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Política Nacional

Jogo político: Onyx diz que vai deixar de jogar de ‘volantão’ para ‘fazer gol’

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Divulgação/Presidência da República

Onyx Lorenzoni assumirá o Ministério da Cidadania


O ministro Onyx Lorenzon i, realocado da Casa Civil para o Ministério da Cidadania , disse na manhã desta sexta-feira que a mudança foi para “fazer gol”. Em entrevisa à Rádio Gaúcha, Onyx foi questionado se sua substituição pelo general Walter Braga Netto na Casa Civil seria demonstração de ingratidão do presidente Jair Bolsonaro.

” Eu brinco dizendo que estava jogando com a 5, de ‘volantão’. Dando bica na bola, dando carrinho, pedindo que a bola estivesse na nossa área e alguém fizesse gol. Agora ele (Bolsonaro) me botou lá para frente, quer que eu vá fazer gol”, disse ele.

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O Ministério da Cidadania é responsável, entre outras ações, pelo Bolsa Família , uma das principais bandeiras dos governos do PT . Onyx afirmou que o programa tem origem liberal e que vai ter “larga porta de saída”.

“Vamos fazer do Bolsa Família um sistema e uma importante ferramenta de construção de cidadania, mas vai ter larga porta de entrada e mais larga porta de saída “, afirmou o ministro.

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No primeiro ano de governo de Bolsonaro, o Bolsa Família voltou a ter uma fila de pessoas aguardando para receber o benefício. Entre 2018, a fila pulou de zero para 494.229 famílias, maior espera desde 2015, quando mais de 1,2 milhão de famílias aguardavam o auxílio.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

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Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

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Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

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Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

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Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Nova aliança da direita com o centro pode decidir todas as votações da Câmara

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Agência Brasil

Congresso Nacional

Um novo bloco partidário reunindo siglas da direita e do certo foi formado na Câmara dos Deputados . Participam formalmente da aliança 14 partidos, entre eles o PSL, MDB e PSDB, e 351 parlamentares. Totalizando 68% dos congressistas, o  número de participantes do bloco é suficiente para decidir sozinho o resultado de qualquer votação na Câmara, como aprovações de PEC e impeachment.

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Participam do novo bloco da Câmara as siglas PSL, PL, PP, PSD, MDB, PSDB, Republicanos, DEM, Solidariedade, PTB, PROS, PSC, Avante e Patriota. Apesar dos partidos serem de direita e de centro, algumas das legendas negam se identificarem no antigo Centrão – primeira grande coligação partidária desde a redemocratização. 

O novo bloco, ainda não apelidado, não tem uma coesão de posicionamentos. Segundo os líderes partidários que compõem a aliança, o objetivo de sua criação é conseguir a participação desses partidos em comissões da Câmara, principalmente na de Orçamento. A formação do bloco foi protocolada antes do carnaval.

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O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o líder da nova aliança na Câmara . Ele afirmou, a Congresso em Foco, que “O bloco é harmônico, não tem cunho ideológico nem partidário. Nada impede que outros partidos venham se juntar a nós. Defendemos o orçamento impositivo e ele deve ser partilhado por todos os congressistas”.

Fonte: IG Política
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