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Mato Grosso

Papelarias são fiscalizadas pelo Procon-MT no recesso escolar

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Seguindo a alta já esperada de clientes em busca de material escolar, a Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor realiza durante o mês de julho fiscalizações em papelarias. A ação é complementar às fiscalizações preventivas realizadas no início do ano, sendo assim, pode gerar autuação em caso de irregularidades. 

Segundo Jéssica Amorim, coordenadora de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado do Procon estadual, as fiscalizações ocorrem em aproximadamente 20 papelarias de Cuiabá e Várzea Grande. As irregularidades mais comuns envolvem problemas com rótulos, identificação de preços e de formas de pagamento.

“As papelarias têm dificuldade em definir uma maneira de precificação eficiente devido a grande quantidade de itens, mas o acesso à essa informação de maneira rápida e clara é um direito básico do consumidor. Problemas em informar as formas de pagamento, bem como suas condições, também são comuns”, observa a coordenadora.

Ações como esta, que focam em áreas específicas, seguem um checklist que guia o agente fiscalizador nos pontos a serem observados. Por se tratar de uma fiscalização de retorno de preventiva, os estabelecimentos comerciais podem ser autuados caso seja identificada qualquer irregularidade. “Durante as ações preventivas, a equipe de fiscalização orienta os comerciantes, apontando os ajustes que devem ser feitos. Já no retorno, observamos se o comércio se adequou, autuando aqueles que não seguiram as recomendações”. 

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Listas

Os pais que voltam às compras no meio do ano devem estar atentos aos pedidos das escolas e reclamar ao Procon frente a qualquer irregularidade identificada. Nas “listas de material”, elaboradas pelas escolas, não podem constar materiais de uso coletivo, como papel higiênico ou canetas para quadro branco, conforme expresso na Lei 9870/99. As escolas também não podem exigir marca ou local de compra. 

Selo do Inmetro

Ao comprar artigos escolares também é preciso estar atento ao selo do Inmetro, que deve estar afixado na embalagem ou diretamente no produto. Os itens que contém o selo de identificação de conformidade do instituto garantem mais segurança ao consumidor. A presença de substâncias tóxicas, bordas cortantes e pontas perigosas são analisadas entre os 25 itens que compõem o regulamento para materiais escolares do Inmetro.

Para economizar 

A pesquisa de preços não deve ser deixada de lado. Bazares de livros usados podem levar a uma economia significativa na hora da compra. Dividir a lista de materiais para comprar em lojas especializadas também é uma saída aos que desejam economizar. 

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Fonte: GOV MT
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Nove foragidos da Justiça são capturados pela Polícia Militar nesta quarta-feira

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Nove pessoas com mandado de prisão em aberto foram capturadas por policiais militares de Cuiabá, Várzea Grande, Querência, Pontes e Lacerda e Barra do Garças, nesta quarta–feira (17.07). Todos foram encaminhados às respectivas delegacias para providências e cumprimento das penas.

O primeiro foragido foi capturado durante revista em um ônibus, em Várzea Grande. Identificado pelas iniciais J.O.S., 27 anos, carregava uma porção de maconha no bolso e ao ter a ficha policial consultada, constatou-se que existia um mandado de prisão em aberto contra ela, expedido pela 1ª Vara Criminal da cidade.

Ainda em Várzea Grande, os policiais militares checavam denúncia de tráfico de drogas no bairro Portal do Amazônia. A.B.M., 36, foi preso em casa após constatação de mandado de prisão em aberto. Já na comunidade de Capão Grande, os policiais faziam rondas e abordaram J.J.S., 55, que estava foragido desde 2014 por tráfico de drogas.

Em Cuiabá, a Polícia Militar prendeu N.C.A.R., 42, no Centro Político Administrativo, V.C.A., 19, no Residencial Paiaguás, e E.M.L., 26, no Tijucal. Todos estavam com mandados de prisão em aberto, sendo o último por roubo, expedido pela 3ª Vara Criminal da Capital.

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No município de Querência, os policiais realizavam abordagens, quando ao checarem a ficha criminal de P.M.S., 37, constataram que estava foragido da Justiça. O mesmo ocorreu em Pontes e Lacerda, onde os policiais capturaram E.F.R., 23, que tinha prisão determinada pela Comarca de Comodoro, desde 2018.

Em Barra do Garças, em uma operação integrada entre policiais militares e civis, foi preso M.L.A.P., 29, com mandado de prisão em aberto por roubo. O suspeito foi localizado escondido em uma residência, no bairro Santo Antônio.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

Fonte: GOV MT
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MTI discute sobre gestão de projetos e inteligência artificial

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Os analistas da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) participaram nesta quarta-feira (17.07) de mais uma edição do Café Tech, onde puderam discutir sobre gestão de projetos e sua implantação nas empresas, bem como sobre inteligência artificial.

O Café Tech foi criado como parte da iniciativa de disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da MTI. Ao longo das edições anteriores, já foram discutidos sobre ferramentas e aplicativos que podem aprimorar os trabalhos na área de tecnologia e contribuir para a criação de novas oportunidades de negócio.

Nesta quarta edição, o analista da Cromus Consultoria, Clebiano Nogueira, palestrou sobre os “Mitos e as verdades na implantação da gestão de projetos”. Segundo ele, há sete “mitos” que todos dizem e que impedem o gerenciamento dos projetos para se conseguir atingir o resultado esperado, seja em produtos ou serviços.

Os mitos envolvem a metodologia, apoio executivo, comunicação, controle de mudanças, métricas, lições aprendidas e melhoria contínua. O primeiro mito, segundo Clebiano, é referente à afirmativa referente Project Management Institute (PMI) para gerenciamento de projeto. Isto porque o PMI não trabalha com metodologia, mas boas práticas de gestão. 

O segundo mito trata-se da afirmativa de que gerentes de projetos têm autonomia para selecionar ou gerenciar projetos. Contudo, esse mito cai por terra, uma vez que é necessário o apoio do patrocinador para o bom desenvolvimento do projeto.

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Já o terceiro mito diz respeito ao entendimento de que a execução das atividades está garantida a partir do alinhamento das responsabilidades. “O pior da comunicação é a ilusão de que ela ocorreu. É preciso certificar de que o detalhamento do projeto, de entregas e resultados esperados esteja claro para cada um dos membros”, disse.

Outro mito é se considerar o projeto 100% entregue de acordo com o planejado, bem como considerar as métricas baseadas em percentual concluído das atividades. “É preciso ter outras maneiras de gerenciar. Hoje temos indicadores de performance, de análise de valor agregado e indicadores de resultados”, afirmou Clebiano.

Além disso, outro mito que prejudica o andamento do projeto é reunir os integrantes no final, para compilar as lições aprendidas. “Se a lição é só no final, você já não se lembra do começo. As lições têm que ser organizadas desde o início. Pode-se ir anotando os históricos dos pontos relevantes, importantes e fortes vividos durante o andamento do projeto”, explicou.

O analista de TI da MTI que atua na Sefaz, Guilherme Campos, explica sobre machine learning

Também é considerado mito relevante a crença de que a experiência e a ferramentas são suficientes para enfrentar os desafios da disrupção digital.  “Não basta apenas conhecimento. É preciso melhorar e revisar a metodologia para garantir projetos bem feitos”, encerrou.

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Machine Learning 

Além da gestão de projetos, foi discutido ainda sobre inteligência artificial na palestra “Introdução à Machine Learning e Deep Learning”, realizada pelo analista Guilherme Campos, servidor da MTI cedido à Secretaria de Fazenda (Sefaz).
A Machine Learning é considerada uma aprendizagem de máquina, que é a capacidade de um computador de aprender e evoluir à medida que é exposto a novos dados e em constante mudança, de modo que possam fazer tarefas que seriam executadas por pessoas.

Já a Deep Learning é uma aprendizagem profunda, cuja tecnologia tornou-se muito comum atualmente. “A Deep Learning é uma das sub-áreas do Machine Learning e que está muito em alta e na moda e tem resultados impressionantes”, disse Guilherme.

Segundo Guilherme, a Deep Learning é utilizada em aplicações como visão computacional, reconhecimento de fala e compreensão de linguagem natural. “Você consegue trabalhar em outras áreas, como voz, texto e processamento de linguagem natural. E isso é mais uma ferramenta que se tem para trabalhar. Por isso é interessante conhecer as novas técnicas, mesmo que não seja profundo conhecedor, para que possamos propor soluções para problemas futuros”.

Fonte: GOV MT
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