conecte-se conosco


Economia

Boeing desiste de comprar parte da Embraer e culpa fabricante brasileira

Publicado

source
boeing
Divulgação/Boeing

Boeing desistiu de comprar parte da Embraer, culpando empresa brasileira por fracasso do acordo

A norte-americana Boeing confirmou à Reuters  neste sábado (25) que desistiu do acordo de US$ 4,2 bilhões firmado com a Embraer para comprar a área de aviação comercial da fabricante de aviões brasileira, que não teria cumprido todas as exigências previstas no acordo bilionário.

Leia também: Em novo recorde, dólar chega a R$ 5,668 e bolsa cai 5,45%

Segundo fontes próximas à negociação, a Embraer enviou uma carta nesta sexta-feira (24) se recusando a estender o prazo de 24 de abril para a conclusão do acordo de fusão entre as empresas, que demanda que a Boeing compre 80% das atividades da área de aviação comercial da empresa brasileira.

Porém, a atual situação financeira vivida pela companhia norte-americana faz analistas ouvidos pela Reuters suspeitarem de “oportunismo”, já que o alto investimento na Embraer poderia ser mais arriscado em um contexto de crise econômica global tão grave quanto o atual, causado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). A empresa deixou o acordo com a fabricante brasileira expirar para se pronunciar, culpando a Embraer.

Leia mais:  Saudade? Veja as atitudes que mais incomodam as pessoas no escritório

Maior fabricante de aviões dos Estados Unidos, a Boeing pediu em março ao menos US$ 60 bilhões ao governo norte-americano em garantias de empréstimos para si e para outros fabricantes aeroespaciais, ajudando o setor a resistir aos efeitos da pandemia.

No início deste mês, a companhia norte-americana já havia suspendido a produção de seu avião 787 na Carolina do Sul e suspendido por tempo indeterminado as operações de produção no estado de Washington.

Procurada, a Embraer, terceira maior fabricante de aviões do mundo, não comentou sobre o fracasso da negociação.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
publicidade

Economia

Guedes rejeita plano Pró-Brasil e Bolsonaro diz que ministro “manda” na economia

Publicado

paulo guedes e bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes, incomodado com plano ‘Pró-Brasil’, recebeu apoio de Bolsonaro, que disse que o ministro é quem manda na economia

O presidente Jair Bolsonaro, em uma tentativa de acalmar os ânimos dentro do governo, afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é quem manda nas questões econômicas.

Leia também: Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

Guedes rejeitou o “Programa Pró-Brasil”, que consiste em planos nacionais de desenvolvimento e foi anunciado na última semana sem sua participação. Segundo fontes internas, ele entrou em choque com outros ministros, dentre eles Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Bolsonaro decidiu comprar as dores de Guedes e o defendeu publicamente em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, dizendo que “O homem que decide economia no Brasil é um só, e chama-se Paulo Guedes”. Além de Guedes, estavam ao lado do presidente os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura), e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Leia mais:  Saudade? Veja as atitudes que mais incomodam as pessoas no escritório

O ‘superministro’ da Economia, um dos principais pilares do governo, ficou incomodado com a divulgação do plano Pró-Brasil , que não passou pela equipe econômica e prevê gastos em obras de infraestrutura. Para Guedes, “O Programa Pró-Brasl, na verdade, são estudos”. Ele garantiu ainda que “isso vai ser feito dentro do programa de recuperação da estabilidade fiscal nossa”.

Leia também: Nascidos em janeiro e fevereiro podem sacar auxílio de R$ 600 nesta segunda; saiba como

Empoderado por Bolsonaro, Guedes voltou a defender as reformas estruturantes e a responsabilidade fiscal, que são as marcas de seu período à frente do Ministério da Economia. O ministro aproveitou ainda para cobrar que servidores públicos “não peçam aumento por um ano e meio” e “contribuam com o Brasil”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

Publicado

source
paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Paulo Guedes cobrou servidores públicos: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as medidas do governo que buscam garantir a segurança dos empregos durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e cobrou os servidores públicos em entrevista.

Leia também: Nascidos em janeiro e fevereiro podem sacar auxílio nesta segunda; saiba como

“Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam com o Brasil”, afirmou Guedes em fala direcionada aos servidores públicos , alvo do ministro desde antes de sua posse. Ele já chegou a se referir aos funcionários públicos, neste ano, como “parasitas”, criticando o que considera privilégios, a estabilidade e a “aposentadoria generosa”.

Segundo o chefe da Economia, é o momento de cada servidor fazer sua parte. A ideia dele é que o funcionalismo deixe de cobrar reajuste salarial por um ano e meio.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o seu apoio a Guedes, dizendo que quem “dá o norte” à economia é o ministro da pasta. A declaração foi dada há pouco na portaria do Palácio da Alvorada, onde eles estavam reunidos.

Leia mais:  Guedes cobra servidores: “Não peçam aumento por um ano e meio, contribuam”

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana