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Política Nacional

Bolsonaro e filho Flávio saem do PSL para criação de novo partido

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Jair Bolsonaro com seus três filhos arrow-options
Rafael Carvalho/Governo de Transição/Divulgação

Jair Bolsonaro com seus três filhos

O presidente Jair Bolsonaro e um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro , deixaram o PSL nesta terça-feira (12) para a criação de um novo partido. Bolsonaro confirmou sua saída em uma reunião com parlamentares. A ideia do presidente é apoiar a criação de um novo partido chamado  Aliança Pelo Brasil , mas ele ainda não se pronunciou oficialmente sobre a saída.

A expectativa é que em torno de 30 parlamentares acompanhem o presidente e a primeira reunião da futura legenda vai acontecer no próximo dia 21. As informações foram passadas pelos deputados Daniel Silveira (PSL-RJ) e Bia Kicis (PSL-DF), que participaram da reunião com Bolsonaro nesta tarde. Segundo Bia Kicis, Flávio já entregou inclusive o pedido de desfiliação ao Tribunal Superior Eleitoral.

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A desfiliação de Bolsonaro e de Flávio ocorre após uma série de desentendimentos entre ele e o presidente do PSL, Luciano Bivar . No mês passado, Bolsonaro afirmou a um apoiador para “esquecer” o partido, acrescentando que Bivar estava “queimado para caramba” .

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Sobre a ideia de criar um novo partido, o ministro do Supremo Tribunal Federal , Marco Aurélio Mello  criticou a quantidade de partidos existentes no Brasil , que hoje somam 32. Ele evitou comentar se daria tempo para haver coleta de assinaturas e para o TSE aprovar a criação de uma nova sigla em apenas seis meses.

“Resta saber se vai haver aprovação. Eu, quando estive na atuação no TSE, votei pela desaprovação dos últimos partidos. Creio que o Brasil já tem partidos em demasia. Ao invés de se buscar a correção do (uso do) fundo partidário, se busca a correção da forma, da vitrine”, disse.

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Contando com uma possível debandada do partido, o presidente nacional do PSL,  Luciano Bivar , intensificou as conversas com dirigentes partidários no intuito de fundir a sigla a outra legenda. Além do DEM , do prefeito de Salvador, ACM Neto , Bivar já abriu diálogo também com representantes de outros dois partidos: o PROS e o PSC .

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“Há um sentimento de agrupar partidos que tenham a mesma convergência de ideias e de pensamentos. Fico feliz com o interesse desses partidos, porque acho que conglomerar ideias para você se fortalecer é muito bom, melhor que fracionar. Estamos conversando entre si e (eles) sabem que o PSL não se opõe”, afirmou Luciano Bivar.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Investigação de Bolsonaro deve ser autorizada nas próximas horas, diz jornal

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Jair Bolsonaro e Augusto Aras
Isac Nóbrega/PR

Augusto Aras foi nomeado por Jair Bolsonaro para o cargo de procurador-geral da República

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, deve autorizar ainda nesta segunda-feira (27) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado. Segundo informações obtidas pela coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo , o decano da Corte divulgará sua decisão no mais tardar na manhã de terça (28).

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Celso de Mello analisa o pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras , que se baseou nas declarações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro na última sexta (24). Segundo Moro, Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal, entre outras atitudes que poderiam ser consideradas crimes.

Segundo o artigo 86 da Constituição, um presidente da República “não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. O ministro do STF deve então analisar se o pedido de Aras se refere a crime de responsabilidade .

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O PGR pede que Sergio Moro seja ouvido sobre as acusações feitas em seu discurso de despedida do cargo de ministro da Justiça. Bolsonaro nega que tenha tentado interferir politicamente no trabalho da Polícia Federal.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

MBL protocola pedido impeachment contra Jair Bolsonaro

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mbl impeachment bolsonaro
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 19.6.19

Deputado Kim Kataguiri (DEM-SP)

O Movimento Brasil Livre ( MBL ) protocolou nesta segunda-feira (27) um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, informou o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), durante coletiva de imprensa.

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O documento do MBL foi elaborado e é assinado pelo advogado Rubens Nunes. Segundo Kataguiri, um dos líderes do movimento, Bolsonaro cometeu “estelionato eleitoral” por prometer uma luta contra a corrupção durante seu mandato.

Para ele, já de algum tempo, o presidente “tem sinalizado não ter compromisso com o combate a corrupção, mas tem compromisso em blindar a própria família e os próprios aliados”.

A decisão foi tomada com base nas declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, as quais acusam Bolsonaro de interferência política após supostamente trocar o comando da Polícia Federal (PF) para impedir os avanços de um inquérito contra seus filhos.

Kataguiri explicou que o “MBL considera que é politicamente inviável o governo Bolsonaro” e que nenhum plano aprovado pelo governo será levado adiante.

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“A própria direita agora se volta contra o presidente justamente por ele não cumprir suas promessas de campanha e cometer estelionato eleitoral”, afirmou Kataguiri, acusando Bolsonaro de cometer crimes de responsabilidade, incluindo a convocação de protestos para o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, o MBL pretende pedir um afastamento cautelar do líder brasileiro devido a um suposto crime de falsidade ideológica, depois que Moro informou não ter assinado a exoneração do então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo.

Kataguiri e outros integrantes do grupo pretendem se reunir ainda com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta semana, para pressioná-lo a abrir o pedido de impeachment .

“Não houve conversa com nenhum líder. O que colocamos no pedido de impeachment são os crimes de responsabilidade. Além de jurídico, o pedido é político. Não existe nenhum tipo de investigação que apure a participação do presidente, por exemplo, de convocar as pessoas pelo ato da intervenção militar”, justificou. 

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Veja o anúncio do MBL sobre o pedido de impeachment:


Fonte: IG Política
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