conecte-se conosco

Mato Grosso

Cotação agrícola mostra variação de até 142% nos preços de produtos da agricultura

Publicado

Toda quinta-feira, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) divulga a cotação de preços de 40 produtos da agricultura, coletados em nove regiões do Estado. O levantamento de preços apresenta a média da região, enfocando o menor e o maior preço praticado durante a semana. O engenheiro agrônomo da Empaer, Luiz Carlos Guerra Victorino, responsável pela tabulação dos dados, comenta que a cotação agrícola é realizada pelos técnicos da empresa em parceria com os produtores rurais, cooperativas e empresas agropecuárias.

De acordo com Victorino, a cotação dessa semana apresentou algumas variações de preços. A farinha de mandioca foi vendida pelo menor preço no município de Rondonópolis, por R$ 122,50 o saco de 45 quilos, e em São Félix do Araguaia pelo maior valor, de R$ 296,67, uma diferença de 142% no preço final. O quilo do peixe teve uma variação de preço acima de R$ 10,00. Em Rondonópolis foi comercializado por R$ 7,00 o quilo e em Barra do Garças por R$ 17,06. O feijão Carioca também teve oscilação, no município de Barra do Bugres a saca de 60 quilos foi vendida por R$ 105,00 e em Alta Floresta por R$ 232,50.

Leia mais:  PM prende suspeito atrás de prateleira de livros

Nesta semana (11 a 18/07), a venda da arroba do boi gordo com 25 dias foi comercializada pelo menor preço na capital, por R$ 131,25, e em Rondonópolis por R$ 145,00 a arroba. Em Barra do Garças, uma vaca de leite foi vendida por R$ 2.675,00 e em Barra do Bugres por R$ 3.420,00. O menor preço da carne de suíno foi encontrado em Sinop por R$ 76,95 a arroba, Já em Cáceres por R$ 136,95. O frango caipira em Barra do Bugres foi vendido por R$ 15,78 a unidade, e por R$ 29,64 em Cáceres.

Conforme Luiz Carlos, a cotação agrícola promove a tomada de preços para facilitar o acesso aos produtores rurais, que ganham com essa decisão, pesquisando para fazer um bom negócio, com preço justo. Os dados da cotação agrícola são renovados toda quinta-feira, permanecendo por um período de sete dias. “A cotação é muito procurada para solicitação do preço da arroba do boi gordo (à vista, c/25 dias) e da cabeça do boi magro, vaca de cria e leite, vaca gorda, vaca magra e outros. Essa é mais uma ferramenta que está à disposição do produtor rural”, destaca.

Leia mais:  Rotam forma 36 policiais no curso da Rotam nesta segunda-feira (22)

 As informações são coletadas nos municípios de Alta Floresta, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Juína, Rondonópolis, São Félix do Araguaia e Sinop. A cotação é enviada para os veículos de comunicação, Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), escritórios da Empaer, comércio em geral e também para o Estado de Rondônia.

 A cotação possibilita aos interessados verificarem preços dos mais variados itens, tais como: algodão, soja, milho, café, cana-de-açúcar, borracha, arroz, banana (terra, nanica/nanicão), mandioca, boi gordo, garrote, leite, frango, ovos, peixes, suínos e outros. Todos os dados estão à disposição no site www.empaer.mt.gov.br

Fonte: GOV MT
Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Nove foragidos da Justiça são capturados pela Polícia Militar nesta quarta-feira

Publicado

Nove pessoas com mandado de prisão em aberto foram capturadas por policiais militares de Cuiabá, Várzea Grande, Querência, Pontes e Lacerda e Barra do Garças, nesta quarta–feira (17.07). Todos foram encaminhados às respectivas delegacias para providências e cumprimento das penas.

O primeiro foragido foi capturado durante revista em um ônibus, em Várzea Grande. Identificado pelas iniciais J.O.S., 27 anos, carregava uma porção de maconha no bolso e ao ter a ficha policial consultada, constatou-se que existia um mandado de prisão em aberto contra ela, expedido pela 1ª Vara Criminal da cidade.

Ainda em Várzea Grande, os policiais militares checavam denúncia de tráfico de drogas no bairro Portal do Amazônia. A.B.M., 36, foi preso em casa após constatação de mandado de prisão em aberto. Já na comunidade de Capão Grande, os policiais faziam rondas e abordaram J.J.S., 55, que estava foragido desde 2014 por tráfico de drogas.

Em Cuiabá, a Polícia Militar prendeu N.C.A.R., 42, no Centro Político Administrativo, V.C.A., 19, no Residencial Paiaguás, e E.M.L., 26, no Tijucal. Todos estavam com mandados de prisão em aberto, sendo o último por roubo, expedido pela 3ª Vara Criminal da Capital.

Leia mais:  Rotam forma 36 policiais no curso da Rotam nesta segunda-feira (22)

No município de Querência, os policiais realizavam abordagens, quando ao checarem a ficha criminal de P.M.S., 37, constataram que estava foragido da Justiça. O mesmo ocorreu em Pontes e Lacerda, onde os policiais capturaram E.F.R., 23, que tinha prisão determinada pela Comarca de Comodoro, desde 2018.

Em Barra do Garças, em uma operação integrada entre policiais militares e civis, foi preso M.L.A.P., 29, com mandado de prisão em aberto por roubo. O suspeito foi localizado escondido em uma residência, no bairro Santo Antônio.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

Fonte: GOV MT
Comentários Facebook
Continue lendo

Mato Grosso

MTI discute sobre gestão de projetos e inteligência artificial

Publicado

Os analistas da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) participaram nesta quarta-feira (17.07) de mais uma edição do Café Tech, onde puderam discutir sobre gestão de projetos e sua implantação nas empresas, bem como sobre inteligência artificial.

O Café Tech foi criado como parte da iniciativa de disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da MTI. Ao longo das edições anteriores, já foram discutidos sobre ferramentas e aplicativos que podem aprimorar os trabalhos na área de tecnologia e contribuir para a criação de novas oportunidades de negócio.

Nesta quarta edição, o analista da Cromus Consultoria, Clebiano Nogueira, palestrou sobre os “Mitos e as verdades na implantação da gestão de projetos”. Segundo ele, há sete “mitos” que todos dizem e que impedem o gerenciamento dos projetos para se conseguir atingir o resultado esperado, seja em produtos ou serviços.

Os mitos envolvem a metodologia, apoio executivo, comunicação, controle de mudanças, métricas, lições aprendidas e melhoria contínua. O primeiro mito, segundo Clebiano, é referente à afirmativa referente Project Management Institute (PMI) para gerenciamento de projeto. Isto porque o PMI não trabalha com metodologia, mas boas práticas de gestão. 

O segundo mito trata-se da afirmativa de que gerentes de projetos têm autonomia para selecionar ou gerenciar projetos. Contudo, esse mito cai por terra, uma vez que é necessário o apoio do patrocinador para o bom desenvolvimento do projeto.

Leia mais:  Rotam forma 36 policiais no curso da Rotam nesta segunda-feira (22)

Já o terceiro mito diz respeito ao entendimento de que a execução das atividades está garantida a partir do alinhamento das responsabilidades. “O pior da comunicação é a ilusão de que ela ocorreu. É preciso certificar de que o detalhamento do projeto, de entregas e resultados esperados esteja claro para cada um dos membros”, disse.

Outro mito é se considerar o projeto 100% entregue de acordo com o planejado, bem como considerar as métricas baseadas em percentual concluído das atividades. “É preciso ter outras maneiras de gerenciar. Hoje temos indicadores de performance, de análise de valor agregado e indicadores de resultados”, afirmou Clebiano.

Além disso, outro mito que prejudica o andamento do projeto é reunir os integrantes no final, para compilar as lições aprendidas. “Se a lição é só no final, você já não se lembra do começo. As lições têm que ser organizadas desde o início. Pode-se ir anotando os históricos dos pontos relevantes, importantes e fortes vividos durante o andamento do projeto”, explicou.

O analista de TI da MTI que atua na Sefaz, Guilherme Campos, explica sobre machine learning

Também é considerado mito relevante a crença de que a experiência e a ferramentas são suficientes para enfrentar os desafios da disrupção digital.  “Não basta apenas conhecimento. É preciso melhorar e revisar a metodologia para garantir projetos bem feitos”, encerrou.

Leia mais:  Veículos são recuperados em bairros de Cuiabá

Machine Learning 

Além da gestão de projetos, foi discutido ainda sobre inteligência artificial na palestra “Introdução à Machine Learning e Deep Learning”, realizada pelo analista Guilherme Campos, servidor da MTI cedido à Secretaria de Fazenda (Sefaz).
A Machine Learning é considerada uma aprendizagem de máquina, que é a capacidade de um computador de aprender e evoluir à medida que é exposto a novos dados e em constante mudança, de modo que possam fazer tarefas que seriam executadas por pessoas.

Já a Deep Learning é uma aprendizagem profunda, cuja tecnologia tornou-se muito comum atualmente. “A Deep Learning é uma das sub-áreas do Machine Learning e que está muito em alta e na moda e tem resultados impressionantes”, disse Guilherme.

Segundo Guilherme, a Deep Learning é utilizada em aplicações como visão computacional, reconhecimento de fala e compreensão de linguagem natural. “Você consegue trabalhar em outras áreas, como voz, texto e processamento de linguagem natural. E isso é mais uma ferramenta que se tem para trabalhar. Por isso é interessante conhecer as novas técnicas, mesmo que não seja profundo conhecedor, para que possamos propor soluções para problemas futuros”.

Fonte: GOV MT
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana