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Os cinco papeis mais marcantes de Marcos Palmeira na televisão

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No ar em “A Dona do Pedaço”, Marcos Palmeira voltou às telinhas da Globo após dois anos. Seu último trabalho na emissora havia sido em “Os Dias Eram Assim”, novela exibida na faixa das 23h e protagonizada por Sophie Charlotte e Renato Góes.

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Marcos Palmeira
Reprodução/TV Globo

Marcos Palmeira


Além de seus papeis na TV, Marcos Palmeira também se dedica aos cuidados de uma fazenda de produção de alimentos orgânicos, na região serrana do Rio de Janeiro. Ainda que essa seja uma parte importante de sua vida, é a carreira artística que se destaca.

E, pensando nisso, selecionamos cinco dos inúmeros papeis marcantes da carreira do ator. Dá uma olhada.

  • Dr. Paulo Mendes – “Mandrake”

Mandrake
Divulgação/HBO

Marcos Palmeira em “Mandrake”



Na série produzida pela HBO e exibida entre 2005 e 2007, o ator interpretou Mandrake, um advogado criminalista especializado em casos que envolvem extorsão e chantagem. Seu trabalho em “Mandrake” consiste em lidar com pessoas de diversas classes sociais, da mais alta até a mais baixa, colhendo elementos que possam ajudar seus clientes.

  • Aderbal Pimenta – “Babilônia”
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Marcos Palmeira
TV Globo/Raphael Dias

Marcos Palmeira em “Babilônia”



Em 2015, o artista interpretou o prefeito recém-eleito da cidade fictícia de Jatobá, Aderbal Pimenta. Na novela de Gilberto Braga, o parlamentar escolheu entrar para a vida política com o intuito de ganhar dinheiro. Corrupto, ele apela para o eleitorado conservador e moralista. Casado, Aderbal traía a esposa, além de não aceitar o namoro da filha por conta de seu genro ter sido criado por um casal homossexual.

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  • Guma – “Porto dos Milagres”

Marcos Palmeira
Reprodução/TV Globo

Marcos Palmeira em “Porto dos Milagres”



Já em 2001, o ator deu vida ao protagonista Gumercindo, o Guma, de “Porto dos Milagres”, escrita por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares. Na trama, Palmeira interpretou um pescador da cidade fictícia que dá nome à novela, que depois de passar por muitos momentos difíceis se torna o prefeito da cidade.

  • Sandro Barbosa – “Cheias de Charme”
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Marcos Palmeira
Reprodução/TV Globo

Marcos Palmeira em “Cheias de Charme”



No sucesso da faixa das 19h de 2012, Marcos viveu o malandro Sandro Barbosa, ex-marido de Penha (Taís Araújo) e que fazia de tudo para reconquistar a empreguete. Inclusive se meter nas mais engraçadas situações. No fundo, o pedreiro era uma boa pessoa e só queria o bem da morena.

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  • Anderson – “As Brasileiras”

Marcos Palmeira
TV Globo/Ique Esteves

Marcos Palmeira em “As Brasileiras”



No começo de 2012, Marcos Palmeira participou do primeiro episódio da série “As Brasileiras”, intitulado “A Justiceira de Olinda”. Na atração, o ator interpretou o marido da ciumenta Janaína (Juliana Paes) que, ao traí-la, acaba sofrendo gravíssimas consequências de seus atos.

Fonte: IG Gente
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Organizadores de mostra veem censura em exclusão de filmes anti-Bolsonaro

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Após serem comunicados de que três filmes da Mostra do Filme Marginal seriam retirados da programação no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro, os organizadores do evento resolveram cancelar o evento na instituição. Ele será mantido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

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Cena do curta-metragem arrow-options
Reprodução/FestTaguá

Cena do curta-metragem “Mente Aberta”

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Conforme antecipado pela coluna de Ancelmo Gois, os três filmes censurados são “Mente aberta”, “Rebento” e “Nosso sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro.

“Mente aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”.

Nele, Getúlio usa três declarações do Jair Bolsonaro  , não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”.

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O filme foi aprovado na mostra, mas na terça-feira (20) o diretor foi convocado para uma reunião no CCJF, em que a exclusão foi comunicada.

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“Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, explicaram os organizadores da mostra em comunicado, acrescentando que viram a decisão como censura.

“O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar.

Procurado, o Centro Cultural da Justiça Federal respondeu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”.

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O comunicado diz ainda: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado.”

Fonte: IG Gente
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Mentor da Vaza Jato, Glenn Greenwald recebe prêmio de jornalismo no Brasil

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Foi anunciada na última quarta-feira (21) que Glenn Greenwald, jornalista do The Intercept Brasil , reberá o Prêmio Especial Vladimir Herzog neste ano. A honraria chega após o jornalista divulgar diálogos entre os procuradores da Lava Jato com Sergio Moro, atual ministro da Justiça que à época era o Juiz responsável pela maior investigação contra corrupção do País.

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Glenn Greenwald arrow-options
Divulgação

Glenn Greenwald


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Apelidada de Vaza Jato por internautas, os diálogos de Glenn Greenwald resultaram em uma alta repercussão na imprensa e na abertura de um inquérito para contestar a veracidade das mensagens de Sergio Moro que, se dadas como verdadeiras, mostrariam que o Juiz responsável pela Lava Jato estava agindo de maneira irregular. Conduta essa antiética.

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Além de Glenn Grennwald também será homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo, que acontece no dia 24 de outubro, Patrícia Campos Mello, da Folha .

Fonte: IG Gente
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