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Mulher quase morre ao sofrer reação alérgica após fazer sexo sem preservativo

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Uma mulher, de 46 anos, da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, sofreu uma reação alérgica e quase morreu depois de fazer sexo sem preservativo com o marido. Uma hora depois da relação sexual, ela começou a suar profundamente, teve tontura, além de sofrer com quadros de diarreia.

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Uma hora depois de fazer sexo sem proteção com o marido, a mulher passou a apresentar uma reação alérgica grave

Quando os sintomas pioraram, ela foi levada ao hospital. No local, ela revelou ter alergia à penicilina, mas negou ter tomado o antibiótico antes de fazer sexo ou ingerido alimentos incomuns. Após exames, os médicos descobriram que seu marido tinha ingerido nafcilina – uma forma de penicilina – para tratar uma infecção. 

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De acordo com o Daily Mail , a mulher, no caso, teve um choque anafilático, uma reação do sistema imunológico a uma substância que considera prejudicial. A reação alérgica grave faz com que a pressão arterial caia de forma repentina e as vias aéreas do paciente ficam mais estreitas, bloqueando a respiração. 

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Como resultado, os especialistas do Sinai Hospital disseram que a anafilaxia foi causada por conta de uma transferência da nafcilina através do sêmen . O caso, que acredita-se ser o terceiro do gênero já registrado, foi publicado no The American Journal of Medicine

Como parte do tratamento, a mulher recebeu uma dose de adrenalina. Os sintomas da reação alérgica melhoraram em 24 horas e ela conseguiu sair do hospital. Os médicos ainda informaram para ela não fazer sexo com o marido por pelo menos uma semana depois que ele terminar o tratamento com antibióticos. 

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Médicos disseram que penicilinas, assim como outros antibióticos, são conhecidas por se concentrarem no sêmen humano e podem ser absorvidas pela vagina.  Eles agora pedem que médicos e farmacêuticos estejam cientes dos riscos potenciais de prescrever medicamentos às pessoas se seus parceiros tiverem alergias. 

Fonte: IG Delas
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Parou de menstruar? Saiba o que é menopausa precoce e como tratar esse problema

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Women's Health

Muito se fala sobre a menopausa na vida das mulheres, porém pouco se aborda sobre a menopausa precoce que como o próprio nome já diz, acontece antes da idade considerada comum.

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Ausência de menstruação é um dos sinais da menopausa precoce

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Fernanda Nassar, formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica, reúne os principais pontos sobre o assunto:

O que é menopausa precoce

A menopausa precoce é o quadro clínico que se apresenta quando a mulher entra na menopausa antes dos 32 anos, ou seja, período em que ela fica um ano ou mais sem menstruar com sintomas específicos.

A menopausa precoce não é um distúrbio hormonal, mas a falência ovariana em uma mulher jovem, que por sua vez representa a perda temporária ou definitiva da função gonadal (de produzir hormônios) que acontece após a menarca (primeira menstruação) e antes dos 40 anos de idade. Ela é caracterizada pela diminuição do número de folículos ovulatórios (óvulos) e é exatamente essa condição que vai gerar alteração hormonal.

A diferença para a menopausa comum

A diferença básica é a idade em que ela ocorre, visto que o período em média da chegada da menopausa na mulher brasileira é por volta dos 50 anos. Nesse momento, quando não há mais ovulação e cessa a menstruação, a chegada da menopausa pode ser decretada.

Durante a menopausa, a mulher experimenta uma série de mudanças físicas, psicológicas e sociais importantes que começam no climatério . Porém, para algumas mulheres, a menopausa chega com, pelo menos, 15 anos de antecedência, bem no período em que a maioria ainda pode ter filhos. Quando isso acontece, ela pode estar entrando em um quadro de menopausa precoce.

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Como prevenir e detectar a menopausa precoce

Não existe uma causa determinante para o surgimento do problema. A menopausa precoce pode ocorrer por vários fatores, como o histórico familiar, por exemplo. Na verdade, a idade da menopausa não está relacionada à época da primeira menstruação, mas, sim, quando a mãe e as irmãs da paciente entraram em menopausa e o histórico familiar não se pode prevenir.

É possível detectar através dos sintomas que a paciente se refere, além de apresentar irregularidades menstruais, com intervalos entre os ciclos mais extensos.

Existem trabalhos científicos que mostram interligação das idades da mãe com a da filha, porém esta não é a regra geral. Há também fatores externos que podem antecipar a menopausa, como a remoção dos ovários ou de grande parte deles e os tratamentos contra o câncer, por exemplo.

A radioterapia e a quimioterapia têm como objetivo impedir o crescimento celular. Porém, estes tratamentos não atingem apenas as células malignas, mas as que estão sadias também. Por isso, dentre outros efeitos colaterais, os tratamentos contra o câncer podem levar a uma falência prematura dos ovários.

Como tratar a menopausa precoce

Confirmado o diagnóstico, a regra para tratamento é a Modulação Hormonal e assim conseguirmos amenizar os efeitos colaterais da ausência hormonal.

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O uso desta Modulação é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade dos sintomas como: ondas de calor, irritabilidade, diminuição da libido, secura vaginal, queda de cabelo, dificuldade para dormir, dificuldade para perder peso, entre outros.

Além disto, a menopausa precoce precisa da Modulação Hormonal porque essas mulheres apresentam risco quatro vezes maior de desenvolver doenças cardíacas e sete vezes maior de desenvolver osteoporose.

*Fernanda Nassar é formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica.

Fonte: IG Delas
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Mãe dá à luz 2 pares de gêmeos seguidos e celebra: “Família é uma em um milhão”

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Essa família é a prova de que um raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar. E duas vezes seguidas. Gina Shelton, de 30 anos, e Olie Lloyd, de 33 anos, desafiaram as probabilidades e conseguiram o feito de ter um par de gêmeos seguido de outro.

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Reprodução/Metro.co.uk

Primeiro vieram as gêmeas Niamh e Esme, e depois os gêmeos Arlo e Alby; a mãe revelou surpresa, mas celebra caso raro

A primogênita do casal é Phoebe, de seis anos. Logo depois, Gina deu à luz gêmeas, Niamh e Esme. Três anos depois, a mãe ficou grávida de novo e teve os gêmeos Arlo e Alby, o que é considerado muito raro.

Segundo reportagem do portal britânico Metro , a probabilidade de ter dois pares de gêmeos, um seguido do outro, é de cerca de 700.000 para um, e os britânicos foram “premiados”. Gina destaca que nunca pensou que teria gêmeos, ainda mais dois seguidos.

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“Quando eu estava grávida das meninas, eu trabalhava em um berçário e estava cansada o tempo todo. Todo mundo ao meu redor sempre dizia que eu ia ter gêmeos. Na sala de espera no hospital, Olie e eu estávamos olhando carros, e Olie brincou: ‘Esquece, vamos precisar de um ônibus’”, relembra a mulher ao site.

“Eu acho que, quando descobrimos, estávamos chorando de felicidade e pânico, porque vivíamos em um apartamento de dois quartos e Olie estava no processo de construir nossa casa. Um ano depois, descobrimos que estávamos tendo outro par de gêmeos”, diz a mãe . “Não podíamos acreditar, e nossa família ou nossos médicos também não”, completa.

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Para tornar a situação ainda mais inesperada, nem a família de Gina nem a do pai têm histórico de gêmeos.

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Reprodução/Metro.co.uk

A mãe disse se preocupar que Phoebe se sentisse “deslocada”, mas garante que a menina é bem unida à família

Gina conta também que chegou a ficar preocupada que Phoebe, a primeira filha do casal , se sentisse “deslocada” por ter apenas irmãos gêmeos. Mas a chegada dos demais membros só aproximou mais a família. 

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“Phoebe e eu sempre teremos uma a outra porque não entendemos o vínculo deles [dos gêmeos ]. Niamh e Esme conversam uma com a outra e caem em gargalhadas histéricas enquanto Olie e eu estamos tentando entender do que elas estão rindo”, destaca Gina. “Elas são incrivelmente próximas e tenho certeza que os meninos serão assim também”, acrescenta.

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Apesar de ser um caso bem raro, a mãe diz que está feliz e grata com a família. “É louco, trabalhoso e barulhento ter cinco filhos, mas eu não mudaria isso por nada no mundo. Já trocamos milhares de fraldas e tivemos que comprar um carro de sete lugares, mas minha família é uma em um milhão”, celebra ela.

Fonte: IG Delas
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