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Economia

Petrobras avança no processo de venda de ações da BR Distribuidora

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Petrobras
Divulgação

Companhia já solicitou à Anbima a análise prévia da oferta pública de ações da subsidiária

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal ( STF ), que autorizou o governo a vender subsidiárias de estatais sem ter de ser aprovado pelo Legislativo, a Petrobras deu mais um passo para vender o controle da BR Distribuidora , sua subsidiária líder no mercado de distribuição de combustíveis.

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Nesta sexta-feira (7), a Petrobras informou que solicitou à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) a análise prévia da oferta pública de ações da BR Distribuidora.

No mês passado, o Conselho de Administração da petroleira aprovou a venda de ações da BR Distribuidora por meio de oferta pública secundária (folow-on). O objetivo é vender o controle da companhia, reduzindo a participação da estatal dos atuais 70% para cerca de 40%.

Em nota, a Petrobras explicou que o pedido de registro da oferta está em análise e, portanto, “a oferta somente terá início após a concessão dos devidos registros pela CVM .”

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De acordo com a Petrobras, “não será realizado nenhum registro da oferta ou das ações em qualquer agência ou órgão regulador do mercado de capitais de qualquer outro país, exceto no Brasil, junto à CVM”.

A Petrobras destacou ainda que vai manter o mercado e seus acionistas informados sobre quaisquer fatos e decisões relevantes relativas à oferta.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

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paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

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Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

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Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

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Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

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paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

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“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

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Fonte: IG Economia
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