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Economia

IBGE revisa crescimento do PIB de 2017 de 1% para 1,3%

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Agência Brasil

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Beto Barata/PR

IBGE revisou crescimento do PIB de 2017, durante governo Temer, de 1% para 1,3%

O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) cresceu 1,3% em 2017, anunciou nesta sexta-feira (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), após uma análise mais detalhada sobre o movimento da economia naquele ano, que interrompeu a recessão de 2015 e 2016.

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O instituto acompanha e publica trimestralmente os resultados do PIB , mas, após essa divulgação, os pesquisadores continuam a atualizar a metodologia e reunir informações mais detalhadas, como balanços de empresas e dados da Receita Federal, que servem para produzir um estudo mais amplo sobre a economia.

Com a consolidação, o crescimento da economia naquele ano passou de 1% para 1,3%, totalizando R$ 6,583 trilhões.

Desempenho

Também foram atualizados os dados sobre o desempenho de cada setor da economia. O crescimento da agropecuária passou de 13% para 14,2%; o da indústria saiu de uma estabilidade de 0% para uma queda de 0,5%, e dos serviços cresceram 0,8% em vez de 0,3%

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A taxa de investimento (Formação Bruta de Capital Fixo), que havia sido de 15,6%, caiu para 14,6% com a análise mais ampla, o menor patamar desde 1995.

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Mais informações podem ser conferidas no Sistema de Contas Nacionais do IBGE , que inclui uma série completa desde 2000.

Fonte: IG Economia
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Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

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paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

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Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

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Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

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Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

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paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

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“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

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Fonte: IG Economia
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