conecte-se conosco

Política Nacional

Deputada pede que móveis que pertenceram a Bolsonaro continuem em seu gabinete

Publicado


Carla Zambelli com Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Carla Zambelli quer que móveis que pertenceram a Bolsonaro continuem em seu gabinete


A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) enviou um ofício ao Departamento de Apoio Parlamentar (DEAPA) da Câmara para que os móveis de seu gabinete não sejam trocados. O motivo, segundo o documento, é que os equipamentos foram utilizados por Jair Bolsonaro durante os 27 anos em que o atual presidente foi deputado federal.

Leia também: Deputada do PSL chama Olavo de Carvalho de oposição: “Precisa de babá”

A Câmara dos Deputados passa por reformas no Anexo III, onde está localizado o gabinete de Carla Zambelli . Entre as mudanças, foi autorizada a troca de todos os atuais móveis dos gabinetes. Alguns têm mais de 30 anos.

“Por ter pertencido ao hoje presidente da República, Jair Messias Bolsonaro , durante 27 anos, considero que o mobiliário faz parte de uma história importante especialmente para mim, mas também para milhões de brasileiros, e que tenho desejo de preservar intacta”, pediu a deputada.

Leia mais:  Entenda o caso das supostas laranjas do PSL, alvo de ação da PF nesta segunda

Leia também: Deputada do PSL faz enquete sobre possível pedido de cassação de Zeca Dirceu

Eleita para o seu primeiro mandato, Carla Zambelli se diz uma das principais defensoras de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. No início do mês, a deputada criou polêmica ao discutir com Olavo de Carvalho no Twitter em defesa do ministro Santos Cruz, um dos principais alvos do autointitulado filósofo.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Mantega nega interferência no BNDES e chama Joesley Batista de mentiroso

Publicado


Guido Mantega
Michel Jesus/Câmara dos Deputados – 22.5.19

Ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega participou da CPI do BNDES


O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega voltou a negar, nesta quarta-feira, que tenha recebido propina e interferido em decisões do BNDES que liberaram empréstimos para a JBS. Mantega afirmou que o empresário Joesley Batista , que fez as acusações em delação premiada, mentiu sobre o tema. 

Leia também: CPI do BNDES aprova convocação dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura

O ex-ministro afirmou que as operações entre o banco e a empresa foram baseadas em critérios técnicos e ressaltou que a JBS chegou a ter pleitos negados junto ao BNDES durante os governos do PT. Como contrapartida aos financiamentos, Joesley disse que depositou US$ 150 milhões em contas no exterior, sob a orientação de Mantega , para financiar despesas e campanhas eleitorais dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI ) que investiga possíveis irregularidades no banco de fomento, o ex-ministro rebateu a versão apresentada pelo empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR). Para Mantega, Joesley “inventou diálogos e situações” para conferir “veracidade à delação”.

Leia também: Cármen Lúcia nega à CPI do BNDES acesso a dados do celular de ex-diretor da JBS

Leia mais:  Operação contra fraudes no ABC Paulista apreende R$ 135 mil em residência

“O que o Joesley está dizendo é mentira. Isso não ocorreu. E é fácil verificar as contradições em que ele mesmo se enreda. Ele nunca me passou nenhum tostão”, disse Mantega.

As contas no exterior citadas por Joesley também foram lembradas pelo ex-ministro Antonio Palocci, em depoimento em Brasília ao Ministério Público Federal (MPF), como revelou O GLOBO em fevereiro . Mantega disse que o empresário “inventou a história da conta” e colocou em dúvida o depoimento de Palocci, que será ouvido pelos parlamentares na semana que vem.

Leia também: MPF denuncia Joesley, Palocci, Mantega e mais 9 por prejuízo bilionário ao BNDES

“Agora você (deputado) vai me indispor com metade… Não sei se o ministro (Palocci) falou. O dia que eu tomar conhecimento disso, eu me manifesto. O que sei é que as delações do Palocci não eram aceitas na 13a região (vara), em Curitiba. Falava um monte de coisa e foi desqualificado, não aceitavam a delação. O que podemos deduzir disso? Qual a força, a fidedignidade da palavra do Palocci?”, afirmou Mantega, em referência ao fato de Palocci ter fechado o acordo de delação com a Polícia Federal, não com o Ministério Público.

Leia mais:  Após polêmica com NY, Bolsonaro deve ir aos EUA e ser premiado em outra cidade

O empresário narra que o contato com Mantega, em um primeiro momento, era feito por meio do empresário Victor Sandri. Depois, em 2009, Joesley teria estabelecido uma relação direta com o então ministro. No depoimento, Mantega afirmou que foi ao casamento do sócio da JBS, a um aniversário na casa dele, mas afirmou que negou diversos convites feitos para passar finais de semana em propriedades do empresário e disse que não havia intimidade entre eles.

“As operações que foram feitas beneficiaram sempre o BNDES. Sempre houve participação dura do banco, exigindo multas e garantias”.

Antes de comparecer à comissão, Mantega obteve uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garantiu a ele o direito de depor como investigado, não como testemunha, ou seja, de não assinar um termo em que se comprometeria a dizer a verdade. O ex-ministro alegou que já foi denunciado pelo MPF por supostos prejuízos ao BNDES, por isso não poderia prestar esclarecimentos na condição de testemunha. Mantega também tinha o direito de ficar em silêncio, mas optou por responder as perguntas.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Câmara aprova texto-base que permite que governo tenha apenas 22 ministérios

Publicado


Câmara dos Deputados
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Deputados aprovam reforma administrativa de Bolsonaro e governo segue com apenas 22 ministérios


A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (22) o texto-base da Medida Provisória ( MP ) 870 , que enxugou o número de ministérios no primeiro dia do ano.

Leia também: Governo usa reserva de emergência e evita novo contingenciamento em ministérios

Além disso, os parlamentares devem analisar a permanência ou não da Fundação Nacional do Índio (Funai) no Ministério da Agricultura, a proibição da investigação sobre corrupção por auditores da Receita Federal. Bolsonaro, assim, está livre da criação de novos ministérios .

Centrão e oposição já fecharam um acordo para tirar o Coaf das mãos de Moro. Após iniciar a sessão em obstrução, o PT e outros partidos de esquerda desistiram de travar os trabalhos. Para derrotar o governo, as legendas resolveram liberar a votação.

No início da sessão, com medo de que o centrão não permitisse a votação nominal para o destaque do Coaf, o PSL apresentou um requerimento para ter qualquer decisão de mérito votada em painel eletrônico, com indicação de como votou cada parlamentar. O centrão entrou em obstrução e o PSL recuou, retirando o requerimento.

Leia mais:  Viagem de Bolsonaro aos EUA deve ocorrer entre os dias 16 e 17 de maio

Durante o encaminhamento da votação, o deputado tucano Célio Silveira (GO) afirmou que votaria tudo o que “necessário para o país crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf”.

Após o fim da votação dos destaques, a MP vai para o Senado, onde deverá ser apreciada nesta quinta-feira (23). Se não for votada até até 3 de junho, a medida perde a validade. Assim, voltariam a valer os 29 ministérios do governo Michel Temer. 

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana