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Economia

IR: empresas têm até hoje para enviar comprovante de rendimentos

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Marcelo Camargo/ABr

Quem estiver obrigado a declarar precisa fazer isso entre 2 de março e 30 de abri

O prazo para empresas e instituições bancárias enviarem – ou disponibilizarem – o informe de rendimentos para a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2020 acaba hoje. Ou seja, esta sexta-feira é o limite para a emissão do documento.

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Sem ele fica impossível prestar as informações ao Fisco. O prazo de entrega começa nesta segunda-feira e vai até 30 de abril. Aposentados e pensionistas do INSS também têm que declarar os rendimentos. Inclusive o extrato já está disponível no site ou no aplicativo Meu INSS.

E quem é obrigado a declarar o IR este ano? Todos que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 ao longo de 2019. Mas o que são rendimentos tributáveis? Salários, aposentadoria, aluguéis e pensões.

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A expectativa da Receita é que 32 milhões de pessoas prestem contas ao Fisco. E número tão vultuoso chama a atenção de bancos e instituições que, costumeiramente, oferecem a antecipação da restituição do IR. 

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Os documentos fornecidos pelos empregadores devem conter os valores recebidos pelos contribuintes no ano anterior, assim como detalhar os valores descontados para a Previdência Social e o Imposto de Renda recolhido na fonte. Contribuições para a Previdência Complementar da empresa e aportes para o plano de saúde coletivo devem ser informados, caso existam.

Planos de saúde individuais e fundos de pensão também são obrigados a fornecer os comprovantes, cujos dados serão usados para o contribuinte deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda. Os bancos e corretoras devem informar os valores de todas as contas correntes e de todos os investimentos. Caso o contribuinte tenha conta em mais de uma instituição, deve obter os comprovantes de todas elas.

Caso o contribuinte não receba os informes no prazo, deve procurar o setor de recursos humanos da empresa ou o gerente da instituição financeira. Em caso de erros ou de divergência de dados, é necessário pedir um novo documento corrigido.

Fonte: IG Economia
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Economia

Imposto de Renda: como fazer a declaração se mudei de emprego em 2019?

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Kevin Pluck/Creative Commons

Saiba como declarar o Imposto de Renda caso tenha tido mais de uma fonte de renda em 2019

Se você mudou de emprego em 2019 ou trabalhou para duas ou mais empresas e a soma de todos os seus salários superou R$ 28.559,70 durante os doze meses do ano passado, você terá de apresentar declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) neste ano. A entrega da declaração do IR, prorrogada em função do novo coronavírus (Sars-Cov-2), vai até 30 de junho. 

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As orientações valem para todos os trabalhadores que receberam rendas tributáveis de mais de uma fonte, ou seja, incluem quem mudou de emprego, quem trabalhou para duas ou mais empresas e ainda quem atuou por apenas uma empresa, mas recebeu por atuações como  microempresário ou microempreendedor individual (MEI).

Para cada fonte pagadora de rendimentos, deve-se incluir na ficha ” Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica” preenchendo os campos com os dados de cada uma das empresas, os respectivos rendimentos recebidos e os valores pagos de Imposto de Renda e Previdência oficial (INSS), informa Flávia Thirion, consultora tributária da Crowe, oitava maior rede global nas áreas de tributos, auditoria e consultoria.

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O mesmo procedimento vale para todos os dependentes que forem incluídos na declaração que possuem emprego, estágio ou recebem aposentadoria. Cada um deve ter seus rendimentos tributáveis informados na aba “dependentes”, no alto da ficha “Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica”. Basta selecionar o dependente na lista e abrir uma nova ficha para cada emprego ou fonte de renda.

Todas as fontes de renda tributável do titular e do dependente, independentemente do valor, devem ser declaradas. Mesmo que a atuação tenha sido por apenas um mês, é necessário pedir o informe de rendimentos ao RH da companhia.

A soma de todos os rendimentos tributáveis do titular e de seus dependentes, serão consideradas declaração. Deste total, serão descontadas as despesas dedutíveis , como gastos ccom educação e saúde, do titular e dos dependentes, para então ser feito o cálculo do imposto devido no ano.

Concluído esse processo, serão considerados todos os valores de IR já pagos ao longo do ano passado para se chegar ao resultado da restituição ou de imposto a pagar.

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Pensão recebida e renda de aluguel precisam ser declaradas

Caso titular ou um dos dependentes receba pensão alimentícia ou tenha renda de aluguel, os valores recebidos devem sempre ser informados na declaração. Deve ser selecionada, para isso, uma outra ficha, diferente da anterior, denominada ” Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa física /exterior”, já que, neste caso, o dinheiro vem de uma pessoa física, e não de uma empresa.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro reinvindica autoria do auxílio emergencial de R$ 600

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⚠️ Atenção ⚠️ Fonte: Governo Federal

Uma publicação compartilhada por SecomVc (@secomvc) em 9 de Abr, 2020 às 11:49 PDT

A Secretaria de Comunicação do governo publicou nesta quinta-feira (9) uma campanha destinada a explicar que o  auxílio emergencial de R$ 600  a informais é pago pela administração federal, em oposição a governadores e prefeitos.

“O auxílio emergencial não é fornecido por prefeituras nem governos estaduais. O auxílio emergencial é fornecido pelo governo federal, para a população, graças aos impostos pagos pela própria população”, diz a campanha do governo federal.

Nesta quinta-feira, o presidente criticou o “uso político” do auxílio emergencial por parte de governos estaduais durante live nas suas redes sociais. “Isso aí é uma fraude. Não vou acusar o governador porque não temos prova de que foi feito pelo governador”, disse, sem especificar a qual governador nem a que ação estava se referindo.

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Antes, a equipe econômica de Bolsonaro queria conceder R$ 200 aos informais. Depois, a ideia passou a ser sobre o valor de R$ 300. Após críticas do Congresso, o valor foi elevado a R$ 500. Como forma de finalizar o processo com protagonismo, Bolsonaro decidiu que o valor final seria de R$ 600.

Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), Bolsonaro e a maior parte dos governadores tiveram divergências. Isso porque o presidente  critica as medidas restritivas impostas pelos governadores estaduais para conter a expansão da doença, seguindo recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde.

O presidente perdeu o apoio de alguns daqueles que foram seus aliados, como os governadores João Doria (PSDB-SP), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Wilson Witzel (PSC-RJ) e tem constantemente ameaçado o cargo do atual ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Fonte: IG Economia
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