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Carro movido a jato atinge 806,1 km/h em deserto africano, Veja video

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Bloodhound LSR: por enquanto, vem com motor de caça, mas logo terá que ser trocado por outro, de foguete

O recorde mundial de velocidade na terra ainda está para ser batido pelo modelo Bloodhound LSR. Por enquanto, o carro movido a jato conseguiu atingir 806,1 km/h durante testes nas areias do deserto da África do Sul. Com uma turbina Rolls-Royce EJ200 na traseira, o carro precisa de um para-quedas para ajudar a ser freado.

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A parte aerodinâmica do carro movido a jato é parecida com a de um foguete. E o projeto é da empresa Grafton LSR, com sede no Reino Unido, cujo pessoal trabalha para atingir a meta de alcançar as 1000 milhas por hora, ou 1.609 km/h, estabelecendo um novo recorde.

No ano que vem já deverão chegar nos 763 mph, ou 1.227,7 km/h. Ao volante estará o piloto de caça supersônico Andy Green . Mas para chegar nesse patamar de velocidade será preciso trocar o motor de avião por outro, de foguete. E o local para atingir a marca insana é o deserto de Hakskeen Pan, onde o lago seco não tem pedregulhos que podem causar acidentes.

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Mesmo assim, cerca de 300 pessoas foram convocadas para limpar a pista de 19 quilômetros de extensão, onde o Bloodhound LSR acelera. Além do piso, as condições climáticas são fundamentais para conseguir bater o recorde. Portanto, apenas quanto não tiver chuva será possível trabalhar. Confira abaixo o video do carro movido a jato passando os 800 km/h.


Fonte: IG Carros
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Novo Audi A3 Sedan é revelado com visual agressivo e tecnologias inéditas

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Audi A3
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Novo Audi A3 Sedan: Novidade deve chegar ainda este ano para concorrer no segmento premium

O Audi A3 Sedan da segunda geração foi revelado. A novidade mantém a plataforma MQB usada pelo modelo antigo, incluindo os mesmos 2,64 metros de entre-eixos, mas recebeu diversas atualizações. Por fora, as principais mudanças estão na dianteira, com grade alargada e faróis que lembram os do novo Q3 e trazem.

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Na versão de topo, vem com LEDs com 15 tipos de atuação para otimizar a iluminação. O para-choque também é inédito. Está confirmado para o Brasil, só não há uma definição de quando será o lançamento, que viria para entrar no lugar do A3 Sedan nacional, que deixará de ser fabricado em 2021 . Na Europa, as vendas começam no meio do ano. 

O novo A3 Sedan ficou levemente maior, mas só por fora. O comprimento cresceu 4 cm, alcançando 4,50 m. Enquanto isso, largura e altura ficaram 2 cm e 1 cm maiores, respectivamente, chegando a 1,82 m de largura e 1,43 m de altura. As demais medidas não sofreram alterações. É o caso da distância entre-eixos (2,64 m) e do porta-malas (425 litros).

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As linhas do Audi A3 ganharam personalidade, e agora se aproximam de modelos maiores, como o A7. Enquanto a grade frontal está maior, o perfil se manteve bem demarcado, enquanto as lanternas traseiras agora são menos quadradas.

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Audi
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A traseira fica mais moderna, tal como os novos conjuntos mecânicos

O interior do novo Audi A3 , por sua vez, chega completamente renovado, com duas saídas de ar-condicionado posicionadas mais acima, quase juntas do volante. O console central traz tomada de 12 volts e freio de estacionamento com acionamento elétrico, cujo botão fica bem próximo à manopla de câmbio. Ele também pode vir com painel digital e head-up display. A central multimídia, de 10,1 polegadas, também é maior que a antecessora.

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Futuramente, o Audi A3  (hatch e sedã) ganhará novas motorizações, além de tração nas quatro rodas. No mercado europeu, a novidade será vendida com três opções de motorização: 1.5 TFSI a gasolina (150 cv) e duas variações do 2.0 TDI, que entregam 116 cv e 150 cv.

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Há dois tipos de transmissão: manual de cinco marchas e automático de sete velocidades. O modelo vem com suspensão traseira multilink apenas nas versões com 150 cv e pode ser encomendado com o sistema de amortecedores adaptativos.

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Por causa da pandemia, FCA adia chegada de elétricos e híbridos ao Brasil

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Jeep Renegade
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Renegade e Compass 4xe ficaram para 2021 no Brasil, onde serão vendidos como importados da Itália

O mundo nunca será o mesmo depois da pandemia do novo coronavírus e isso inclui o setor automotivo. Entre o que já está se sabe que está mudando estão alguns lançamentos, como os que a FCA previa para o Brasil neste ano. Além da nova geração da picape Fiat Strada, que ficou para julho, a fabricante terá de deixar apenas para 2021 a chegada do 500 elétrico e das versões híbridas da dupla Renegade e Compass.

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No início de fevereiro, a reportagem de iG Carros esteve na coletiva de imprensa com o presidente da FCA na América Latina, Antônio Filosa, que havia confirmado que tanto o 500 elétrico quanto os dois híbridos da Jeep chegariam ao país ainda em 2020. Mas, agora os planos iniciais foram por água abaixo.

Os SUVs Renegade e Compass híbridos foram apresentados em janeiro na CES 2020, em Las Vegas (EUA) e chegarão ao Brasil no ano que vem, importados de Melfi (Itália) a um preço sem previsão, entre outros motivos, por causa da alta volatilidade das cotações do dólar e do euro. No caso do Jeep Compass 4xe, o principal rivai será o Toyota RAV4 .

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Assim como o Compass híbrido, o Renegade 4Xe virá com o 1.3 turbo, de 180 cv e câmbio automático de seis marchas, que funciona em conjunto com motor elétrico, de 60 cv, somando uma potência combinada de 240 cv, o suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 7 segundos, conforme a FCA.

Novo elétrico FCA

E a nova geração do Fiat 500 ficou mais sofisticada e luxuosa, fruto de um investimento de US$ 700 mihões na fábrica em Mirafiori (Itália). Quando chegar ao Brasil, o subcompacto será vendido apenas com motor elétrico e passará a concorrer com modelos como Chevrolet Bolt e Renault Zoe, cuja nova geração também deverá desembarcar no País em 2021.

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O novo Fiat 500 é equipado com um motor elétrico de 87 kW (118 cv). A marca divulga aceleração de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos, e de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, tempo realmente surpreendente, quando lembramos que não é um carro esportivo. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 150 km/h, com 320 km de autonomia.

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As baterias de íon-lítio do Fiat 500 elétrico têm capacidade de 42 kWh e foram projetadas para a recarga rápida nos postos de energia. Ele é capaz de recuperar 80% de sua carga total em apenas 35 minutos, ou garantir 50 km de autonomia com apenas 5 minutos na tomada.

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É possível utilizar wallbox de 7,4 kW, com capacidade para completar a energia das baterias por completo em pouco mais de seis horas. Em uma tomada comum, o tempo necessário sobe para 14 horas, conforme a FCA .

Fonte: IG Carros
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