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Especialista dá 5 cuidados para ter com a gamificação na educação das crianças

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Depois de bombar no meio empresarial, a gamificação na educação está se tornando parte cada vez mais integral da aprendizagem das crianças, e existem diversos motivos para essa ascensão.

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Criança olhando para a tela do computador, onde está escrito
shutterstock

A gamificação na educação pode trazer inúmeros benefícios, mas você precisa de alguns cuidados para evitar danos

Segundo João Luís Almeida, coordenador de tecnologia educacional da Sphere International School, a gamificação na educação pode, por exemplo, gerar maior interesse e participação das crianças e adolescentes, bem como ajudá-los a lidar melhor com a frustração e o êxito.

A necessidade de tomar cuidado com a gamificação na educação

Por outro lado, tudo que é bom em excesso também pode fazer mal. O coordenador da Sphere International School lembra que este processo de aprendizado também pode levar a problemas como vício virtual, reclusão, desrespeito às regras no mundo real, noites mal-dormidas e má alimentação.

“Os danos estão relacionados aos excessos e à falta de critério na escolha dos games”, reforça. Portanto, se você está interessado em gamificação na educação, é uma boa ideia conhecer os cuidados básicos que ela exigirá, seja na escola ou em casa.

Até porque, como lembra Almeida, são justamente os educadores e os pais que retêm o papel de mediadores e controladores da tecnologia que as crianças usam para o seu desenvolvimento cognitivo .

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1. Imponha limites ao uso de tecnologias e monitore o uso

Mãe repreendendo a filha com o computador na mão
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Usar a gamificação na educação requer regras claras sobre o uso e o monitoramento para que a criança não as infrinjam

Regras claras são o primeiro passo para evitar problemas com a gamificação. Elas devem ir desde o tipo de atividade que a criança pode fazer nas plataformas que tiver à disposição até o tempo máximo de uso.

Mas não basta impor limites. Também é preciso ficar de olho para garantir que as crianças estejam respeitando as regras estabelecidas e evitar que elas extrapolem no uso dos games e atividades interativas virtuais.

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2. Fique de olho na faixa etária

Criança medindo a altura numa régua na parede
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Processo de aprendizagem com a gamificação requer atenção à faixa etária dos pequenos, para evitar danos

Como lembra João Luís, a gamificação exige muito respeito à faixa etária das crianças. “Crianças na Educação Infantil, por exemplo, precisam de muito contato com elementos concretos e os jogos físicos são mais adequados e recomendados pelos especialistas do que qualquer uso de games ou introdução de gamificação”, pondera.

Ele também menciona as recomendações feitas por órgãos da ONU, que advertem contra o uso de telas (sejam elas de videogame ou de celular) por crianças de até 2 anos de idade. Depois, a introdução à tecnologia deve ser feita de forma contida e gradual.

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Isso serve, segundo João, “justamente para proporcionar o concreto, o contato com a natureza, livros, outras crianças, educadores e outros recursos”.

3. Incentive o contato com o mundo real

Crianças jogando bola no quintal
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Mesmo que você use a gamificação, o desenvolvimento cognitivo ainda requer incentivo ao contato com o mundo real

Falando nisso, é importante que a criança entenda que a gamificação é apenas um complemento às experiências no mundo real, que continuam tendo muita importância no seu desenvolvimento cognitivo.

Por isso, pais e educadores precisam sempre reforçar a importância desse tipo de atividade no processo de aprendizado. É crucial investir em atividades dinâmicas e engajantes, que mantenham a criança entretida e deem a ela a oportunidade de se socializar.

4. Consulte especialistas antes de adotar a gamificação em casa

Pais e filha conversando com diretora de escola
Shutterstock

Antes de usar a gamificação em casa, é sempre bom conversar com os educadores para entender melhor como funciona

Além de impor regras e incentivar o contato com o mundo real, é preciso sempre conversar com especialistas no assunto para adotar esse tipo de processo de aprendizado.

“As famílias devem buscar apoio especializado, conversando com os educadores e a escola onde a criança estuda para saber o que já é usado em termos de plataformas educativas gamificadas e o tempo mais adequado de utilização diária”, reitera Almeida.

5. Mantenha-se informado sobre o assunto

Mãe ajudando a filha com a lição de casa
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A gamificação em casa requer que os pais estejam sempre atualizados sobre o assunto para acompanhar os filhos

Também na questão de saber como implementar a gamificação em casa, é preciso investir na informação. As famílias precisam saber quais as últimas notícias e descobertas no ramo para ponderar se vale a pena ou não continuar com atividades gamificadas para o desenvolvimento cognitivo dos filhos.

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Segundo o coordenador da Sphere International School, “ler publicações atualizadas sobre o assunto para acompanhar pesquisas, participar e conhecer os games usados pelos filhos” são boas formas de fazer isso e evitar problemas quando usar a gamificação na educação dos seus pequenos. 

Fonte: IG Delas
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De louças rústicas a urban jungle: mais tendências de decoração da ABCasa Fair

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A ABCasa Fair – feira da Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores – segue nos inspirando por aqui. No texto publicado na terça-feira, mencionei três tendências do segmento de decoração que encontrei por lá : uso de objetos em palha, a releitura do revestimento granilite em várias peças, como, louças, vasos e caixas e ainda a utilização de cores fluorescentes em objetos de decoração.

Vamos conhecer mais tendências de decoração que foram apresentadas na ABCasa Fair?

Louças rústicas

Bowl e prato de sobremesa com estilo artesanal arrow-options
Arquivo pessoal

Elementos e texturas naturais são apostas de empresas para fabricação de louças com aspecto rústico

A utilização de elementos e texturas naturais está em alta seja no segmento de decoração como também na mesa posta . Formas orgânicas, cores neutras, peças que remetem ao trabalho artesanal são apostas das empresas do segmento de utilidades domésticas.

Já perceberam a quantidade de modelos de louças que adotaram esse estilo? Há peças fabricadas em escala industrial, mas que parecem ter sido feitas artesanalmente. Essa valorização do handmade, do artesanal, do natural é tendência.

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Nos corredores da Abcasa Fair, encontrei propostas de louças exatamente com essas características. Gosta do estilo rústico? Aposte em pratos, tigelas e xícaras com essa pegada artesanal.

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Urban Jungle

Já ouviu falar no conceito Urban Jungle (selva urbana, em tradução livre)? A proposta inclui flores e plantas na decoração dos apartamentos, casas, escritórios, conferindo uma melhor qualidade de vida. A ideia é realmente levar a natureza para dentro de casa.

Essa tendência virou uma febre em países europeus e também no Brasil. A ideia de aproximar a natureza a vida agitada dos centros urbanos caiu no gosto das pessoas. Para além dos benefícios estéticos, encher a casa de plantas traz conforto emocional, auxilia no microclima local e ainda purifica o ar.

tendência urban jungle arrow-options
Arquivo pessoal

A tendência Urban Jungle agrada aqueles que desejam espalhar o verde pela casa

Para adotar o estilo Urban Jungle em casa, vale espalhar folhagens em vasinhos, montar uma parede verde e também optar por almofadas, louças e papéis de parede com estampas que remetem à natureza.

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Durante minha visita a AbCasa Fair, encontrei diversas empresas que apostaram na tendência e apresentaram objetos com estampas de folhagens, principalmente a costela de adão. Além disso, as folhagens naturais e artificiais estavam presentes na decoração de vários espaços.

Étnico

Animal print, madeira, peças artesanais são alguns dos elementos do estilo étnico na decoração , que se caracteriza pela ousadia, combinação exótica, mistura de culturas e influências.

decoração com elementos do estilo étnico arrow-options
Arquivo pessoal

Peças que representam diferentes culturas e histórias conferem um estilo étnico à decoração

Inclua na decoração da sua casa peças e objetos que remetam à história e cultura de seu país, de lugares que você visitou ou que admira, como almofadas coloridas que remetem à Índia, esculturas africanas e tapetes com estilo marroquino.

Na ABCasa Fair , encontrei vários objetos com estilo étnico: vasos , mantas, cadeiras e louças, entre muitas coisas.

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E você, usaria uma louça rústica para montar uma mesa? Incluiria na decoração da sua casa objetos com estilo étnico?  

Fonte: IG Delas
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Mãe faz camiseta para filho registrar todos os seus “primeiros dias de aula”

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Você se lembra de alguns dos seus primeiros dias de aula na escola? Uma mãe de Dallas, Texas, nos Estados Unidos, pensou em uma forma de deixá-los ainda mais especiais e criar memórias para o filho: com uma camiseta. A história fofa viralizou no Twitter e recebeu mais de 198 mil curtidas, além de ter sido compartilhada 31 mil vezes.

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criança com a camiseta arrow-options
Reprodução/Twitter/carinawitha_C

A mãe decidiu fazer uma camiseta para que na formatura o filho pudesse se lembrar desses primeiros dias de aula


Carina Cansino é mãe de Gus, de cinco anos. No ano passado, ela teve a ideia de criar uma camiseta com a frase “Classe de 2032” —ano em que ele vai se formar no ensino médio — escrita na frente e, na parte de trás, todas as séries escolares a partir do jardim de infância até a formatura. O espaço abaixo, que está em branco, serve para o menino preencher com a mão, mostrando quais dessas etapas ele já completou.  

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“Vamos começar o primeiro ano do fundamental”, escreveu ela no Twitter. Na foto, é possível ver que Gus já pintou o jardim de infância e está começando o que seria a etapa “elementar”, que é um período de alfabetização similar ao 1º ano do ensino fundamental no Brasil.

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Mãe quer ver as fotos de cada ano na formatura do filho

Nas redes, Carina ainda explicou a ideia: “O conceito é que no primeiro dia de aula de cada ano escolar nós vamos tirar uma foto do meu filho com a camiseta, até que no fim do ensino médio ela realmente esteja do tamanho dele. Então, nós vamos ver todas as fotos do crescimento dele.” Ela ainda mostrou imagens de Gus no ano passado, quando usou a peça pela primeira vez: 


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“Eu tive o Gus aos 15 anos de idade e fui mãe solo por muitos anos. Adoraria compartilhar a minha história e inspirar outras jovens mulheres a continuarem se esforçando”, disse.

O post viral rendeu até mesmo uma fonte de renda para a mãe, principalmente porque internautas começaram a pedir camisetas parecidas para os próprios filhos. “Vou ter que contar ao meu filho de cinco anos que ele é famoso agora. Que ótimo pimeiro dia de aula”, brincou Carina. 

Fonte: IG Delas
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