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Novo Audi A3 Sedan é revelado com visual agressivo e tecnologias inéditas

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Audi A3
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Novo Audi A3 Sedan: Novidade deve chegar ainda este ano para concorrer no segmento premium

O Audi A3 Sedan da segunda geração foi revelado. A novidade mantém a plataforma MQB usada pelo modelo antigo, incluindo os mesmos 2,64 metros de entre-eixos, mas recebeu diversas atualizações. Por fora, as principais mudanças estão na dianteira, com grade alargada e faróis que lembram os do novo Q3 e trazem.

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Na versão de topo, vem com LEDs com 15 tipos de atuação para otimizar a iluminação. O para-choque também é inédito. Está confirmado para o Brasil, só não há uma definição de quando será o lançamento, que viria para entrar no lugar do A3 Sedan nacional, que deixará de ser fabricado em 2021 . Na Europa, as vendas começam no meio do ano. 

O novo A3 Sedan ficou levemente maior, mas só por fora. O comprimento cresceu 4 cm, alcançando 4,50 m. Enquanto isso, largura e altura ficaram 2 cm e 1 cm maiores, respectivamente, chegando a 1,82 m de largura e 1,43 m de altura. As demais medidas não sofreram alterações. É o caso da distância entre-eixos (2,64 m) e do porta-malas (425 litros).

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As linhas do Audi A3 ganharam personalidade, e agora se aproximam de modelos maiores, como o A7. Enquanto a grade frontal está maior, o perfil se manteve bem demarcado, enquanto as lanternas traseiras agora são menos quadradas.

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Audi
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A traseira fica mais moderna, tal como os novos conjuntos mecânicos

O interior do novo Audi A3 , por sua vez, chega completamente renovado, com duas saídas de ar-condicionado posicionadas mais acima, quase juntas do volante. O console central traz tomada de 12 volts e freio de estacionamento com acionamento elétrico, cujo botão fica bem próximo à manopla de câmbio. Ele também pode vir com painel digital e head-up display. A central multimídia, de 10,1 polegadas, também é maior que a antecessora.

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Futuramente, o Audi A3  (hatch e sedã) ganhará novas motorizações, além de tração nas quatro rodas. No mercado europeu, a novidade será vendida com três opções de motorização: 1.5 TFSI a gasolina (150 cv) e duas variações do 2.0 TDI, que entregam 116 cv e 150 cv.

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Há dois tipos de transmissão: manual de cinco marchas e automático de sete velocidades. O modelo vem com suspensão traseira multilink apenas nas versões com 150 cv e pode ser encomendado com o sistema de amortecedores adaptativos.

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Por causa da pandemia, FCA adia chegada de elétricos e híbridos ao Brasil

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Jeep Renegade
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Renegade e Compass 4xe ficaram para 2021 no Brasil, onde serão vendidos como importados da Itália

O mundo nunca será o mesmo depois da pandemia do novo coronavírus e isso inclui o setor automotivo. Entre o que já está se sabe que está mudando estão alguns lançamentos, como os que a FCA previa para o Brasil neste ano. Além da nova geração da picape Fiat Strada, que ficou para julho, a fabricante terá de deixar apenas para 2021 a chegada do 500 elétrico e das versões híbridas da dupla Renegade e Compass.

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No início de fevereiro, a reportagem de iG Carros esteve na coletiva de imprensa com o presidente da FCA na América Latina, Antônio Filosa, que havia confirmado que tanto o 500 elétrico quanto os dois híbridos da Jeep chegariam ao país ainda em 2020. Mas, agora os planos iniciais foram por água abaixo.

Os SUVs Renegade e Compass híbridos foram apresentados em janeiro na CES 2020, em Las Vegas (EUA) e chegarão ao Brasil no ano que vem, importados de Melfi (Itália) a um preço sem previsão, entre outros motivos, por causa da alta volatilidade das cotações do dólar e do euro. No caso do Jeep Compass 4xe, o principal rivai será o Toyota RAV4 .

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Assim como o Compass híbrido, o Renegade 4Xe virá com o 1.3 turbo, de 180 cv e câmbio automático de seis marchas, que funciona em conjunto com motor elétrico, de 60 cv, somando uma potência combinada de 240 cv, o suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 7 segundos, conforme a FCA.

Novo elétrico FCA

E a nova geração do Fiat 500 ficou mais sofisticada e luxuosa, fruto de um investimento de US$ 700 mihões na fábrica em Mirafiori (Itália). Quando chegar ao Brasil, o subcompacto será vendido apenas com motor elétrico e passará a concorrer com modelos como Chevrolet Bolt e Renault Zoe, cuja nova geração também deverá desembarcar no País em 2021.

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O novo Fiat 500 é equipado com um motor elétrico de 87 kW (118 cv). A marca divulga aceleração de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos, e de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, tempo realmente surpreendente, quando lembramos que não é um carro esportivo. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 150 km/h, com 320 km de autonomia.

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As baterias de íon-lítio do Fiat 500 elétrico têm capacidade de 42 kWh e foram projetadas para a recarga rápida nos postos de energia. Ele é capaz de recuperar 80% de sua carga total em apenas 35 minutos, ou garantir 50 km de autonomia com apenas 5 minutos na tomada.

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É possível utilizar wallbox de 7,4 kW, com capacidade para completar a energia das baterias por completo em pouco mais de seis horas. Em uma tomada comum, o tempo necessário sobe para 14 horas, conforme a FCA .

Fonte: IG Carros
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Avaliação: Honda Fit EX é o senhor da razão

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Motor Show

Honda Fit
Roberto Assunção

Honda Fit Ex é o maior exemplo de compra racional para uso no dia-a-dia

O tempo é o senhor da razão. Ou seria o Honda Fit? Se um carro fosse projetado do zero pensando só em fatores racionais e nas necessidades do cliente, seriam quase todos iguais ao Fit. Ou parecidos. Eu não gosto de câmbio CVT, e a dinâmica desse Honda, embora correta, não me encanta. Então resistiria a ele. Mas tenho a Stella, de dois anos, e o Mathias, de sete. Rodo muito na cidade e carrego tralhas, então…

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Diversos carros têm nomes que nada significam. No Honda Fit – “caber”, em inglês –, ele não poderia ser mais adequado. Compacto, o hatch/monovolume cabe em qualquer vaga, e tudo cabe nele. Sempre conto da vez que fui aos EUA, me enchi de muambas e mal consegui acomodar tudo – e ainda minha esposa, o Mathias (ainda bebê) e eu – em um Jeep Cherokee, que é um SUV médio.

Honda Fit Ex
Roberto Assunção

Seu interior não é um exemplo de muita tecnologia embarcada. A proposta de simplicidade se estende até aqui

Chegando ao Brasil, coubemos todos e tudo em um Fit – e ainda a dona do carro, que foi nos buscar. Com folga. Como o tanque fica sob o banco dianteiro, o traseiro pode ser rebatido até o assoalho ou erguido. Mesmo no modo “normal”, o porta-malas é alto e quadrado: acomoda tudo.

A dirigibilidade do Fit é extremamente correta e, quanto ao desempenho, racionalmente não há porque andar rápido hoje em dia, arriscando sua segurança ou multas. Então o elástico motor 1.5 tem torque suficiente em baixas rotações para meu uso normal, 90% do tempo na cidade ou na estrada com a família.

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Raramente superando 2.500 rpm, gasta pouco: fiz 15,5 km/l de média na estrada e 11 km/l na cidade (gasolina). E, quando precisei ultrapassar, não decepcionou. Gritou, mas entregou. Esse drama pode ser evitado acionando o modo S e usando as aletas no volante: o Fit vira um carro manual sem embreagem – com tocada mais esportiva ou giros mais baixos, você decide.

Na cabine, a direção tem boa pegada, ótimo ajuste e precisão invejável. O ar-condicionado é automático digital e o conforto é incrementado pelas suspensões que filtram muito bem o solo. O que a razão não explica são o computador de bordo – com tela tosca e controlado por uma vareta – e a central multimídia ruim (e que travou muitas vezes). Também é difícil entender o acabamento de plástico duro e a falta, nessa versão Fit EX , de alguns itens.

Adicionando emoção à decisão, nessa faixa de quase R$ 80 mil o VW Polo 1.0 TSI , turbindado, é mais gostoso de guiar e o Toyota Yaris, também extremamente correto ao volante, é mais equipado – mas nenhum deles é versátil e espaçoso como o Fit. Então, como sou muito racional, talvez acabasse optando pelo Honda mesmo. Poucos precisam de mais do que oferece. Pensando racionalmente, claro.


Contraponto

Por Rafael Poci Déa

Desde sempre o Fit me chamou a atenção pela ótima versatilidade e pelo espaço interno invejável. Contudo, por enquanto eu não o compraria. O motivo? Diferentemente do Flávio, não sou casado tampouco tenho filhos – grande parte do tempo dirijo sozinho.

Portanto, não há razões para ter um carro desse segmento. Fui “proprietário” do Honda por três dias e, diferentemente do meu colega de trabalho, não gostei das suspensões – a traseira “bate seco” ao passar por buracos ou demais irregularidades do asfalto. E o isolamento acústico da cabine poderia ser melhor, principalmente nos dias chuvosos.

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Outra questão é a relação custo-benefício, pois para mim o Fit cobra caro pelo que oferece. Sou uma pessoa mais emocional que racional. Caso fosse trocar de carro ou já fosse pai de família, iria considerar o Volkswagen Polo com motor TSI. Ele tem visual mais jovial, propulsores turbinados são minha paixão desde os tempos de infância e, ainda, o Volkswagen entrega uma dirigibilidade muito mais empolgante a partir dos baixos giros, sem abrir mão do consumo excelente, tanto urbano quanto rodoviário.

COMPRE SE…
Você quer um carro compacto por fora e espaçoso por dentro, fácil de manobrar e versátil para eventualmente acomodar uma bicicleta ou outros objetos grandes.
Baixo consumo é mais importante pra você do que desempenho.

NÃO COMPRE SE…
Você faz questão de um acabamento refinado ou gosta de um visual que chame a atenção nas ruas. O Fit é elegante, mas sem muito apelo.
Você gosta de mimos, quer uma central multimídia moderna e bonita e um painel mais sofisticado. Nesses pontos, o Fit decepciona.

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Ficha técnica

Honda Fit EX

Preço básico (CVT): R$ 68.700
Carro avaliado: R$ 78.300
Motor: quatro cilindros em linha 1.5, 16V, comando variável
Cilindrada: 1497 cm³
Combustível: flex
Potência: 115 cv (g) e 116 cv (e) a 6.000 rpm
Torque: 15,2 (g) e 15,3 (e) a 4.800 rpm
Câmbio: automático CVT, modos S e M
Direção: elétrica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,096 m (c), 1,694 m (l), 1,535 m (a)
Entre-eixos: 2,530 m
Pneus: 185/55 R16
Porta-malas: 363 litros a 1.045 litros (até vidro)
Tanque: 46 litros
Peso: 1.099 kg
0-100 km/h: 10s7 (medição MOTOR SHOW)
Velocidade máxima: 175 km/h (estim.)
Consumo cidade: 12,3 km/l (g) e 8,3 km/l (e)
Consumo estrada: 14,1 km/l (g) e 9,9 km/l (e)
Emissão de CO²: 102 g/km
Nota do Inmetro: B
Classific. na categoria: B (Compacto)

Fonte: IG Carros
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