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Economia

Padre Fabio de Melo reclama do Bradesco; Itaú, Nubank e outros bancos respondem

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Padre Fabio de Melo
Reprodução/Instagram

Padre Fabio de Melo criticou serviços do Bradesco no Twitter


Uma reclamação do padre Fabio de Melo em sua conta pessoal no Twitter fez com que diversas instituições financeiras fizessem propaganda de seus serviços para ele. Na tarde desta quarta-feira (23), o padre fez críticas ao Bradesco, o que fez com que outros bancos aproveitassem a deixa para se promoverem no perfil do padre, que conta com  6,5 milhões de seguidores. 

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“Estou há um mês com um cartão de crédito do @Bradesco bloqueado. Julgaram suspeito o estabelecimento da compra, uma loja de um shopping. Acabo de ser recomendado pela gerente a ter paciência.”, escreveu o padre Fabio de Melo

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Apesar da resposta rápida do Bradesco na rede social, que ofereceu ajuda para resolver o problema, bancos como Itaú, Nubank, Santander , Banco do Brasil (BB) e Inter não perderam tempo para oferecer seus serviços ao padre.

“Temos interesse”, respondeu o Itaú , ressaltando alguns de seus serviços. O Nubank , por sua vez, brincou com a situação, fazendo uma espécie de oração: “Padre Fabio cheio de graça, venha conosco, bendita a hora que o antagonista te pediu paciência, e os clientes a nosso favor te orientaram.”

O Banco Inter também brincou com a profissão de Fabio de Melo: “Padre, você já conhece a palavra do Banco Inter ? Aquele que está sentado à direita do Banco Central, de onde há de acabar com as tarifas e anuidade!”, escreveu. “Dê-me a sua graça, padre”, pediu o BB.

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Confira a repercussão:

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Fonte: IG Economia
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Economia

Mercado reduz expectativa de crescimento da economia pela 17ª semana seguida

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Paulo Guedes, Mourão e Bolsonaro
Alan Santos/PR

Mercado reduziu expectativa de drescimento da economia pela 17ª semana seguida

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia segue em queda, de acordo com o  Boletim Focus , pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) com participação de instituições financeiras e divulgada nesta segunda-feira (24).

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A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto ( PIB ), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 0,93% para 0,87%. Essa foi a 17ª redução consecutiva. Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a estimativa despencou de 2,53% para, por enquanto, 0,87%, e a tendência segue sendo de queda.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação e taxa Selic

A estimativa de inflação em 2019, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela quarta vez seguida, passando de 3,84% para 3,82%. A meta inflacionária deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Se a projeção for atingida, portanto, a meta será batida.

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A projeção para 2020 caiu de 4% para 3,95%. A meta para o próximo ano é de 4%, com o mesmo intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com a mesma tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que  foi mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,75% ao ano, a mesma perspectiva da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica volte para 6,5% ao ano, e, no fim de 2021, chegue a 7,5% ao ano.

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Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando a taxa aumenta, por outro lado, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero, anuncia ministro

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Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura
Agência Brasil/Wilson Dias

Tarcísio de Freitas, ministro da Infraestrutura, afirmou que governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que pretende privatizar os aeroportos de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e Congonhas, em São Paulo, até 2022. Hoje, esses dois aeroportos são administrados pela Infraero. Segundo ele, a ideia é “passar tudo para a iniciativa privada”. A declaração de Freitas foi feita nesta segunda-feira (24), em café da manhã organizado pelo Conselho Empresarial do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), no Rio de Janeiro.

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“Já fizemos 12 leilões de aeroportos . Houve interesse da iniciativa privada. Em outubro, vamos fazer um leilão de 22 aeroportos. E depois mais um leilão de outros 22 aeroportos, incluindo Santos Dumont e Congonhas. Será até o fim de 2021, ou no mais tardar no início de 2022. Vamos transferir todos os aeroportos da Infraero para a iniciativa privada. A ideia é passar tudo para a iniciativa privada até 2021″, anunciou o ministro.

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Freitas destacou o caso do Aeroporto de Macaé, no Norte do Estado do Rio, cuja administração vai ser transferida para a iniciativa privada (a Zurich) no segundo semestre deste ano. Ele citou a possibilidade de as empresas estrangeiras poderem operar no Brasil, sem limitação de capital nacional (a política de Céus Abertos). Para ele, há entre três e quatro empresas estrangeiras interessadas em iniciar as operações no Brasil.

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“Tivemos uma vitória que vai impulsionar o mercado de aviação que é o capital estrangeiro. Depois da Air Europa , tem mais três ou quatro empresas estrangeiras interessadas em vir para o Brasil. O fato de estarmos disponibilizando uma nova infraestrutura ajuda a atrair essas empresas. No Nordeste, há diversos grupos operando os aeroportos, o que ajuda a criar concorrência. Vamos mudar a vocação da Infraero que vai olhar para a aviação regional”, afirmou o ministro.

Fonte: IG Economia
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