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Política Nacional

Operação contra fraudes no ABC Paulista apreende R$ 135 mil em residência

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São Bernardo
Reprodução/Agência O Globo

Prefeitura de São Bernardo do Campo

A Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, foi alvo de uma operação realizada na manhã desta quinta-feira (25) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão — cinco em São Bernardo  e um na capital paulista. Na casa de um agente público foram apreendidos R$ 135 mil em dinheiro. Numa segunda residência, a quantia de R$ 8.500. Foram apreendidos ainda oito computadores, cinco celulares, cinco HDs, pendrives e documentos diversos.

Batizada de Lix, a operação foi realizada na sede da Secretaria de Serviços Urbanos do município e na residência de dois agentes públicos. O objetivo é investigar irregularidades em dispensa de licitações, ou seja, quando serviços são contratados sem que sejam licitados pelo poder público. 

A operação é um desdobramento da “Operação Barbatanas”, que investigou ilícitos no município. O Ministério Público de São Paulo e a 12ª Promotoria de Justiça de São Bernardo denunciaram o ex-secretário de Gestão Ambiental Mario Henrique de Abreu; o ex-diretor de Licenciamento Ambiental Sergio de Sousa Lima, o ex-chefe de Seção Tiago Alves Martinez, além de outras quatro pessoas por organização criminosa, corrupção passiva e concussão.

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Os promotores concluíram que os envolvidos agiam como organização criminosa, impondo multas ambientais ilegais. Empresários eram procurados por uma pessoa que se apresentava como assessor do então secretário e exigia propina para desembargar obras.

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Em alguns casos, empresários que tentavam regularizar a situação eram orientados a procurar a empresa Dan Arquitetura, que pertencia ao ex-diretor de Licenciamento Ambiental, que prestava serviço como forma de dissimular pagamentos de vantagens. O MP afirma que ainda investiga atos de lavagem de dinheiro por meio de empresas de transporte em São Bernardo .

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Advogada dos filhos de Flordelis deixa o caso após confissão

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Flordelis
Reprodução/Cléber Mendes/Agência O Dia

Velório do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal e cantora gospel Flordelis (PSD-RJ)

A advogada Luciene Diniz Suzuki, que defendia Flávio e Lucas dos Santos, principais suspeitos da morte do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada Flordelis, deixou o caso. Segundo ela, após a confissão de Flávio, que falou ter dado seis tiros no pai adotivo, não havia mais motivo de ficar na defesa. Dois filhos do casal chegaram por volta das 8h na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).

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Entretanto, Suzuki segue acompanhando os depoimentos de membros da família investigados, a pedido deles, já que ela acompanha juridicamente Flordelis há mais de 10 anos. As 8h10 a delegada Bárbara Lomba, titular da DHNSGI, chegou à sede da especializada, mas não quis falar com os jornalistas.

O promotor Sérgio Lopes Pereira, do Ministério Público do Rio (MPRJ), disse que Flordelis e sua família não estão colaborando com as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo . A deputada federal é esperada na manhã desta segunda-feira para prestar depoimento sobre o caso.

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“Se mata um ente querido, você quer saber quem matou esse ente e a forma de saber é colaborando com as investigações. Nós não estamos vendo isso por parte da família, infelizmente”, disse o promotor, em entrevista ao Fantástico . Ele também reforçou, conforme já dito pela delegada Bárbara Lomba, que todos que estavam na casa são suspeitos.

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Na reportagem, o advogado Fabiano Leitão Migueis, que representa Flordelis , rebateu a afirmação do promotor. “Ela quer colaborar. Ela está ansiosa que esse resultado venha logo, que isso seja esclarecido. E ela foi clara para mim: doa a quem doer, mesmo que o responsável ou os responsáveis seja um ente querido dela”, falou.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

STF adia julgamento de suspeição de Moro no caso Lula para semestre que vem

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Lula
Foto: Miguel Schincariol/Agência O Globo

Parcialidade de Moro no caso Lula ficará para ser analisada pelo STF apenas no semestre que vem

Previsto para a próxima terça-feira (25), o julgamento da suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, no caso do tríplex do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será adiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a coluna da Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo , o adiamento se dá a pedido do ministro Gilmar Mendes. 

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Neste pedido de habeas corpus, a defesa de Lula alega que Moro foi parcial no julgamento do ex-presidente e, por isso, pede a anulação da setença proferida pelo então juiz ao petista. Porém, a presidente da Segunda Turma do STF, Cármen Lúcia, colocou o caso no último lugar da fila, o que poderia resultar em seu adiamento.

Segundo a coluna, o ministro Gilmar Mendes concluiu que não haveria tempo hábil para debater o caso de Moro , pois apenas o voto dele já tem mais de 40 páginas. Portanto, o ministro decidiu pelo adiamento da discussão, que ficará apenas para o semestre que vem, dado que o judiciário entrará em recesso durante o mês de julho.

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Apesar disso, o Supremo ainda terá uma semana decisiva pela frente . Afinal, a corte vai encarar outra decisão importante: o julgamento das ações que questionam os decretos do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizaram o porte e a posse de armas. 

No caso do decreto das armas, a situação é semelhante: é pouco provável que a votação seja concluída ainda neste semestre. Será a penúltima sessão da Corte antes do recesso de julho. Como já há outros processos pautados para as duas sessões seguintes, a tendência é que não haja tempo suficiente para os onze ministros votarem o tema, que deve voltar a ser analisado depois do recesso.

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Os ministros estão divididos sobre o assunto. Alguns deles consideram prudente que a decisão sobre o assunto seja tomada primeiro pelo Congresso — ainda mais depois que o Senado derrubou o decreto e agora a Câmara fará sua análise. Outros entendem que o  STF  não deve abrir mão de seu papel de declarar a medida inconstitucional, se assim a compreender.

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Fonte: IG Política
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