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Economia

Brasil cresceu menos que 90% dos países entre os governos Dilma e Temer, diz FMI

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Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB)
José Cruz/Agência Brasil – 1.1.2015

Economia do Brasil cresceu menos que a de 90% dos países entre os governos de Dilma e Temer

O mercado voltou a reduzir, nesta segunda-feira (13), as projeção para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2019 , o que indica que a recuperação econômica do País segue lenta. O economista Marcel Balassiano, do Ibre/FGV, preparou um estudo que compara o Brasil a outros países, revelando que há muitos anos a economia brasileira não vai bem. De acordo com o documento, de 2011 a 2018 mais de 90% dos países do mundo apresentaram crescimento econômico maior que o visto nos governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) no País.

Segundo o economista, “possivelmente essa será a pior década para o Brasil, na comparação internacional, pelo menos desde 1980, quando o Fundo Monetário Internacional (FMI) iniciou o levantantamento”, de onde ele extraiu os dados. O FMI aponta que 91% dos países do mundo (174 países dentro de uma amostra total de 191 nações) apresentaram um resultado, em termos de crescimento econômico, melhor do que o Brasil no período 2011-2018.

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Considerando as projeções do fundo para 2019 e 2020, na década atual, 90% dos países apresentarão um crescimento real do PIB maior que o brasileiro. Nas décadas de 1980 e 1990, por volta de 70% dos países cresceram mais que o Brasil, e, na década dos anos 2000, somente 56%.

PIB per capita , que resulta da divisão do PIB em valores correntes pelo total de habitantes do País, também foi afetado de modo similar. Possivelmente essa também será a pior década na comparação internacional, já que 85% dos países do mundo (162 países dentro do total de 191) melhor do que o Brasil no período em análise.

Considerando as projeções para este ano e o próximo, na atual década, 84% dos países teriam apresentado um desempenho melhor do que o brasileiro. Nas décadas de 1980 e 1990, por volta de 70% dos países cresceram mais do que o Brasil, e na década dos anos 2000, o número despencou para 45%.

Nesse contexto, o pesquisador ressaltou a necessidade de se aprovar a reforma da Previdência , em tramitação no Congresso, tendo em vista que ela foi colocada pelo governo como condição para o Brasil voltar a equlibrar suas questões fiscais e a crescer a taxas mais altas e sustentáveis.

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“A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia divulgou um relatório com dois cenários (com reforma da Previdência e sem reforma). No primeiro deles, a média de crescimento do PIB brasileiro no período 2019-2023 seria de 3%, ao ano. Mas, se a reforma não for aprovada,o país voltaria à recessão em 2021 e, nesses cinco anos (2019-2023), haveria recuo anual médio de 0,5%. Então, reverter esse grave problema fiscal é de fundamental importância para o Brasil voltar a crescer mais, e com isso, reverter o cenário de desemprego alto”, escreveu Balassiano no estudo.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mineradora de Eike Batista, MMX tem falência decretada e vai recorrer

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Mineração da MMX arrow-options
Divulgação

MMX entrou em recuperação judicial há cerca de cinco anos e agora teve a falência decretada

A MMX, mineradora do empresário Eike Batista , que cumpre pena em prisão domiciliar, informou nesta quinta-feira (22) que vai recorrer da decisão da decisão da 4ª Vara Empresarial  da Comarca do Rio de Janeiro que decretou a falência da MMX Mineração e Metálicos S.A. e de sua subsidiária MMX Corumbá Mineração S.A., na quarta-feira (21).

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Segundo a nota divulgada pela MMX, a decisão da Justiça fluminense ainda “não é definitiva”, afirma. A empresa ainda declarou que ainda não foi formalmente informada da Decisão.

Ela alega ter sido surpreendida pela decisão da Justiça uma vez que na Assembleia Geral de Credores realizada em julho deste ano, o Plano de Recuperação Judicial apresentado foi aprovado. O pedido de recuperação judicial da MMX foi feito há cerca de cinco anos.

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Na sentença, porém, o juiz Paulo Assed Estefan salienta que o Plano foi reprovado pelos credores da classe III, que representam 99% do total da dívida.  Para o magistrado, houve “abusividade” na proposta da empresa apresentada na assembleia. Nela, os descontos nas dívidas da empresa chegavam a 97%.

Os credores terão 15 dias de prazo, após a publicação do edital para apresentar seus créditos à Justiça.  Atualmente, a empresa conta com um administrador judicial, o escritório Marcello Macedo Advogados, que foi mantido pelo juiz na última decisão.

Fonte: IG Economia
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Economia

Privatização da Eletrobras não prevê ‘ação de ouro’, diz ministro; entenda

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Eletrobras arrow-options
Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Privatização da Eletrobras não prevê que governo mantenha ‘ação de ouro’

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta quinta-feira (22) que a proposta do governo de privatização da Eletrobras não prevê a chamada “ação de ouro” (ou golden share, como é conhecida), que dá poder de veto a decisões consideradas relevantes.

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“Vai depender do Congresso Nacional. Na nossa proposta não tem golden share”, disse o ministro, após participar do lançamento do Reate 2020, Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres.

Segundo Albuquerque, a ideia é que a União deixe de ter o controle acionário da empresa estatal de energia. Ele acrescentou que o modelo de capitalização passará por um projeto de lei.

“Ainda não decidimos se vamos aproveitar o que está em tramitação no Congresso ou se vamos apresentar num projeto de lei”, afirmou o ministro, que nesta quarta reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes , o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com líderes partidários para apresentar os estudos da capitalização da companhia.

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Também nesta quarta, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que a Eletrobras, as Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasaminas), a Casa da Moeda, o Porto de São Sebastião e a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) também estão incluídos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Segundo ele, os decretos de privatização dessas companhias podem sair nos próximos dias.

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A informação foi divulgada durante anúncio, no Palácio do Planalto, de que nove empresas federais serão incluídas no Plano Nacional de Desestatização. O governo abriu estudos ou atualizou normas para que os Correios e mais oito companhias da União sejam privatizadas (total ou parcialmente) ou firmem parcerias com a iniciativa privada.

Fonte: IG Economia
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