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Política Nacional

MP rebate Flávio Bolsonaro e diz que ele jamais se apresentou, apesar de convite

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Senador Flávio Bolsonaro
Jefferson Rudy/Agência Senado – 14.3.19

Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, senador Flávio Bolsonaro reclamou de investigações do MP-RJ

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) divulgou nota na tarde desta segunda-feira (13) rebatendo  declarações do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) a respeito das investigações que apuram suposto esquema ilícito envolvendo o ex-assessor Fabrício Queiroz no gabinete do filho do presidente na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).

Os procuradores asseguraram que a atuação da força-tarefa é “isenta e apartidária” e disseram repudiar as declarações de Flávio Bolsonaro , que considerou a investigação ilegal e disse que o trabalho “já está contaminado”.

No texto, o MP-RJ nega que tenha partido do órgão supostos vazamentos de informações da investigação para a imprensa, tal como insinuou o senador. O comunicado lembra que a “infundada” representação contra o procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, por encontro com jornalista da Globonews foi arquivada pela Corregedoria Nacional do Ministério Público.

E também garante que houve cuidado com as informações do relatório de inteligência financeira elaborado pelo Coaf e que aponta movimentações atípicas envolvendo assessores de parlamentares da Alerj, dentre eles Fabrício Queiroz .

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“Foi mantido em absoluto sigilo no âmbito do MP-RJ, sendo prova maior de sua neutralidade política a sua não malversação junto aos meios de comunicação como forma de interferir no processo eleitoral que teve curso no mês de outubro último. As investigações sigilosas somente ganharam notoriedade após a deflagração da Operação ‘Furna da Onça’, pelo Ministério Público Federal, em novembro de 2018, com a consequente juntada do relatório do Coaf aos autos da respectiva ação penal”, diz a nota.

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Por fim, os procuradores reclamam de recursos apresentados por Flávio para barrar o avanço das investigações e destacam que o filho mais velho do presidente nunca se apresentou para prestar esclarecimentos, optando por recorrer à imprensa para se pronunciar.

“O senador tem direcionado seus esforços para invocar o foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal ou mesmo tentar interromper as investigações, como o fez junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, fato amplamente noticiado nos meios de comunicação. O referido parlamentar não adota postura similar à de outros parlamentares, prestando esclarecimentos formais sobre os fatos que lhe tocam e, se for o caso, fulminando qualquer suspeita contra si. O senador é presença constante na imprensa, mas jamais esteve no MP-RJ, apesar de convidado”, finaliza o texto.

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Olavo faz trocadilho com nome de Kim, que rebate: “precisa trocar as fraldas”

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Olavo de Carvalho
Reprodução/Twitter

Em sua publicação sobre Kim Kataguiri, Olavo de Carvalho atingiu também a deputada estadual Janaina Paschoal

Apesar de ter prometido, há apenas uma semana, que ficaria calado e não daria mais palpites sobre a política brasileira, o chamado guru intelectual do presidente Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho, voltou a disparar publicações contra críticos do governo no Twitter. Dessa vez, Olavo criticou o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) e deputado federal eleito pelo DEM em São Paulo, Kim Kataguiri.

Em sua publicação, Olavo de Carvalho atingiu também a deputada estadual paulista Janaina Paschoal (PSL). O filósofo compartilhou alguns vídeos contra Kim e Janaina, insinuando que ambos são traidores do governo Bolsonaro.

“Ambos estão unidos no erro, mas não posso nivelar a Janaína com o Kim Katapiroka “, afirmou Olavo, fazendo mais uma dos seus já frequentes trocadilhos com sobrenomes.

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A declaração, no entanto, já foi respondida pelo deputado federal do DEM. “Não pode mesmo. Não tem estatura moral para isso. Um senhor dessa idade que tem de recorrer a trocadilhos toscos para transmitir a própria mediocridade de espírito precisa sair do Twitter e trocar as fraldas mentais”, escreveu o deputado.

Críticas do filho do presidente

Ontem, Jair Renan Bolsonaro, o quarto filho do presidente, conhecido como ‘Bolsokid’, republicou uma mensagem em suas redes sociais com outras críticas a Janaina e a Kim. Aliados do governo, os dois parlamentares se opuseram às manifestações a favor de Bolsonaro no próximo domingo (26). 

Em seu ‘stories’ do Instagram, Renan Bolsonaro publicou uma foto da camiseta usada por eleitores do presidente com a frase “meu partido é o Brasil”, fazendo referência à data do protesto. Pouco depois, em outra imagem, republicou uma mensagem de um usuário do Twitter com críticas aos dois deputados. 

“Que o acontecido com Jair Bolsonaro sirva de lição pra você na sua casa que acha que tem amigos só porque um monte de gente te chama pra sair sábado… Será que você poderá contar com eles quando não tiver condições de pagar a conta? Abra os olhos, o mundo é cheio de Kims e Janainas”, diz a publicação. 

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Mantega nega interferência no BNDES e chama Joesley Batista de mentiroso

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Guido Mantega
Michel Jesus/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega participou da CPI do BNDES


O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega voltou a negar, nesta quarta-feira, que tenha recebido propina e interferido em decisões do BNDES que liberaram empréstimos para a JBS. Mantega afirmou que o empresário Joesley Batista , que fez as acusações em delação premiada, mentiu sobre o tema. 

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O ex-ministro afirmou que as operações entre o banco e a empresa foram baseadas em critérios técnicos e ressaltou que a JBS chegou a ter pleitos negados junto ao BNDES durante os governos do PT. Como contrapartida aos financiamentos, Joesley disse que depositou US$ 150 milhões em contas no exterior, sob a orientação de Mantega , para financiar despesas e campanhas eleitorais dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI ) que investiga possíveis irregularidades no banco de fomento, o ex-ministro rebateu a versão apresentada pelo empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR). Para Mantega, Joesley “inventou diálogos e situações” para conferir “veracidade à delação”.

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“O que o Joesley está dizendo é mentira. Isso não ocorreu. E é fácil verificar as contradições em que ele mesmo se enreda. Ele nunca me passou nenhum tostão”, disse Mantega.

As contas no exterior citadas por Joesley também foram lembradas pelo ex-ministro Antonio Palocci, em depoimento em Brasília ao Ministério Público Federal (MPF), como revelou O GLOBO em fevereiro . Mantega disse que o empresário “inventou a história da conta” e colocou em dúvida o depoimento de Palocci, que será ouvido pelos parlamentares na semana que vem.

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“Agora você (deputado) vai me indispor com metade… Não sei se o ministro (Palocci) falou. O dia que eu tomar conhecimento disso, eu me manifesto. O que sei é que as delações do Palocci não eram aceitas na 13a região (vara), em Curitiba. Falava um monte de coisa e foi desqualificado, não aceitavam a delação. O que podemos deduzir disso? Qual a força, a fidedignidade da palavra do Palocci?”, afirmou Mantega, em referência ao fato de Palocci ter fechado o acordo de delação com a Polícia Federal, não com o Ministério Público.

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O empresário narra que o contato com Mantega, em um primeiro momento, era feito por meio do empresário Victor Sandri. Depois, em 2009, Joesley teria estabelecido uma relação direta com o então ministro. No depoimento, Mantega afirmou que foi ao casamento do sócio da JBS, a um aniversário na casa dele, mas afirmou que negou diversos convites feitos para passar finais de semana em propriedades do empresário e disse que não havia intimidade entre eles.

“As operações que foram feitas beneficiaram sempre o BNDES. Sempre houve participação dura do banco, exigindo multas e garantias”.

Antes de comparecer à comissão, Mantega obteve uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garantiu a ele o direito de depor como investigado, não como testemunha, ou seja, de não assinar um termo em que se comprometeria a dizer a verdade. O ex-ministro alegou que já foi denunciado pelo MPF por supostos prejuízos ao BNDES, por isso não poderia prestar esclarecimentos na condição de testemunha. Mantega também tinha o direito de ficar em silêncio, mas optou por responder as perguntas.

Fonte: IG Política
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