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Evento de clássicos em Águas de Lindóia será dedicado ao Fusca, nos dias 23 a 25

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Encontro em Águas de Lindóia é um dos maiores do Brasil. E dessa vez, anunciaram que terá foco no VW Fusca

Entre os dias 23 a 25 de agosto os apaixonados por VW Fusca terão a oportunidade de ver uma grande variedade no evento de Águas de Lindóia (SP), um dos maiores do Brasil quando o assunto é carro clássico. Entre outros modelos, estarão mais Volkswagen a ar e diversas relíquias produzidas entre 1940 e 1990. As expectativas para o número de visitantes gira em torno dos 50 mil, com mais de 500 exemplares da marca de Wolfsburg, e a entrada é gratuita.

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A exposição será dividida por modelos e décadas para que o expectador possa ter uma ideia de como o VW Fusca sofreu alterações ao longo dos anos. Também participarão do evento fabricantes de auto peças e acessórios exclusivos para modelos clássicos da Volkswagen, sendo que alguns itens ainda estão na embalagem original. Quem quiser expor o seu carro clássico deve se inscrever no site do evento de Águas de Lindóia .

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Carro mais vendido do mundo

Com 21.529.464 unidades produzidas entre 1938 e 2003, a partir do “carro do povo” se originou uma série de nomes como Beetle, Bug, Käfer, Type 1, Carocha, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino e outros, além de variantes como a Brasília, Variant, TL, VW Kombi, SP2, Karmann Ghia e mais. Entretanto, nada disso teria se concretizado se não fosse a Segunda Guerra Mundial.

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Tem a suas origens diretamente ligadas aos veículos militares. A maior é o motor, com sistema de arrefecimento que precisava ser a ar para que quando o exército alemão estivesse em campanha em desertos e outros lugares com pouca água, não tivessem o problema de superaquecimento por falta dela.

Tendo se mostrado bastante eficiente e barato em situações extremas, e com a exigência de Hitler para que a VW criasse um carro que coubesse no bolso do povo, que passasse dos 100 km/h, o trem de força foi muito bem recebido por Porsche, inclusive para as inúmeras corridas que participou (e ainda participa) no mundo todo.

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Foi o Fusca que, em 1953, deu início não só à própria história, como também à da Volkswagen no Brasil. Naquele ano começou a montagem, na capital paulista, de modelos com peças importadas da Alemanha. A fabricação nacional começou em 1959 e foi até 1986. Em 1993, o Fusca voltou à linha de produção, a pedido do então presidente Itamar Franco. A nova fase durou até 1996. Houve até uma última versão, a Série Ouro, que teve apenas 1.500 unidades.

Ao final, só no Brasil foram fabricados 3,3 milhões deles, uma marca nos coloca como um dos mais relevantes na história do VW Fusca . Assim, além de popular, é um dos carros mais colecionados do Brasil, com exemplares da Série Ouro na casa dos R$ 50 mil, e os mais valorizados (alemães. cabriolet) que podem superar os R$ 140 mil.

Fonte: IG Carros
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Linha 2020 da Honda CFR chega ao longo do semestre com novas tecnologias

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Os novos grafismos para as Honda CRF 250R (Foto) e 250X, que chegam em outubro e novembro, respectivamente

A linha 2020 das Honda CRF 250 e 450 estão prestes a chegar às lojas. O modelo de competição conta com cinco versões focadas nas diferentes necessidades de cada modalidade do motociclismo off road: seja o motocross, rali ou enduro. Entretanto, a maior novidade é a introdução do sistema HSTC em todas as CRF 450, que aprimora as capacidades de transmitir a potência do motor ao solo. Para as 250R e 250X, chegam novos grafismos.

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Aprofundando-se no funcionamento do HSTC da Honda CRF 2020, ele trabalha no controle da tração, minimizando a perda de aderência nas acelerações, buscando uma progressão eficaz e ganho de velocidade. O sistema não possui sensor de velocidade da roda, mas atua gerenciando a potência por meio do atraso do ponto de ignição controlado pelo sistema PGM-FI, que detecta alterações na rotação do motor características da perda de aderência.

E há três opções de programação disponíveis à esse equipamento: o modo 1, que intervêm de maneira suave e progressiva, reduzindo o patinamento. É especialmente adequado para melhor controle da roda traseira em curvas mais fechadas. O modo 2, um pouco mais permissivo, e o 3, com atuação rápida e intensa, adequado para terrenos muito escorregadios.

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Como se não bastasse, vem associado tanto ao sistema eletrônico de largada selecionável em três níveis — o primeiro, que é voltado à lama, o padrão para o asfalto, e o mais agressivo, também para asfalto — quanto ao recurso EMSB, que vai soltando a potência cada vez mais entre os modos Standard, Smooth ou Agressive.

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Modelos

Honda CRF 450RX (R$ 45.890) e CRF 450R (R$ 44.462)

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Honda CRF 450RX: Motocicleta de topo, pensada mais para um uso prolongado

Com chegada agendada para outubro, a RX é o modelo mais elaborado para a prática enduro, segundo a fabricante, a cross CRF 450 RX deriva diretamente da CRF 450R de motocross que chega em setembro. As diferenças se concentram à novidades como roda de 18 polegadas (aro 19 na CRF 450R), tanque de combustível de plástico e com maior capacidade (8,5l contra 6,3l) e cavalete lateral de alumínio forjado.

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As diferenças em relação à irmã “R” estão na roda traseira de 18 polegadas (19″ na CRF 450R), tanque de combustível de plástico (titânio na CRF 450R) e maior capacidade (8,5l contra 6,3l). Entretanto, ambas trazem o motor monocilíndrico de 62 cv, 116 kg, controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Outro ponto em comum a ambas é o guidão Renthal, os aros de alumínio pretos e o sistema de partida elétrica.

Honda CRF 450X (R$ 45.482)

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Honda CRF 450X: Apesar de bastante similar à RX, esta é pensada para um uso mais prolongado nas trilhas

Nas lojas em novembro, é voltada mais ao uso extensivo, chega em novembro trazendo ventoinhas nos radiadores, o que auxilia justamente à sua proposta. Outro diferencial é o câmbio de seis marchas — ante 5 marchas nas outras duas — e a presença de um conjunto de carenagem com farol e quadro de instrumentos, com velocímetro, dois hodômetros, indicador de consumo instantâneo, médio e autonomia restante. Sua potência é reduzida para 45 cv.

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Honda CRF 250R (R$ 41.402)

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CRF 250R:Tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva

Chega em outubro com o motor monocilindro da CRF 250 RX, com duplo comando de válvulas (DOHC) que desenvolve 44 cv e tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva, característica desejável no motocross. Além disso, o acerto das suspensões Showa é mais rígido que na CRF 250RX, assim como a roda traseira é de 19 polegadas (18 polegadas na CRF 250RX). Um diferencial particular na Honda CRF 250R é o tanque de menor capacidade (6,3l) feito de titânio, o que faz dela a mais leve da família: apenas 108 kg com todos os fluidos.

Honda CRF 250RX (R$ 42.830)

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Honda CRF 250RX: Pode-se dizer que é idêntica à “irmã” 250R, mas é mais sutil na dirigibilidade, segundo a marca

Derivada da CRF 250R de motocross, a CRF 250RX utiliza o mesmo chassi e motor, que a R, entretanto, tem acerto diferente, que resulta em respostas menos agressivas ao acelerador. Como nas Honda CRF 450R e CRF 450RX, também estão presentes na CRF 250RX o controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Chega às concessionárias em novembro.

Modelos, preços e chegada às lojas

CRF 250R – R$ 41.402, com chegada em Outubro;
CRF 250RX – R$ 42.830, com chegada em Novembro;
CRF 450R – R$ 44.462, com chegada em Setembro;
CRF 450X – R$ 45.482, com chegada em Novembro;
CRF 450RX – R$ 45.890, com chegada em Outubro.

Fonte: IG Carros
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Honda Civic Si 2020 muda na mecânica e no visual

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Com a baixa na categoria dos esportivos, o Honda Civic Si 2020 é o único cupê abaixo de R$ 200 mil

Assim como o sedã feito no Brasil, o cupê Honda Civic Si também estreia com mudanças na linha 2020. O esportivo da linha ganhou retoque nas molduras dos faróis de neblina, faróis de LED com novo arranjo de luzes, novas luzes traseiras de neblina em LED e novas rodas de 18″ com acabamento na cor preta. No interior, as novidades do cupê ficam por conta dos novos bancos esportivos e do painel com novos detalhes de acabamento na cor vermelha.

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No pacote de equipamentos, o Honda Sensing (pacote de segurança composto por itens como farol alto automático e controlador eletrônico de velocidade adaptativo) passa a ser de série, assim como o Active Sound Control, que usa os alto-falantes do sistema de áudio para amplificar o som do motor em acelerações.

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Na mecânica, o Honda Civic Si manteve o motor 1.5 turbo calibrado para desenvolver 208 cv. Mas o câmbio manual de seis marchas teve a relação final encurtada em 6%, para garantir arrancadas mais ágeis.

Fonte: IG Carros
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