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Economia

Confira: consulta ao 6º lote de restituição do IR foi liberado nesta sexta

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Receita Federal antecipa consulta a lote de restituição

A Receita Federal liberou nesta sexta-feira, dia 8, a consulta ao penúltimo lote de  restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2019. A consulta — que deveria ser feita a partir de segunda-feira, dia 11 — foi antecipada por conta do feriado de 15 de novembro (sexta-feira que vem).

Para saber se foi incluído nesta leva de devoluções, o contribuinte deve acessar o  site da Receita Federal ou ligar para o Receitafone 146 , com o número do CPF em mãos.

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Este 6º lote reúne 1.365.366 contribuintes, com direito a um montante total de R$ 2,1 bilhões. De acordo com o Fisco, as restituições liberadas agora foram transmitidas sem pendências até 19 de agosto.

A data de transmissão considerada é a do último formulário enviado. Também estarão incluídas nesta leva restituições de 2008 a 2018, para contribuintes que caíram na malha fina.

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O dinheiro estará disponível para saque no banco a partir do dia 18 de novembro . O crédito será feito na conta indicada pelo contribuinte na declaração de ajuste anual.

O montante também virá corrigido pela taxa básica de juros — a Selic — acumulada no período. Para as declarações referentes a 2019 (ano-base 2018), a correção será de 4,02% (acumulado de maio a novembro deste ano).

Para as mais antigas, de 2008, por exemplo, o percentual chega a ser de 112,30% pois é o acumulado de maio daquele ano até agora.

A devolução ficará disponível para saque por um ano. Se não fizer o resgate nesse período, o interessado deverá requerer o pagamento pela internet, com o preenchimento do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço “Extrato do Processamento da DIRPF”.

Vale lembrar que após a 6ª leva de devoluções, haverá apenas mais um lote regular de restituições, cujo depósito será feito em 16 de dezembro. Depois disso, a Receita Federal vai liberar apenas lotes residuais, de pessoas que caíram na malha fina.

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Se o dinheiro não estiver na conta

Caso o dinheiro não seja creditado na conta indicada, apesar de o contribuinte estar incluído no 6º lote, o interessado poderá procurar qualquer agência do Banco do Brasil (BB) ou ligar para a central de atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos).

O crédito s erá agendado numa conta-corrente ou numa caderneta de poupança, em nome do titular, em qualquer instituição financeira de sua preferência.

Prioridades

Neste lote ainda existem pessoas com prioridade de recebimento garantida por lei. São 5.270 idosos acima de 80 anos, 32.641 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.673 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, e 16.408 profissionais cuja maior fonte de renda é o magistério.

Malha fina

Caso o contribuinte tenha caído na malha fina, é possível consultar a página da Receita Federal, no serviço e-CAC, e acessar o extrato da declaração de IR. Assim, o interessado pode verificar as inconsistências de dados identificadas pelo processamento do Fisco e regularizar sua situação, com a entrega de uma declaração retificadora.

Fonte: IG Economia
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Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

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paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

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Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

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Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

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Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

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paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

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“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

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Fonte: IG Economia
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