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Economia

Petrobras avança no processo de venda de ações da BR Distribuidora

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Petrobras
Divulgação

Companhia já solicitou à Anbima a análise prévia da oferta pública de ações da subsidiária

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal ( STF ), que autorizou o governo a vender subsidiárias de estatais sem ter de ser aprovado pelo Legislativo, a Petrobras deu mais um passo para vender o controle da BR Distribuidora , sua subsidiária líder no mercado de distribuição de combustíveis.

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Nesta sexta-feira (7), a Petrobras informou que solicitou à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) a análise prévia da oferta pública de ações da BR Distribuidora.

No mês passado, o Conselho de Administração da petroleira aprovou a venda de ações da BR Distribuidora por meio de oferta pública secundária (folow-on). O objetivo é vender o controle da companhia, reduzindo a participação da estatal dos atuais 70% para cerca de 40%.

Em nota, a Petrobras explicou que o pedido de registro da oferta está em análise e, portanto, “a oferta somente terá início após a concessão dos devidos registros pela CVM .”

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De acordo com a Petrobras, “não será realizado nenhum registro da oferta ou das ações em qualquer agência ou órgão regulador do mercado de capitais de qualquer outro país, exceto no Brasil, junto à CVM”.

A Petrobras destacou ainda que vai manter o mercado e seus acionistas informados sobre quaisquer fatos e decisões relevantes relativas à oferta.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero, anuncia ministro

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Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura
Agência Brasil/Wilson Dias

Tarcísio de Freitas, ministro da Infraestrutura, afirmou que governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que pretende privatizar os aeroportos de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e Congonhas, em São Paulo, até 2022. Hoje, esses dois aeroportos são administrados pela Infraero. Segundo ele, a ideia é “passar tudo para a iniciativa privada”. A declaração de Freitas foi feita nesta segunda-feira (24), em café da manhã organizado pelo Conselho Empresarial do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), no Rio de Janeiro.

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“Já fizemos 12 leilões de aeroportos . Houve interesse da iniciativa privada. Em outubro, vamos fazer um leilão de 22 aeroportos. E depois mais um leilão de outros 22 aeroportos, incluindo Santos Dumont e Congonhas. Será até o fim de 2021, ou no mais tardar no início de 2022. Vamos transferir todos os aeroportos da Infraero para a iniciativa privada. A ideia é passar tudo para a iniciativa privada até 2021″, anunciou o ministro.

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Freitas destacou o caso do Aeroporto de Macaé, no Norte do Estado do Rio, cuja administração vai ser transferida para a iniciativa privada (a Zurich) no segundo semestre deste ano. Ele citou a possibilidade de as empresas estrangeiras poderem operar no Brasil, sem limitação de capital nacional (a política de Céus Abertos). Para ele, há entre três e quatro empresas estrangeiras interessadas em iniciar as operações no Brasil.

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“Tivemos uma vitória que vai impulsionar o mercado de aviação que é o capital estrangeiro. Depois da Air Europa , tem mais três ou quatro empresas estrangeiras interessadas em vir para o Brasil. O fato de estarmos disponibilizando uma nova infraestrutura ajuda a atrair essas empresas. No Nordeste, há diversos grupos operando os aeroportos, o que ajuda a criar concorrência. Vamos mudar a vocação da Infraero que vai olhar para a aviação regional”, afirmou o ministro.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mercado reduz expectativa de crescimento da economia pela 17ª semana seguida

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Paulo Guedes, Mourão e Bolsonaro
Alan Santos/PR

Mercado reduziu expectativa de drescimento da economia pela 17ª semana seguida

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia segue em queda, de acordo com o  Boletim Focus , pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) com participação de instituições financeiras e divulgada nesta segunda-feira (24).

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A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto ( PIB ), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 0,93% para 0,87%. Essa foi a 17ª redução consecutiva. Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a estimativa despencou de 2,53% para, por enquanto, 0,87%, e a tendência segue sendo de queda.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação e taxa Selic

A estimativa de inflação em 2019, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela quarta vez seguida, passando de 3,84% para 3,82%. A meta inflacionária deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Se a projeção for atingida, portanto, a meta será batida.

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A projeção para 2020 caiu de 4% para 3,95%. A meta para o próximo ano é de 4%, com o mesmo intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com a mesma tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que  foi mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,75% ao ano, a mesma perspectiva da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica volte para 6,5% ao ano, e, no fim de 2021, chegue a 7,5% ao ano.

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Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando a taxa aumenta, por outro lado, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Fonte: IG Economia
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