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Política Nacional

Bolsonaro diz que ministros trabalham ‘como voluntários’

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Presidente Jair Messias Bolsonaro arrow-options
Valter Campanato/Agência Brasil

Presidente Jair Messias Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (2) que seus ministros trabalham “como voluntários “. O salário bruto um ministro é R$ 30.934,70. Com as deduções do imposto de renda e da Previdência Social, fica em R$ 22.831,33. Alguns ministros, contudo, têm outras fontes de rendimento e acabam ganhando mais do que isso.

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A declaração de Bolsonaro ocorreu durante uma cerimônia no Palácio do Planalto em alusão ao Dia Internacional do Voluntariado, que é comemorado no dia 5 de dezembro. O governo lançou uma campanha de publicidade do programa Pátria Voluntária , lançado em julho para estimular a prática de ações de solidariedade. O presidente agradeceu aos nove ministros presentes no evento e aos outros 12, dizendo que eles fazem parte de uma “classe de voluntariado”.

“Rapidamente, vou falar de um voluntariado, acho que poucas pessoas pensaram nessa classe de voluntariado. Tenho aqui comigo nove ministros , são 22. Alguns abriram mão até do convívio familiar para estar aqui, sem ganho nenhum. Outros abriram mão de funções que desempenhavam. Outros podiam até estar curtindo umas férias agora, tendo em vista sua aposentadoria ou sua situação econômica. Mas resolveram integrar esse governo e agem como voluntários. Então, a vocês nove e aos demais que não estão aqui, muito obrigado por terem aceitado basicamente trabalhar como voluntários . Muito obrigado a vocês”.

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Os ministros têm um desconto de R$ 7.356,76 para o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e outro de R$ 642,33 de contribuição previdência. Alguns ministros, que acumulam cargos, recebem o chamado “abate teto”, um desconto para que o seu salário não ultrapasse o teto remuneratório do serviço público , que equivale ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 39.293,32.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Investigação de Bolsonaro deve ser autorizada nas próximas horas, diz jornal

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Jair Bolsonaro e Augusto Aras
Isac Nóbrega/PR

Augusto Aras foi nomeado por Jair Bolsonaro para o cargo de procurador-geral da República

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, deve autorizar ainda nesta segunda-feira (27) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado. Segundo informações obtidas pela coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo , o decano da Corte divulgará sua decisão no mais tardar na manhã de terça (28).

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Celso de Mello analisa o pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras , que se baseou nas declarações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro na última sexta (24). Segundo Moro, Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal, entre outras atitudes que poderiam ser consideradas crimes.

Segundo o artigo 86 da Constituição, um presidente da República “não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. O ministro do STF deve então analisar se o pedido de Aras se refere a crime de responsabilidade .

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O PGR pede que Sergio Moro seja ouvido sobre as acusações feitas em seu discurso de despedida do cargo de ministro da Justiça. Bolsonaro nega que tenha tentado interferir politicamente no trabalho da Polícia Federal.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

MBL protocola pedido impeachment contra Jair Bolsonaro

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mbl impeachment bolsonaro
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 19.6.19

Deputado Kim Kataguiri (DEM-SP)

O Movimento Brasil Livre ( MBL ) protocolou nesta segunda-feira (27) um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, informou o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), durante coletiva de imprensa.

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O documento do MBL foi elaborado e é assinado pelo advogado Rubens Nunes. Segundo Kataguiri, um dos líderes do movimento, Bolsonaro cometeu “estelionato eleitoral” por prometer uma luta contra a corrupção durante seu mandato.

Para ele, já de algum tempo, o presidente “tem sinalizado não ter compromisso com o combate a corrupção, mas tem compromisso em blindar a própria família e os próprios aliados”.

A decisão foi tomada com base nas declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, as quais acusam Bolsonaro de interferência política após supostamente trocar o comando da Polícia Federal (PF) para impedir os avanços de um inquérito contra seus filhos.

Kataguiri explicou que o “MBL considera que é politicamente inviável o governo Bolsonaro” e que nenhum plano aprovado pelo governo será levado adiante.

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“A própria direita agora se volta contra o presidente justamente por ele não cumprir suas promessas de campanha e cometer estelionato eleitoral”, afirmou Kataguiri, acusando Bolsonaro de cometer crimes de responsabilidade, incluindo a convocação de protestos para o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, o MBL pretende pedir um afastamento cautelar do líder brasileiro devido a um suposto crime de falsidade ideológica, depois que Moro informou não ter assinado a exoneração do então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo.

Kataguiri e outros integrantes do grupo pretendem se reunir ainda com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta semana, para pressioná-lo a abrir o pedido de impeachment .

“Não houve conversa com nenhum líder. O que colocamos no pedido de impeachment são os crimes de responsabilidade. Além de jurídico, o pedido é político. Não existe nenhum tipo de investigação que apure a participação do presidente, por exemplo, de convocar as pessoas pelo ato da intervenção militar”, justificou. 

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Veja o anúncio do MBL sobre o pedido de impeachment:


Fonte: IG Política
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