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Política Nacional

Olavo faz trocadilho com nome de Kim, que rebate: “precisa trocar as fraldas”

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Olavo de Carvalho
Reprodução/Twitter

Em sua publicação sobre Kim Kataguiri, Olavo de Carvalho atingiu também a deputada estadual Janaina Paschoal

Apesar de ter prometido, há apenas uma semana, que ficaria calado e não daria mais palpites sobre a política brasileira, o chamado guru intelectual do presidente Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho, voltou a disparar publicações contra críticos do governo no Twitter. Dessa vez, Olavo criticou o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) e deputado federal eleito pelo DEM em São Paulo, Kim Kataguiri.

Em sua publicação, Olavo de Carvalho atingiu também a deputada estadual paulista Janaina Paschoal (PSL). O filósofo compartilhou alguns vídeos contra Kim e Janaina, insinuando que ambos são traidores do governo Bolsonaro.

“Ambos estão unidos no erro, mas não posso nivelar a Janaína com o Kim Katapiroka “, afirmou Olavo, fazendo mais uma dos seus já frequentes trocadilhos com sobrenomes.

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A declaração, no entanto, já foi respondida pelo deputado federal do DEM. “Não pode mesmo. Não tem estatura moral para isso. Um senhor dessa idade que tem de recorrer a trocadilhos toscos para transmitir a própria mediocridade de espírito precisa sair do Twitter e trocar as fraldas mentais”, escreveu o deputado.

Críticas do filho do presidente

Ontem, Jair Renan Bolsonaro, o quarto filho do presidente, conhecido como ‘Bolsokid’, republicou uma mensagem em suas redes sociais com outras críticas a Janaina e a Kim. Aliados do governo, os dois parlamentares se opuseram às manifestações a favor de Bolsonaro no próximo domingo (26). 

Em seu ‘stories’ do Instagram, Renan Bolsonaro publicou uma foto da camiseta usada por eleitores do presidente com a frase “meu partido é o Brasil”, fazendo referência à data do protesto. Pouco depois, em outra imagem, republicou uma mensagem de um usuário do Twitter com críticas aos dois deputados. 

“Que o acontecido com Jair Bolsonaro sirva de lição pra você na sua casa que acha que tem amigos só porque um monte de gente te chama pra sair sábado… Será que você poderá contar com eles quando não tiver condições de pagar a conta? Abra os olhos, o mundo é cheio de Kims e Janainas”, diz a publicação. 

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Advogada dos filhos de Flordelis deixa o caso após confissão

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Flordelis
Reprodução/Cléber Mendes/Agência O Dia

Velório do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal e cantora gospel Flordelis (PSD-RJ)

A advogada Luciene Diniz Suzuki, que defendia Flávio e Lucas dos Santos, principais suspeitos da morte do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada Flordelis, deixou o caso. Segundo ela, após a confissão de Flávio, que falou ter dado seis tiros no pai adotivo, não havia mais motivo de ficar na defesa. Dois filhos do casal chegaram por volta das 8h na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).

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Entretanto, Suzuki segue acompanhando os depoimentos de membros da família investigados, a pedido deles, já que ela acompanha juridicamente Flordelis há mais de 10 anos. As 8h10 a delegada Bárbara Lomba, titular da DHNSGI, chegou à sede da especializada, mas não quis falar com os jornalistas.

O promotor Sérgio Lopes Pereira, do Ministério Público do Rio (MPRJ), disse que Flordelis e sua família não estão colaborando com as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo . A deputada federal é esperada na manhã desta segunda-feira para prestar depoimento sobre o caso.

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“Se mata um ente querido, você quer saber quem matou esse ente e a forma de saber é colaborando com as investigações. Nós não estamos vendo isso por parte da família, infelizmente”, disse o promotor, em entrevista ao Fantástico . Ele também reforçou, conforme já dito pela delegada Bárbara Lomba, que todos que estavam na casa são suspeitos.

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Na reportagem, o advogado Fabiano Leitão Migueis, que representa Flordelis , rebateu a afirmação do promotor. “Ela quer colaborar. Ela está ansiosa que esse resultado venha logo, que isso seja esclarecido. E ela foi clara para mim: doa a quem doer, mesmo que o responsável ou os responsáveis seja um ente querido dela”, falou.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

STF adia julgamento de suspeição de Moro no caso Lula para semestre que vem

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Lula
Foto: Miguel Schincariol/Agência O Globo

Parcialidade de Moro no caso Lula ficará para ser analisada pelo STF apenas no semestre que vem

Previsto para a próxima terça-feira (25), o julgamento da suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, no caso do tríplex do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será adiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a coluna da Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo , o adiamento se dá a pedido do ministro Gilmar Mendes. 

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Neste pedido de habeas corpus, a defesa de Lula alega que Moro foi parcial no julgamento do ex-presidente e, por isso, pede a anulação da setença proferida pelo então juiz ao petista. Porém, a presidente da Segunda Turma do STF, Cármen Lúcia, colocou o caso no último lugar da fila, o que poderia resultar em seu adiamento.

Segundo a coluna, o ministro Gilmar Mendes concluiu que não haveria tempo hábil para debater o caso de Moro , pois apenas o voto dele já tem mais de 40 páginas. Portanto, o ministro decidiu pelo adiamento da discussão, que ficará apenas para o semestre que vem, dado que o judiciário entrará em recesso durante o mês de julho.

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Apesar disso, o Supremo ainda terá uma semana decisiva pela frente . Afinal, a corte vai encarar outra decisão importante: o julgamento das ações que questionam os decretos do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizaram o porte e a posse de armas. 

No caso do decreto das armas, a situação é semelhante: é pouco provável que a votação seja concluída ainda neste semestre. Será a penúltima sessão da Corte antes do recesso de julho. Como já há outros processos pautados para as duas sessões seguintes, a tendência é que não haja tempo suficiente para os onze ministros votarem o tema, que deve voltar a ser analisado depois do recesso.

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Os ministros estão divididos sobre o assunto. Alguns deles consideram prudente que a decisão sobre o assunto seja tomada primeiro pelo Congresso — ainda mais depois que o Senado derrubou o decreto e agora a Câmara fará sua análise. Outros entendem que o  STF  não deve abrir mão de seu papel de declarar a medida inconstitucional, se assim a compreender.

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Fonte: IG Política
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