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Política Nacional

Campanhas de Gleisi e Fátima Bezerra receberam propina, diz Palocci em delação

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Antonio Palocci arrow-options
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“Nada que Antonio Palocci diga sobre o PT e seus dirigentes têm qualquer resquício de credibilidade desde que ele negociou com a Polícia Federal um pacote de mentiras para escapar da cadeia”, afirma Gleisi Hoffmann sobre o ex-ministro.

Em delação premiada, o ex-ministro da Fazenda no governo Lula, Antonio Palocci afirmou que a deputada federal e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), receberam propina da empreiteira Camargo Corrêa em suas campanhas de 2010. A informação foi divulgada nesta segunda (2) pela colunista do O Globo, Bela Magale.

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Na época, a Camargo Corrêa estava sendo investigada pela operação Castelo de Areia e, segundo Palocci , a empresa teria doado R$ 50 milhões ao PT pelo partido ter enterrado as investigações contra a empreiteira. Gleisi e Fátima Bezerra teriam se beneficiado das doações, de acordo com o ex-ministro.

A delação de Palocci está em um documento da Operação Appius , que investiga o caso. O ex-petista afirma que Gleisi e Fátima Bezerra tinham “plena consciência da origem ilícita das doações realizadas pela Camargo Corrêa”.

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A assessoria de Fátima Bezerra informou que a petista não recebeu diretamente doações da Camargo Corrêa em 2010. Todo o dinheiro utilizado na campanha da petista teria vindo do diretório nacional do partido. A governadora do Rio Grande do Norte afirma não ter conhecimento de qualquer origem ilícita de dinheiro que envolva a operação Castelo de Areia.

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Gleisi disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que “nada que Antonio Palocci diga sobre o PT e seus dirigentes tem qualquer resquício de credibilidade desde que ele negociou com a Polícia Federal, no âmbito da Lava Jato , um pacote de mentiras para escapar da cadeia e usufruir de dezenas de milhões em valores que haviam sido bloqueados”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro prorroga uso da Força Nacional em presídio com líderes do PCC

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Marcola, líder do PCC arrow-options
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Marcola, líder do PCC, já foi condenado a mais de 330 anos de prisão

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, autorizou a prorrogação do uso da Força Nacional da penitenciário federal de Brasília após setores de inteligência detectarem risco de fuga de traficantes do presídio. O novo prazo ficou para 4 de setembro. A prisão abriga os principais líderes do Primeiro Comando da Capital ( PCC ), entre eles Marcola . O grupo de comandantes da organização criminosa é conhecido como Sintonia Final Geral.

Nesta quarta-feira (26), Moro visitou as instalações do presídio e, de acordo com a forma que a situação evoluir, a permanência das Forças Nacionais no presídio pode ser prorrogada novamente.

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Algumas autoridades ligadas à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal ultimamente têm pedido para que o governo federal transfira os integrantes do alto comando do PCC para um local mais distante de Brasília. O argumento é que esses criminosos deveriam ficar mais distantes dos centros de poder, aumentando a segurança do poder Executivo, parlamentares e chefes diplomáticos.

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A penitenciária está sob operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) depois que houve suspeitas de que haveria um plano de resgate da cúpula da facção no final do ano passado. As Forças Armadas permanecer lá até o dia 6 de maio.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Tabata Amaral diz que partidos são barreira da renovação da democracia

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A deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP) arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP)

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) criticou o funcionamento dos partidos políticos brasileiros, em entrevista à Folha de S. Paulo divulgada na manhã desta quinta-feira (27). “A gente tem de valorizar a política, mas isso não pode ser desculpa para não criticarmos os partidos”.

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Tabata disse que valoriza os partidos, mas afirmou que “ninguém tem coragem de falar que os partidos são uma barreira para a renovação da democracia. Hoje, o dono do partido – porque são donos, não líderes partidários – diz como é que gasta 100% daquele dinheiro do fundo eleitoral, que é público”. 

Em seu Twitter, na tarde desta quinta (27) após a divulgação da entrevista, a deputada defendeu os partidos, afirmando que ele são a base da democracia. Mas salientou que “eles podem e devem ser mais democráticos internamente, mais éticos e mais transparentes com o uso dos recursos públicos”.

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 “Não sigo cartilha de partido, de uma corrente, porque não faz sentido para mim”, disse à Folha a deputada que desde que votou, em 2019, a favor da reforma da Previdência, contrariando determinações de seu partido, está em uma relação conflituosa com o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).

Ela explica que sua visão sobre partidos ocorre de forma exterior às legendas, já que ela não entrou na política da forma usual. “Não fui formada em movimentos estudantis, em partidos. Tive a vida transformada pela educação”, afirma a ex-aluna do RenovaBR, iniciativa que oferece cursos e apoio para a formação de novas lideranças políticas. 

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Tabata destaca que esse olhar sobre políticas e partidos faz com que ela veja que “a resposta às vezes está na esquerda, às vezes na direita”. Ela afirma que sua postura dentro da Câmara dos Deputados, em Brasília, é independente e que será aliada de políticos ou partidos quando achar que eles estão agindo de forma correta.

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Fonte: IG Política
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