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Política Nacional

“Imprensa canalha tenta criar guerra interna”, diz Carlos Bolsonaro

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Marcio Alves

O vereador Carlos Bolsonaro

Filho do presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSC) voltou a criticar a imprensa na tarde desta sexta-feira (14). “São leões contra os que tentam resolver os problemas e atender aos interesses do país e gatinhas no cio com os que apenas trabalham em prol de seus próprios interesses”, publicou em sua conta do Twitter.

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Carlos afirma que veículos jornalístico estariam tentando sabotar o governo de seu pai e, enquanto isso, duas Medidas Provisórias (MP) criadas por Bolsonaro perdem validade por não terem sido aprovadas pelo Congresso. 

Ele se refere à MP da carteira estudantil, que cria carteirinhas gratuitas e digitais para alunos, e a MP do balancete, que tiraria a obrigatoriedade de empresas publicarem seus balanços anuais em jornais impressos. A primeira perde validade neste domingo (16), e a segunda perdeu em três de dezembro de 2019.

A MP do balancete tem grande impacto em veículos jornalísticos impressos, já que parte de sua fonte de financiamento vem da publicação dos balanços empresariais. A divulgação dos balanços em jornais é uma forma de tornar essa informação acessível e transparente para a população.

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“A imprensa canalha tenta desesperadamente criar uma guerra interna no Governo Bolsonaro para sabotá-lo”, afirmou Carlos . Na manhã desta sexta, o vereador também criticou a emissora. “O grupo grobo e seus tentáculos diretos e indiretos de desinformação diária seguem tentando causar intrigas”. 

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

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Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

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Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

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Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

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Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Nova aliança da direita com o centro pode decidir todas as votações da Câmara

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Agência Brasil

Congresso Nacional

Um novo bloco partidário reunindo siglas da direita e do certo foi formado na Câmara dos Deputados . Participam formalmente da aliança 14 partidos, entre eles o PSL, MDB e PSDB, e 351 parlamentares. Totalizando 68% dos congressistas, o  número de participantes do bloco é suficiente para decidir sozinho o resultado de qualquer votação na Câmara, como aprovações de PEC e impeachment.

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Participam do novo bloco da Câmara as siglas PSL, PL, PP, PSD, MDB, PSDB, Republicanos, DEM, Solidariedade, PTB, PROS, PSC, Avante e Patriota. Apesar dos partidos serem de direita e de centro, algumas das legendas negam se identificarem no antigo Centrão – primeira grande coligação partidária desde a redemocratização. 

O novo bloco, ainda não apelidado, não tem uma coesão de posicionamentos. Segundo os líderes partidários que compõem a aliança, o objetivo de sua criação é conseguir a participação desses partidos em comissões da Câmara, principalmente na de Orçamento. A formação do bloco foi protocolada antes do carnaval.

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O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o líder da nova aliança na Câmara . Ele afirmou, a Congresso em Foco, que “O bloco é harmônico, não tem cunho ideológico nem partidário. Nada impede que outros partidos venham se juntar a nós. Defendemos o orçamento impositivo e ele deve ser partilhado por todos os congressistas”.

Fonte: IG Política
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