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Jovem chamada de “vagabunda” é estuprada pelo ex ao recusar perder a virgindade

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Durante anos, Mayci Jones Neeley, da Califórnia, nos Estados Unidos, sofreu com um relacionamento abusivo. A jovem, hoje com 24, conheceu seu ex em uma festa de Ano Novo e eles começaram uma relacionamento a distância. No entanto, quando passaram a morar na mesma cidade, o rapaz ficou ciumento.

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Reprodução/Instagram/maycineeley

Mayci viveu uma relação abusiva e ainda foi estrupada pelo ex-namorado quando disse que não queria fazer sexo

Segundo informações do The Sun , Macy conta que o ex -namorado checava seu telefone com frequência, a acusava de traição e a pressionava a ter relações sexuais, que eram contra suas crenças. Com o passar do tempo, o abuso ficou ainda pior. Quando se aproximada de outro homem, ele a chamada de cadela, vagabunda ou prostituta.

“Ele começou a me pressionar a beber álcool, o que era contra a política da minha escola e da minha religião”, diz. “Depois de não dizer repetidas vezes, finalmente cedi para evitar ouvir gritos e ser abusava verbalmente. Foi quando nosso relacionamento deu uma guinada para o pior”, destaca.

Ela ressalta que, quando ele bebia, se tornava uma pessoa ruim. “Ele começava a gritar comigo do nada, me empurrava contra as paredes e me sufocava. Houve uma noite em que ele me empurrou para a porta da frente, abrindo meu calcanhar que sangrava profundamente”, detalha.

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“Depois que ele viu que me machucou, ele começou a dar socos em seu próprio rosto várias vezes para mostrar que estava ‘arrependido’”, aponta. “Outra noite, ele tentou cortar os pulsos na minha frente. Não porque ele era suicida. Não cortou fundo, mas apenas o suficiente para um pouco de sangue aparecer”, continua.

A jovem diz que ele fez isso para chamar sua atenção. Ela ainda conta que, a essa altura, eles já tinham feito de tudo na relação menos o sexo de fato. “Eu disse a ele que estava guardando minha virgindade para o casamento, porque era isso que eu queria. Ele sempre me pressionava a fazer sexo com ele e eu dizia não, o que o deixava louco”, diz.

Após dizer não, ela foi estuprada

Certo dia, ela tomou uma bebida, que ele mesmo havia adulterado. “Depois de beber um pouco, a última coisa que me lembro é ele em cima de mim e eu dizendo ‘não, eu não quero, não quero’ repetidamente”, conta. “Eu estava tão inconsciente que mal conseguia manter os olhos abertos. A maior parte da minha memória desta noite são apenas flashes”, continua.

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“Na manhã seguinte, ele diz: ‘Não acredito que aconteceu ontem à noite’. Eu disse ‘o que aconteceu?’ Ele disse: ‘nós fizemos sexo’. E eu respondi: ‘Não, não fizemos’. Então ele ficou super bravo porque eu não me lembrava da nossa primeira vez”, destaca.

“A parte mais difícil foi me perdoar”

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Reprodução/Instagram/maycineeley

“Coloquei muita culpa em mim mesma pelo que aconteceu e, no geral, fiquei com muita raiva de mim mesma”

Hoje, ela está em outro relacionamento, que teve início em abril de 2016, e não vê o ex desde então. No entanto, o período não foi fácil. “A parte mais difícil foi me perdoar. Coloquei muita culpa em mim mesma pelo que aconteceu e, no geral, fiquei com muita raiva de mim mesma”, diz.

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“Aceitar o que aconteceu comigo e perceber que eu era uma vítima me ajudaram a me recuperar melhor”, desabafa. “Meu atual parceiro sempre me apoiou durante minha jornada de cura. Ele é meu ombro para chorar”, finaliza. 

Fonte: IG Delas
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Parou de menstruar? Saiba o que é menopausa precoce e como tratar esse problema

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Women's Health

Muito se fala sobre a menopausa na vida das mulheres, porém pouco se aborda sobre a menopausa precoce que como o próprio nome já diz, acontece antes da idade considerada comum.

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Ausência de menstruação é um dos sinais da menopausa precoce

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Fernanda Nassar, formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica, reúne os principais pontos sobre o assunto:

O que é menopausa precoce

A menopausa precoce é o quadro clínico que se apresenta quando a mulher entra na menopausa antes dos 32 anos, ou seja, período em que ela fica um ano ou mais sem menstruar com sintomas específicos.

A menopausa precoce não é um distúrbio hormonal, mas a falência ovariana em uma mulher jovem, que por sua vez representa a perda temporária ou definitiva da função gonadal (de produzir hormônios) que acontece após a menarca (primeira menstruação) e antes dos 40 anos de idade. Ela é caracterizada pela diminuição do número de folículos ovulatórios (óvulos) e é exatamente essa condição que vai gerar alteração hormonal.

A diferença para a menopausa comum

A diferença básica é a idade em que ela ocorre, visto que o período em média da chegada da menopausa na mulher brasileira é por volta dos 50 anos. Nesse momento, quando não há mais ovulação e cessa a menstruação, a chegada da menopausa pode ser decretada.

Durante a menopausa, a mulher experimenta uma série de mudanças físicas, psicológicas e sociais importantes que começam no climatério . Porém, para algumas mulheres, a menopausa chega com, pelo menos, 15 anos de antecedência, bem no período em que a maioria ainda pode ter filhos. Quando isso acontece, ela pode estar entrando em um quadro de menopausa precoce.

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Como prevenir e detectar a menopausa precoce

Não existe uma causa determinante para o surgimento do problema. A menopausa precoce pode ocorrer por vários fatores, como o histórico familiar, por exemplo. Na verdade, a idade da menopausa não está relacionada à época da primeira menstruação, mas, sim, quando a mãe e as irmãs da paciente entraram em menopausa e o histórico familiar não se pode prevenir.

É possível detectar através dos sintomas que a paciente se refere, além de apresentar irregularidades menstruais, com intervalos entre os ciclos mais extensos.

Existem trabalhos científicos que mostram interligação das idades da mãe com a da filha, porém esta não é a regra geral. Há também fatores externos que podem antecipar a menopausa, como a remoção dos ovários ou de grande parte deles e os tratamentos contra o câncer, por exemplo.

A radioterapia e a quimioterapia têm como objetivo impedir o crescimento celular. Porém, estes tratamentos não atingem apenas as células malignas, mas as que estão sadias também. Por isso, dentre outros efeitos colaterais, os tratamentos contra o câncer podem levar a uma falência prematura dos ovários.

Como tratar a menopausa precoce

Confirmado o diagnóstico, a regra para tratamento é a Modulação Hormonal e assim conseguirmos amenizar os efeitos colaterais da ausência hormonal.

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O uso desta Modulação é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade dos sintomas como: ondas de calor, irritabilidade, diminuição da libido, secura vaginal, queda de cabelo, dificuldade para dormir, dificuldade para perder peso, entre outros.

Além disto, a menopausa precoce precisa da Modulação Hormonal porque essas mulheres apresentam risco quatro vezes maior de desenvolver doenças cardíacas e sete vezes maior de desenvolver osteoporose.

*Fernanda Nassar é formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica.

Fonte: IG Delas
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Mãe dá à luz 2 pares de gêmeos seguidos e celebra: “Família é uma em um milhão”

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Essa família é a prova de que um raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar. E duas vezes seguidas. Gina Shelton, de 30 anos, e Olie Lloyd, de 33 anos, desafiaram as probabilidades e conseguiram o feito de ter um par de gêmeos seguido de outro.

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Reprodução/Metro.co.uk

Primeiro vieram as gêmeas Niamh e Esme, e depois os gêmeos Arlo e Alby; a mãe revelou surpresa, mas celebra caso raro

A primogênita do casal é Phoebe, de seis anos. Logo depois, Gina deu à luz gêmeas, Niamh e Esme. Três anos depois, a mãe ficou grávida de novo e teve os gêmeos Arlo e Alby, o que é considerado muito raro.

Segundo reportagem do portal britânico Metro , a probabilidade de ter dois pares de gêmeos, um seguido do outro, é de cerca de 700.000 para um, e os britânicos foram “premiados”. Gina destaca que nunca pensou que teria gêmeos, ainda mais dois seguidos.

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“Quando eu estava grávida das meninas, eu trabalhava em um berçário e estava cansada o tempo todo. Todo mundo ao meu redor sempre dizia que eu ia ter gêmeos. Na sala de espera no hospital, Olie e eu estávamos olhando carros, e Olie brincou: ‘Esquece, vamos precisar de um ônibus’”, relembra a mulher ao site.

“Eu acho que, quando descobrimos, estávamos chorando de felicidade e pânico, porque vivíamos em um apartamento de dois quartos e Olie estava no processo de construir nossa casa. Um ano depois, descobrimos que estávamos tendo outro par de gêmeos”, diz a mãe . “Não podíamos acreditar, e nossa família ou nossos médicos também não”, completa.

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Para tornar a situação ainda mais inesperada, nem a família de Gina nem a do pai têm histórico de gêmeos.

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Reprodução/Metro.co.uk

A mãe disse se preocupar que Phoebe se sentisse “deslocada”, mas garante que a menina é bem unida à família

Gina conta também que chegou a ficar preocupada que Phoebe, a primeira filha do casal , se sentisse “deslocada” por ter apenas irmãos gêmeos. Mas a chegada dos demais membros só aproximou mais a família. 

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“Phoebe e eu sempre teremos uma a outra porque não entendemos o vínculo deles [dos gêmeos ]. Niamh e Esme conversam uma com a outra e caem em gargalhadas histéricas enquanto Olie e eu estamos tentando entender do que elas estão rindo”, destaca Gina. “Elas são incrivelmente próximas e tenho certeza que os meninos serão assim também”, acrescenta.

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Apesar de ser um caso bem raro, a mãe diz que está feliz e grata com a família. “É louco, trabalhoso e barulhento ter cinco filhos, mas eu não mudaria isso por nada no mundo. Já trocamos milhares de fraldas e tivemos que comprar um carro de sete lugares, mas minha família é uma em um milhão”, celebra ela.

Fonte: IG Delas
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