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Política Nacional

Bolsonaro diz não ter problemas com Moro e afirma “ingerência” em ministérios

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (24) que não tem “problema nenhum” com o ministro da Justiça, Sergio Moro , após desautorizá-lo em público  na última semana . De acordo com Bolsonaro, houve outras tentativas de criar atritos com ministros, como Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). 

Sergio Moro participou de transmissão ao vivo com Jair Bolsonaro arrow-options
Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou ‘não ter problema’ com o ministro da Justiça Sergio Moro e que possui ‘poder de veto’

“Não tenho problema nenhum com o Moro. Cada hora levantam alguma coisa (contra um ministro). Era Marcelo Alvaro Antonio, era o Onyx também”, afirmou. Questionado se o Moro tinha “carta branca”, Bolsonaro destacou que tem “ingerência” em todos os ministérios. Quando convidou Moro para ser ministro, o presidente havia prometido “liberdade total”.

“Olha, carta branca… Eu tenho poder de veto. Se não, não sou presidente. Todos os ministros têm essa ingerência minha e eu fui eleito para mudar, ponto, mudar”, disse. 

De acordo com informações da Agência O Globo, o abalo da relação entre Bolsonaro e Sergio Moro  atingiu seu ápice com as declarações do presidente de que é ele, e não o ministro, quem manda na Polícia Federal.

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A tensão começou crescer depois que Moro pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, uma revisão da decisão em que restringiu o compartilhamento de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com os ministérios públicos e a PF. Desde então,  Bolsonaro decidiu inviabilizar a presença do ministro no governo. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Há 20 anos na política, Bolsonaro passou por oito partidos antes de deixar o PSL

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Presidente Jair Bolsonaro arrow-options
Divulgação

Bolsonaro começou sua carreira política em 1989

RIO — O presidente Jair Boslsonaro passou por oito partidos desde que inciou sua carreira política há 20 anos. Com a saída do PSL , pelo qual foi eleito presidente, e a criação de uma nova legeda, sobe para nove o número de siglas da qual fez parte.

Bolsonaro começou como vereador no Rio de Janeiro, em 1989, pelo Partido Democrata Cristão (PDC), onde ficou por apenas dois anos, já que foi eleito deputado federal para a legislatura 1991-1995. Antes do término do mandato, porém, foi um dos fundadores do Partido Progressista Reformador (PPR), em 1993. A nova sigla surgiu a partir de uma fusão entre PDC e o Partido Democrático Social (PDS).

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No PPR, Bolsonaro ficou até agosto de 1995, quando estava no começo de seu segundo mandato como deputado federal. Ele deixou o partido devido a uma nova fusão: a do PPR com o Partido Progressista (PP). Os dois geraram o Partido Progressista Brasileiro (PPB), pelo qual o ex-militar se filiou. No PPB, ficou este mandato e o seguinte — seu terceiro. Começou o quarto mandato em 2003, quando trocou de sigla novamente. Desta vez, para o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Justiça de Minas suspende indiciamento de candidatas laranjas do PSL

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Ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio falando ao microfone arrow-options
Agência Brasil

Marcelo Álvaro Antônio teria capitaneado laranjal do PSL me Minas Gerais

A Justiça eleitoral de Minas Gerais suspendeu nesta terça-feira (12) o indiciamento de quatro mulheres por suspeitas de elas serem candidatas laranjas do PSL. O caso, que teria sido coordenado pelo atual ministro do Turismo , Marcelo Álvaro Antônio , é investigado por supostamente ter usado candidaduras de fachada para fraudar uma lei eleitoral que determina uma quantidade mínima de mulheres concorrendo e um orçamento mínimo para a campanha delas.

A decisão partiu da 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte e todas elas foram indiciados junto com Antônio em outubro. No mesmo dia, as mulheres também foram denunciadas no esquema pelo Ministério Público mineiro.

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Com a decisão, o indiciamento das quatro suspeitas fica suspenso. A denúncia, no entanto, permanece em vigor e aguarda análise da Justiça e, caso a acusação seja recebida, as quatro terão que responder junto com o ministro do Turismo.

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A defesa das quatro mulheres diz que a Polícia Federal “ultrapassou limites do razoável” durante os depoimentos e que elas teriam sido “constrangidas”, sendo também “coagidas” por policiais a admitirem crimes. Segundo a defesa, por causa desse episódio, a PF indiciou as mulheres.

Fonte: IG Política
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