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Política Nacional

“Não podemos subestimar o Cão”, diz Damares sobre volta da esquerda ao poder

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Damares Alves participa de audiência pública na Câmara dos Deputados arrow-options
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 22.5.19

Damares Alves participou de evento conservador em São Paulo

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves , conseguiu uma façanha neste sábado. Apesar da enorme concorrência com celebridades da direita na conferência conservadora CPAC Brasil, foi seu fervoroso discurso que levou o já empolgado público à euforia.

Entre aplausos frequentes, Damares comparou a esquerda ao diabo, rebateu a fala de um arcebispo em sermão na missa de Aparecida neste sábado e insuflou a direita a se organizar contra o “mal”. Mesmo com a presença de Eduardo Bolsonaro, dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), ela foi a conferencista mais aplaudida e ouviu coro de “fica! Fica!” antes de deixar o palco.

A ministra abriu o discurso citando a declaração dada pelo arcebispo Dom Orlando Brandes, horas mais cedo, em missa no Santuário Nacional de Aparecida. O religioso criticou “o dragão do tradicionalismo” e afirmou que a direita é “violenta e injusta”.

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Damares disse que o arcebispo deve “estar com medo de nós, que somos terrivelmente cristãos”.

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“O conservadorismo vai dar certo. O povo de bem se levantou e agora está governando esta nação”, declarou ela, sendo aclamada pelo público.

Ela rasgou elogios ao CPAC Brasil, que definiu como um divisor de águas na história do conservadorismo no Brasil, e não poupou disparos contra a esquerda.

“Para a tristeza da esquerda nunca se defendeu tanto direitos humanos como hoje no Brasil. O presidente machista só neste ano já sancionou seis leis de proteção à mulher. Chora, esquerda! Aceita que dói menos.”

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Em seguida, ela alertou o público sobre as estratégias da esquerda para voltar ao poder e pediu organização à direita para impedir esse movimento. Damares comparou a esquerda ao diabo.

“Não podemos subestimar o outro lado. Eles estão à espera para poder usurpar o poder novamente. Nós não podemos subestimar o Cão. Não podemos subestimar o mal. Vamos ter que começar a ocupar as câmaras de vereadores e prefeituras, ouviram? Precisamos sair daqui com isso em mente”, disse.

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O restante do discurso foi repleto de críticas a deputados de esquerda, como Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) e ao PT e referências ao seu famoso bordão “meninos vestem azul, meninas vestem rosa”.

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Com uma retórica talentosa, a pastora ganhava aplausos a cada frase de efeito. O público pedia que ela ficasse mais sempre que ela mencionava o tempo curto para falar. Na reta final, Damares ainda teve tempo de atribuir a eleição de Jair Bolsonaro a uma vontade divina. Falando sobre o que afirmou ser um domínio da esquerda sobre a vontade dos povos indígenas, ela arrancou gritos de “Fora, Raoni”.

“Tupã ouviu o choro dos curumins e disse: chega! E então elegemos Jair Bolsonaro. A eleição dele interrompeu um ciclo de sofrimento e dor. Este país não vai mais suportar ser governado por sanguinários da esquerda”, declarou. “Pode bater, esquerda. Quanto mais bate, mais esse governo cresce.”

Em seguida, foi encoberta pelos aplausos e por um coro decorado. “Homem nasce homem, mulher nasce mulher, na nossa família você não vai poder mexer”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro prorroga uso da Força Nacional em presídio com líderes do PCC

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Marcola, líder do PCC arrow-options
Reprodução/Youtube

Marcola, líder do PCC, já foi condenado a mais de 330 anos de prisão

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, autorizou a prorrogação do uso da Força Nacional da penitenciário federal de Brasília após setores de inteligência detectarem risco de fuga de traficantes do presídio. O novo prazo ficou para 4 de setembro. A prisão abriga os principais líderes do Primeiro Comando da Capital ( PCC ), entre eles Marcola . O grupo de comandantes da organização criminosa é conhecido como Sintonia Final Geral.

Nesta quarta-feira (26), Moro visitou as instalações do presídio e, de acordo com a forma que a situação evoluir, a permanência das Forças Nacionais no presídio pode ser prorrogada novamente.

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Algumas autoridades ligadas à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal ultimamente têm pedido para que o governo federal transfira os integrantes do alto comando do PCC para um local mais distante de Brasília. O argumento é que esses criminosos deveriam ficar mais distantes dos centros de poder, aumentando a segurança do poder Executivo, parlamentares e chefes diplomáticos.

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A penitenciária está sob operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) depois que houve suspeitas de que haveria um plano de resgate da cúpula da facção no final do ano passado. As Forças Armadas permanecer lá até o dia 6 de maio.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Tabata Amaral diz que partidos são barreira da renovação da democracia

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A deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP) arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP)

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) criticou o funcionamento dos partidos políticos brasileiros, em entrevista à Folha de S. Paulo divulgada na manhã desta quinta-feira (27). “A gente tem de valorizar a política, mas isso não pode ser desculpa para não criticarmos os partidos”.

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Tabata disse que valoriza os partidos, mas afirmou que “ninguém tem coragem de falar que os partidos são uma barreira para a renovação da democracia. Hoje, o dono do partido – porque são donos, não líderes partidários – diz como é que gasta 100% daquele dinheiro do fundo eleitoral, que é público”. 

Em seu Twitter, na tarde desta quinta (27) após a divulgação da entrevista, a deputada defendeu os partidos, afirmando que ele são a base da democracia. Mas salientou que “eles podem e devem ser mais democráticos internamente, mais éticos e mais transparentes com o uso dos recursos públicos”.

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 “Não sigo cartilha de partido, de uma corrente, porque não faz sentido para mim”, disse à Folha a deputada que desde que votou, em 2019, a favor da reforma da Previdência, contrariando determinações de seu partido, está em uma relação conflituosa com o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).

Ela explica que sua visão sobre partidos ocorre de forma exterior às legendas, já que ela não entrou na política da forma usual. “Não fui formada em movimentos estudantis, em partidos. Tive a vida transformada pela educação”, afirma a ex-aluna do RenovaBR, iniciativa que oferece cursos e apoio para a formação de novas lideranças políticas. 

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Tabata destaca que esse olhar sobre políticas e partidos faz com que ela veja que “a resposta às vezes está na esquerda, às vezes na direita”. Ela afirma que sua postura dentro da Câmara dos Deputados, em Brasília, é independente e que será aliada de políticos ou partidos quando achar que eles estão agindo de forma correta.

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Fonte: IG Política
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