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Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

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José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

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“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

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paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

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Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

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Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

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Economia

Argentina: governo proíbe venda de passagens aéreas até setembro

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Argentina
Reprodução/Wikipedia

Governo argentino voltou atrás em decisão de proibir negociação de passagens no país

Neste final de semana, o setor aéreo da Argentina viveu momentos de tensão, mas que acabaram sendo suavizados. Após definir pela proibição das vendas de passagens aéreas até que a pandemia do Covid-19 acabasse, o governo de Alberto Fernández voltou atrás e autorizou que as companhias realizem negociações para viagens a partir de 1º de setembro.

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Segundo informações do jornal La Nacion, a definição pela proibição total não durou nem 24 horas, sendo instaurada no último sábado (25) e suavizada já no domingo (26). Com isso, as companhias aéreas que atuam em voos internos na Argentina ou internacionais poderão realizar a venda de passagens.

A resolução, firmada pela Administração Nacional de Aviação Civil (ANAC) e publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial, dispõe que os voos podem ser programados, e as passagens negociadas, para datas a partir do dia 1º de setembro. Ou seja, a expectativa é de que não aconteçam viagens por pelo menos mais quatro meses.

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Responsável pela elaboração da resolução na ANAC , Paola Tamburelli afirmou que a reprogramação das operações pretende “equilibrar a proteção dos passageiros, garantir renda para as empresas e manter o setor sustentável”.

Proibição total

Na norma anterior, também definida por Tamburelli, as empresas só poderiam comercializar passagens dentro do território nacional e necessitariam do aval do governo para poder realizar os voos. Além disso, nenhum prazo havia sido estabelecido para o retorno da normalidade nas vendas, ressaltando que o mais importante era a proteção dos passageiros .

Além disso, o texto ainda denunciava que algumas companhias estavam realizando “promoções de vendas para si ou para terceiros de passagens de voos regulares se terem a devida aprovação”.

Entretanto, a resolução precisou ser alterada após os representantes das empresas demonstrarem descontentamento com a medida. O principal ponto foi o duro golpe em um setor que já se encontra em profunda crise financeira.

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“A abrupta queda na demanda já havia gerado um cenário crítico para os operadores, que acabariam agonizando se essa decisão se mantivesse, travando as atividades regulares por tanto tempo, algo que seria inédito na Argentina e no mundo. Por isso, manifestamos nossa surpresa e preocupação ao que havia sido estabelecido”, afirmou a Junta das Linhas Aéreas (Jurca) do país.

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Fonte: IG Economia
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