentes.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Bolsonaro acusa Witzel de usar Polícia Civil para ‘destruir’ a sua família

Publicado

source
Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil

Bolsonaro sugeriu que Witzel usa a morte da vereadora Marielle para prejudicá-lo

O presidente Jair Bolsonaro acusou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), de usar “parte da Polícia Civil do Rio ” para tentar “destruir” a sua família e quem está do seu lado. A declaração foi feita durante evento de lançamento do novo partido, Aliança pelo Brasil, na manhã desta quinta-feira.

“Onde o Flávio ia, ele estava atrás. Acabadas as eleições, ele botou na cabeça que quer ser presidente da República. É um direito dele, de qualquer um de vocês, mas ele também botou na cabeça que tinha de destruir a reputação da família Bolsonaro. A minha vida virou um inferno depois das eleições do senhor Wilson Witzel, lamentavelmente. (Ele) Tenta destruir quem está do meu lado e a minha família a todo custo, usando a Polícia Civil do Rio de Janeiro, ou parte da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

A colunista Bela Megale, Witzel afirmou que vai acionar Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) devido às afirmações do presidente no lançamento do seu partido, hoje, em Brasília. O governador do Rio também disse que “quem não deve não teme”.

“Ele (Bolsonaro) está acusando um governador de manipular a polícia do seu Estado. A polícia do Rio é independente. Infelizmente, o senhor Jair Bolsonaro passou dos limites. Eu vou tomar providencias judiciais contra ele, vou iniciar uma ação penal para que ele responda pelos seus atos tentando me acusar de fatos que eu não pratiquei”, disse o governador.

Leia mais:  Lula livre “melhora o clima de debate” no País, aponta cientista político

Leia também: Bolsonaro anuncia 38 como número do Aliança pelo Brasil em referência a revólver

Em seu discurso, o presidente afirmou que contaria a história publicamente, depois de dizer, sorrindo, que tem “muito carinho pelo porteiro” do condomínio onde tem uma casa, na Barra da Tijuca, no Rio.

“Se não fosse o meu filho Flávio Bolsonaro, o governador Witzel não teria chegado ao governo do Estado”, declarou, sendo ovacionado pelo público, que gritava “traidor”, “canalha” e “vagabundo” em referência a Witzel.

O presidente reiterou que, antes da menção do porteiro a seu nome vir à tona, ele encontrou “sem querer” com Witzel em uma festa em Brasília e ouviu dele que o processo sobre a morte da vereadora Marielle Franco foi ao Supremo Tribunal Federal.

“Eu falei um palavrão, não vou falar aqui, [e perguntei] que processo é esse? “Ah, você foi citado no dia 14 de março do ano passado pelo porteiro como um dos possíveis executores. Foi na sua casa, no seu apartamento”. Eu moro, tenho uma casa ainda, na [avenida] Lúcio Costa, 3.100, casa 58. Eu perguntei para ele: “como é que você sabe disso, se o processo corre em segredo de Justiça?”. Primeiro xeque-mate nele”, declarou Bolsonaro.

Leia também: Witzel diz que vai processar Bolsonaro: “quem não deve, não teme”

Leia mais:  Eleições primárias na Argentina acentuam polarização

O presidente disse então que já sabia das intenções do governador e de “como ele vinha manipulando esse processo”.

“E parece que não interessa para a esquerda chegar aos mandantes verdadeiros do crime. Interessa usar agora esse crime bárbaro, que todo nós repudiamos, para atingir a reputação de pessoas outras. Não deu certo com o porteiro. Por coincidência, na quarta-feira eu tinha botado o dedo no painel de votação em Brasília. Não estava lá. E se tivesse um plano, ia receber os assassinos na minha casa à noite? Porra, só um imbecil mesmo para programar o crime dessa maneira”, afirmou, provocando gargalhadas e aplausos.

Segundo Bolsonaro, Witzel tem “obsessão” de ser presidente da República e, segundo informações que recebeu, usa a faixa presidencial no seu gabinete. Para ele, o governador do Rio deveria “agradecer ao Flávio”, a ele e ao Carlos por sua eleição.

Leia também: Bolsonaro envia ao Congresso projeto que isenta militar de punição em operações

“Este é o trabalho, em parte, desse governador que tem a obsessão de ser presidente da República. Que, dizem alguns, no seu gabinete usa a faixa presidencial”, ironizou. “E aí faltou para ele aquilo o que eu falei no começo do pronunciamento: gratidão. Devia agradecer ao Flávio, a mim, ao povo, ao Carlos e trabalhar.”

O presidente defendeu ainda que Wizel deveria “esperar o seu momento”, citando como exemplo alguns parlamentares do PSL que, segundo ele, já saíram dizendo que serão “prefeitos de tal cidade”.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Deputado é acusado de cuspir, xingar e agredir oficial de Justiça no Paraná

Publicado

source
Deputado Boca Aberta falando no plenário da Câmara dos Deputados arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Parlamentar teria xingado funcionário

O deputado federal Eduardo Petriv (PROS-PR), conhecido como Boca Aberta , conhecido como Boca Aberta, foi acusado de cuspir , xingar e agredir um oficial de Justiça na manhã desta quinta-feira (21) em Londrina, no Paraná. A informação é da Folha de S. Paulo e, de acordo com o jornal, o funcionário precisou ir até o parlamentar para entregar uma intimação de uma agressão anterior do parlamentar em Amauri Cardoso (PSDB), verador de Londrina.

O oficial registrou boletim de ocorrência e disse que Boca Aberta já tinha se recusado uma vez a receber a intimação. Segundo o relato do funcionário, ao se dirigir ao veículo, ele foi xingado e depois o deputado ainda o agredido. Após empurrar o oficial contra o carro, o parlamentar, segundo Corrêa, rasgou o mandado judicial e cuspiu em seu rosto. No boletim de ocorrência policial, os crimes apontados foram de injúria e desacato.

Leia também: Universitária é agredida com soco pelo ex na frente do filho recém-nascido

“Certifico que, embora sentindo muitas dores pelas agressões praticadas pelo réu, imediatamente deixou o local evitando ser linchado”, escreveu o oficial na certidão.

Leia mais:  Supremo envia a Bolsonaro lista tríplice com nova indicação ao TSE

Procurado, o deputado Boca Aberta negou as acusações e disse que nem foi encontrado pelo oficial de Justiça. Ele disse que ele teria ido à casa do irmão do parlamentar. “Ele tem uma pendência antiga comigo porque faz parte de um grupo político adversário na cidade”, disse.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana