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Estrelado por Angelina Jolie, “Malévola: Dona do Mal” ganha primeiro trailer

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A Disney divulgou nesta segunda-feira (13) o primeiro trailer oficial de ” Malévola : Dona do Mal”, continuação da live-action estrelado por Angelina Jolie.

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Angelina Jolie em
Divulgação

Angelina Jolie em “Malevola”


O mais novo filme de Angelina Jolie exprorará a relação da fada do título, vivida pela ex de Brad Pitt, com a princesa Aurora (Elle Fanning), enquanto as duas precisam formas novas alianças e enfrentar novos inimigos na jornada para proteger os seres mágicos da terra dos Moors.

Veja o trailer:


O roteirista Jez Butterworth, que trabalhou em “007 Contra Spectre (2015)” e “No Limite do Amanhã” (2014), reescreveu o roteiro original criado por Linda Woolverton. Joachim Ronnig (Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar) dirige o filme estrelado por Angelina Jolie .

Fonte: IG Gente
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Organizadores de mostra veem censura em exclusão de filmes anti-Bolsonaro

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Após serem comunicados de que três filmes da Mostra do Filme Marginal seriam retirados da programação no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro, os organizadores do evento resolveram cancelar o evento na instituição. Ele será mantido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

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Cena do curta-metragem arrow-options
Reprodução/FestTaguá

Cena do curta-metragem “Mente Aberta”

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Conforme antecipado pela coluna de Ancelmo Gois, os três filmes censurados são “Mente aberta”, “Rebento” e “Nosso sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro.

“Mente aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”.

Nele, Getúlio usa três declarações do Jair Bolsonaro  , não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”.

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O filme foi aprovado na mostra, mas na terça-feira (20) o diretor foi convocado para uma reunião no CCJF, em que a exclusão foi comunicada.

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“Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, explicaram os organizadores da mostra em comunicado, acrescentando que viram a decisão como censura.

“O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar.

Procurado, o Centro Cultural da Justiça Federal respondeu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”.

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O comunicado diz ainda: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado.”

Fonte: IG Gente
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Mentor da Vaza Jato, Glenn Greenwald recebe prêmio de jornalismo no Brasil

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Foi anunciada na última quarta-feira (21) que Glenn Greenwald, jornalista do The Intercept Brasil , reberá o Prêmio Especial Vladimir Herzog neste ano. A honraria chega após o jornalista divulgar diálogos entre os procuradores da Lava Jato com Sergio Moro, atual ministro da Justiça que à época era o Juiz responsável pela maior investigação contra corrupção do País.

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Glenn Greenwald arrow-options
Divulgação

Glenn Greenwald


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Apelidada de Vaza Jato por internautas, os diálogos de Glenn Greenwald resultaram em uma alta repercussão na imprensa e na abertura de um inquérito para contestar a veracidade das mensagens de Sergio Moro que, se dadas como verdadeiras, mostrariam que o Juiz responsável pela Lava Jato estava agindo de maneira irregular. Conduta essa antiética.

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Além de Glenn Grennwald também será homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo, que acontece no dia 24 de outubro, Patrícia Campos Mello, da Folha .

Fonte: IG Gente
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