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Harley-Davidson Street Glide Special: espírito mais jovem da família Touring

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Marcia Marazzi

A cor laranja especial da Harley-Davidson Road Glide Special tem faixas em preto fosco

Na família Harley-Davidson, há sempre um modelo adequado para um uso especial. Ou melhor ainda, um gosto especial, visto que quase todas elas são estradeiras, prontas para aventuras de muitos quilômetros. É assim, também, com a H-D Street Glide Special, uma das três versões bagger disponíveis na linha normal.

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A Harley Street Glide Special é uma motocicleta touring dotada de carenagem tipo batwing, que se move juntamente com o guidão, na qual está fixado o farol redondo convencional. É a frente mais tradicional da marca, já que a Road Glide Special, que se difere pela carenagem fixa e seu par de faróis de formato achatado, tem estética mais moderna dentro do line-up da marca. Rodei pela primeira vez com a Harley-Davidson Street Glide Special 2019 no ano passado, naquela inesquecível viagem pelo México, mas agora tive a oportunidade de conviver com o modelo no dia a dia das ruas paulistanas.

O estilo bagger é marcado pelas malas rígidas laterais alongadas, chamados de alforjes estendidos, que cobrem parcialmente os escapamentos pretos. Bastante úteis para pequenos objetos, no caso de viagem é necessário levar uma mala extra, como fiz na ocasião da avaliação da Road Glide CVO, também uma bagger porém com preparação e equipamentos especiais da divisão Custom Vehicle Operations da marca.

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Como anda

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Na foto, a H-D Road Glide Special está rodando pelas estradas mexicanas. Mas e como vai no Brasil?

Na cidade, a H-D Street Glide Special se vira muito bem, para seu tamanho. Com pequena altura do banco ao solo, o piloto tem bastante domínio da máquina em manobras de baixa velocidade. A largura da traseira nem chega a ser problema para passar em locais estreitos, mas deve-se tomar cuidado com a ponta das malas laterais alongadas, que ficam muito baixas e próximas de obstáculos, como o meio-fio das calçadas. Na linha Ultra, cujas malas são menores devido à mala traseira (baú), o risco é menor.

A Harley-Davidson Street Glide Special tem detalhes de esportividade, como a roda dianteira preta do tipo Talon, de 19 polegadas, assim como o restante dos acabamentos da motocicleta, o que a Harley chama de visual escurecido. Esta, em especial, tem uma pintura esportiva laranja com faixas em preto fosco, o que a diferencia da mesma Street Glide Special prata e sem faixas que vimos no México.

O motor é o Milwaukee-Eight 114, com cilindrada de 1.868 cm3 e 16,7 kgfm de torque. Apesar da boa agilidade para seu tamanho, é uma motocicleta pesada, com 380 kg em ordem de marcha. E mesmo aparentando maior simplicidade do que as Ultra, a Harley-Davidson Street Glide Special conta com o sistema Infotainment Boom GTS, com tela de TFT colorida sensível ao toque, inclusive com luvas grossas, sistema de áudio com 25 w por canal, conectividade Bluetooth, iPod, iPhone (Apple CarPlay) e USB, conexão com celular e navegador por GPS.

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Os instrumentos do painel são eletrônicos analógicos, com velocímetro, conta-giros, voltímetro e marcador de nível de combustível. Há também um pequeno display de LCD com informações adicionais. A Street Glide Special oferece muito conforto para o piloto, mas pouco para o garupa. Na cor preta, a Harley-Davidson SGS custa R$ 96.400, acrescendo R$ 850 para outras cores.

Fonte: IG Carros
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Linha 2020 da Honda CFR chega ao longo do semestre com novas tecnologias

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Os novos grafismos para as Honda CRF 250R (Foto) e 250X, que chegam em outubro e novembro, respectivamente

A linha 2020 das Honda CRF 250 e 450 estão prestes a chegar às lojas. O modelo de competição conta com cinco versões focadas nas diferentes necessidades de cada modalidade do motociclismo off road: seja o motocross, rali ou enduro. Entretanto, a maior novidade é a introdução do sistema HSTC em todas as CRF 450, que aprimora as capacidades de transmitir a potência do motor ao solo. Para as 250R e 250X, chegam novos grafismos.

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Aprofundando-se no funcionamento do HSTC da Honda CRF 2020, ele trabalha no controle da tração, minimizando a perda de aderência nas acelerações, buscando uma progressão eficaz e ganho de velocidade. O sistema não possui sensor de velocidade da roda, mas atua gerenciando a potência por meio do atraso do ponto de ignição controlado pelo sistema PGM-FI, que detecta alterações na rotação do motor características da perda de aderência.

E há três opções de programação disponíveis à esse equipamento: o modo 1, que intervêm de maneira suave e progressiva, reduzindo o patinamento. É especialmente adequado para melhor controle da roda traseira em curvas mais fechadas. O modo 2, um pouco mais permissivo, e o 3, com atuação rápida e intensa, adequado para terrenos muito escorregadios.

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Como se não bastasse, vem associado tanto ao sistema eletrônico de largada selecionável em três níveis — o primeiro, que é voltado à lama, o padrão para o asfalto, e o mais agressivo, também para asfalto — quanto ao recurso EMSB, que vai soltando a potência cada vez mais entre os modos Standard, Smooth ou Agressive.

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Modelos

Honda CRF 450RX (R$ 45.890) e CRF 450R (R$ 44.462)

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Honda CRF 450RX: Motocicleta de topo, pensada mais para um uso prolongado

Com chegada agendada para outubro, a RX é o modelo mais elaborado para a prática enduro, segundo a fabricante, a cross CRF 450 RX deriva diretamente da CRF 450R de motocross que chega em setembro. As diferenças se concentram à novidades como roda de 18 polegadas (aro 19 na CRF 450R), tanque de combustível de plástico e com maior capacidade (8,5l contra 6,3l) e cavalete lateral de alumínio forjado.

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As diferenças em relação à irmã “R” estão na roda traseira de 18 polegadas (19″ na CRF 450R), tanque de combustível de plástico (titânio na CRF 450R) e maior capacidade (8,5l contra 6,3l). Entretanto, ambas trazem o motor monocilíndrico de 62 cv, 116 kg, controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Outro ponto em comum a ambas é o guidão Renthal, os aros de alumínio pretos e o sistema de partida elétrica.

Honda CRF 450X (R$ 45.482)

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Honda CRF 450X: Apesar de bastante similar à RX, esta é pensada para um uso mais prolongado nas trilhas

Nas lojas em novembro, é voltada mais ao uso extensivo, chega em novembro trazendo ventoinhas nos radiadores, o que auxilia justamente à sua proposta. Outro diferencial é o câmbio de seis marchas — ante 5 marchas nas outras duas — e a presença de um conjunto de carenagem com farol e quadro de instrumentos, com velocímetro, dois hodômetros, indicador de consumo instantâneo, médio e autonomia restante. Sua potência é reduzida para 45 cv.

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Honda CRF 250R (R$ 41.402)

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CRF 250R:Tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva

Chega em outubro com o motor monocilindro da CRF 250 RX, com duplo comando de válvulas (DOHC) que desenvolve 44 cv e tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva, característica desejável no motocross. Além disso, o acerto das suspensões Showa é mais rígido que na CRF 250RX, assim como a roda traseira é de 19 polegadas (18 polegadas na CRF 250RX). Um diferencial particular na Honda CRF 250R é o tanque de menor capacidade (6,3l) feito de titânio, o que faz dela a mais leve da família: apenas 108 kg com todos os fluidos.

Honda CRF 250RX (R$ 42.830)

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Honda CRF 250RX: Pode-se dizer que é idêntica à “irmã” 250R, mas é mais sutil na dirigibilidade, segundo a marca

Derivada da CRF 250R de motocross, a CRF 250RX utiliza o mesmo chassi e motor, que a R, entretanto, tem acerto diferente, que resulta em respostas menos agressivas ao acelerador. Como nas Honda CRF 450R e CRF 450RX, também estão presentes na CRF 250RX o controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Chega às concessionárias em novembro.

Modelos, preços e chegada às lojas

CRF 250R – R$ 41.402, com chegada em Outubro;
CRF 250RX – R$ 42.830, com chegada em Novembro;
CRF 450R – R$ 44.462, com chegada em Setembro;
CRF 450X – R$ 45.482, com chegada em Novembro;
CRF 450RX – R$ 45.890, com chegada em Outubro.

Fonte: IG Carros
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Honda Civic Si 2020 muda na mecânica e no visual

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Com a baixa na categoria dos esportivos, o Honda Civic Si 2020 é o único cupê abaixo de R$ 200 mil

Assim como o sedã feito no Brasil, o cupê Honda Civic Si também estreia com mudanças na linha 2020. O esportivo da linha ganhou retoque nas molduras dos faróis de neblina, faróis de LED com novo arranjo de luzes, novas luzes traseiras de neblina em LED e novas rodas de 18″ com acabamento na cor preta. No interior, as novidades do cupê ficam por conta dos novos bancos esportivos e do painel com novos detalhes de acabamento na cor vermelha.

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No pacote de equipamentos, o Honda Sensing (pacote de segurança composto por itens como farol alto automático e controlador eletrônico de velocidade adaptativo) passa a ser de série, assim como o Active Sound Control, que usa os alto-falantes do sistema de áudio para amplificar o som do motor em acelerações.

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Na mecânica, o Honda Civic Si manteve o motor 1.5 turbo calibrado para desenvolver 208 cv. Mas o câmbio manual de seis marchas teve a relação final encurtada em 6%, para garantir arrancadas mais ágeis.

Fonte: IG Carros
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