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Consumidora é indenizada por perder os cabelos após usar produto de alisamento

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Consumidora afirmou que fez o teste necessário antes de aplicar o produto em todo o cabelo

Uma consumidora que mora em Balneário Camboriú (SC) terá direito a uma indenização por dano moral no valor de R$ 4.000 além de R$ 20,57 pelos danos materiais. As quantias ainda serão corrigidas monetariamente e acrescidas de juros legais.

Ela  perdeu cabelos após utilizar um produto para alisamento capilar . Segundo o processo, tão logo iniciou a aplicação, a consumidora percebeu que seu cabelo começou a cair, com o aparecimento de falhas e alergia em seu couro cabeludo.

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 A empresa responsável pela fabricação do produto defendeu-se afirmando que a autora da ação não observou as orientações da bula do produto e fez a aplicação de maneira incorreta.  

Segundo a fabricante, a consumidora não realizou o teste de mecha antes de aplicar o produto em todo o cabelo; e que se tivesse feito, os danos seriam evitados. Na compreensão  da a juíza Patrícia Nolli, titular do 1º Juizado Especial Cível da comarca de Balneário Camboriú, porém, esse argumento não é valido.

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Informações claras

Para a juíza, a circunstância não é o suficiente para afastar a responsabilização da empresa. Isso porque o produto foi adquirido no simples comércio, ao alcance de qualquer consumidor, sem advertência clara quanto à potencialidade lesiva à integridade física do usuário.

Além disso, em depoimento, a consumidora afirmou que sua filha a auxiliou na realização do  teste e aplicou o produto em uma pequena porção de cabelo na parte traseira do couro cabeludo, sem que se tivesse verificado qualquer intercorrência nociva.

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 Todavia, ao ser aplicado o produto em todo o cabelo, ele começou a cair e apresentar anormal elasticidade .

“Não é possível impor ao consumidor/usuário de um produto tão agressivo que saiba – como leigo que é – diferenciar os tipos de cabelo apostos na tabela do encarte do produto: ‘grosso, médio ou fino’”, afirmou a juíza.

Ela exemplifica com termos encontrado na bula do produto. “De igual forma, não é dado ao leigo saber se seu cabelo fora previamente tratado com ‘tioglicolato de amônia’, uma das substâncias que vêm estampadas nos ‘avisos de segurança’ do produto”, ressalta Patrícia Nolli. 

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 Ainda cabe recurso  para a fabricante diante da decisão da Justiça catarinense.

Fonte: IG Economia
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Dólar fecha esta quinta-feira no menor nível em três semanas, abaixo de R$ 4,20

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Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

Dólar fecha quinta-feira (5) valendo menos de R$ 4,20, câmbio mais baixo em três semanas

Agência Brasil

Em um dia de alívio no mercado financeiro , o dólar fechou abaixo de R$ 4,20. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (5) vendido a R$ 4,188, com queda de R$ 0,014 (-0,33 %). A a moeda norte-americana está no menor nível desde 13 de novembro 4,187).

A cotação abriu em alta. Na máxima do dia , por volta das 9h30, o dólar chegou a R$ 4,22, mas reverteu a tendência no início da tarde e passou a cair.

No mercado de ações, o dia também foi de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo , voltou a bater recorde e fechou aos 110.622 pontos, com alta de 0,29%. O indicador abriu em baixa, mas recuperou-se durante a manhã e reverteu o movimento.

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 As ações da Petrobras , as mais negociadas na bolsa, subiram 1,3% (papéis ordinários e preferenciais), ajudando na alta.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Grupo Abril vende Exame por R$ 72,3 milhões

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Grupo Abril está em recuperação judicial e leilão já estava previsto

Em recuperação judicial desde agosto do ano passado, o Grupo Abril vendeu nesta quinta-feira sua unidade de negócios Exame, que inclui a revista, o site e a divisão de eventos, para o banco BTG Pactual.

O leilão estava previsto no plano de recuperação judicial da editora e aconteceu na 2ª Vara de Recuperações e Falências, em São Paulo. O BTG foi o único a participar e deu um lance de R$ 72,3 milhões.

“A venda do ativo, que tem alto valor agregado dada à sua reputação no setor de mídia, foi a alternativa que melhor se apresentou para equacionar algumas das obrigações da empresa dentro do atual contexto de mercado e da própria companhia”, afirmou a Abril em nota.

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 O negócio agora terá que ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula a concorrência. Nenhum outro título da editora entrou no leilão. Também está prevista a venda do imóvel onde fica a sede da Abril, em São Paulo, na Marginal Tietê, e um imóvel em Campos do Jordão, no interior do estado.

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Com dívida de R$ 1,6 bilhão, a editora Abril, fundada pela família Civita na década de 1950, foi vendida em dezembro do ano passado para o advogado carioca Fábio Carvalho , especializado em recuperação de empresas e que tem participação na Casa & Vídeo, na Liq (ex-Contax) e controla a Leader Magazine.

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 A Abril foi vendida pelo valor simbólico de R$ 100 mil. A Enforce, gestora de créditos do BTG Pactual, ficou com R$ 1,1 bilhão da dívida, que estava nas mãos dos bancos Bradesco, Santander e Itaú, tornando-se a principal credora da empresa. A enforce comprou a dívida com um deságio de mais de 90%.

Pedro Thompson, que presidiu a Estácio até o ano passado, foi escolhido por André Esteves, um dos fundadores do BTG, para comandar a operação da revista Exame.

Em reuniões internas, as diretrizes dos novos controladores são de manter a independência editorial , formar um conselho editorial para ter distanciamento dos interesses do banco e continuar com a revista impressa.

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 Thompson visitou redação de grandes veículos de imprensa em outros países para obter informações sobre as melhores práticas no contexto global da mídia.

Em nota, o BTG Pactual confirmou a aquisição da Unidade Produtiva Individual Exame no leilão e informou que aguarda a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a conclusão da operação.

Fonte: IG Economia
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