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Boca da Anitta: como fazer preenchimento que dá uma “arrebitada” nos lábios

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Na quinta-feira (7), Anitta passou por um  preenchimento labial para ficar com a boca mais volumosa, com o mesmo efeito de um filtro no Instagram. Em seus Stories, a cantora mostrou o resultado do procedimento e afirmou que o médico não colocou nada embaixo, nem dos lados, só na parte de cima para dar uma arrebitada.

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Reprodução/instagram/Anitta

Anitta passou por um preenchimento labial e afirma que ainda vai voltar no médico para aumentar ainda mais o lábio

Segundo Daniela Balthazar, cirurgiã dentista, especialista em harmonização facial com credenciamento em toxina botulínica e preenchedores pela USP, o preenchimento labial , hoje, é feito em sua maioria com ácido hialurônico. “É um material que o nosso organismo já produz. Então, é difícil de dar algum tipo de reação alérgica ou rejeição”, afirma. 

Por outro lado, durante o procedimento, há o risco de perfurar a artéria labial. Com isso, inchaços, infecções, sangramentos e hematomas podem surgir, mas a profissional afirma que é raro. “É bastante seguro, mas depende da técnica e do profissional. Tem gente que faz com agulha ou com cânula”, pontua.

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“As intercorrências que podem acontecer estão em sua maior parte ligadas à técnica realizada, que deve ser criteriosa e realizada por um profissional que tenha experiência e conhecimento da anatomia da região”, destaca. “As reações alérgicas podem ocorrer, inclusive, tardiamente, mas são raras com o ácido hialurônico ”, completa.

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Daniela ressalta que o importante é harmonizar e evitar o excesso. “Buscar harmonia da face, melhorar e acentuar os traços que você tem sem exageros”, aconselha. “Vemos muitos pacientes ‘viciados’, que sempre acha que falta um pouco. O excesso pode causar distensão do tecido e, se parar de fazer, pode ter flacidez”, conta.

A profissional ainda explica que a quantidade de preenchimento a ser aplicado vai depender dos traços de cada pessoa. “A seringa de 1ml de ácido hialurônico traz aspecto de hidratação”, diz. Ela também conta que muita gente tem medo do processo por conta dos excessos, mas é importante avaliar a anatomia de cada um para definir de quanto será a aplicação.

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Quanto tempo dura um preenchimento labial?

Em seu Instagram, Anitta contou que não ficou completamente satisfeita com o resultado e quer deixar os lábios ainda mais arrebitados.  Ela ainda avisou seu médico que vai retornar à clínica, em breve, para aumentar o preenchimento. Hoje, a especialista afirma que há dois tipos, sendo que um dura, em média, 12 meses, e outro que vai de 18 a 24 meses. 

No entanto, se for do desejo de cada um, não é necessário aguardar esse tempo para refazer o procedimento. “Geralmente, as pessoas não esperam acabar. Com o tempo, os lábios vão diminuindo e, quando acha necessário, vai lá e acrescenta”, pontua. “Pode colocar todo mês, mas não é o indicado”, completa. 

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Caso o paciente acreditar que colocou em excesso, é importante saber que o procedimento é reversível. “Se achar que exagerou, aplica uma enzima e tira na hora”, destaca. Vale ainda ressaltar que pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, em tratamento oncológico, gestantes e com herpes ativos não podem fazer preenchimento labial

Fonte: IG Delas
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Parou de menstruar? Saiba o que é menopausa precoce e como tratar esse problema

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Muito se fala sobre a menopausa na vida das mulheres, porém pouco se aborda sobre a menopausa precoce que como o próprio nome já diz, acontece antes da idade considerada comum.

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shutterstock

Ausência de menstruação é um dos sinais da menopausa precoce

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Fernanda Nassar, formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica, reúne os principais pontos sobre o assunto:

O que é menopausa precoce

A menopausa precoce é o quadro clínico que se apresenta quando a mulher entra na menopausa antes dos 32 anos, ou seja, período em que ela fica um ano ou mais sem menstruar com sintomas específicos.

A menopausa precoce não é um distúrbio hormonal, mas a falência ovariana em uma mulher jovem, que por sua vez representa a perda temporária ou definitiva da função gonadal (de produzir hormônios) que acontece após a menarca (primeira menstruação) e antes dos 40 anos de idade. Ela é caracterizada pela diminuição do número de folículos ovulatórios (óvulos) e é exatamente essa condição que vai gerar alteração hormonal.

A diferença para a menopausa comum

A diferença básica é a idade em que ela ocorre, visto que o período em média da chegada da menopausa na mulher brasileira é por volta dos 50 anos. Nesse momento, quando não há mais ovulação e cessa a menstruação, a chegada da menopausa pode ser decretada.

Durante a menopausa, a mulher experimenta uma série de mudanças físicas, psicológicas e sociais importantes que começam no climatério . Porém, para algumas mulheres, a menopausa chega com, pelo menos, 15 anos de antecedência, bem no período em que a maioria ainda pode ter filhos. Quando isso acontece, ela pode estar entrando em um quadro de menopausa precoce.

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Como prevenir e detectar a menopausa precoce

Não existe uma causa determinante para o surgimento do problema. A menopausa precoce pode ocorrer por vários fatores, como o histórico familiar, por exemplo. Na verdade, a idade da menopausa não está relacionada à época da primeira menstruação, mas, sim, quando a mãe e as irmãs da paciente entraram em menopausa e o histórico familiar não se pode prevenir.

É possível detectar através dos sintomas que a paciente se refere, além de apresentar irregularidades menstruais, com intervalos entre os ciclos mais extensos.

Existem trabalhos científicos que mostram interligação das idades da mãe com a da filha, porém esta não é a regra geral. Há também fatores externos que podem antecipar a menopausa, como a remoção dos ovários ou de grande parte deles e os tratamentos contra o câncer, por exemplo.

A radioterapia e a quimioterapia têm como objetivo impedir o crescimento celular. Porém, estes tratamentos não atingem apenas as células malignas, mas as que estão sadias também. Por isso, dentre outros efeitos colaterais, os tratamentos contra o câncer podem levar a uma falência prematura dos ovários.

Como tratar a menopausa precoce

Confirmado o diagnóstico, a regra para tratamento é a Modulação Hormonal e assim conseguirmos amenizar os efeitos colaterais da ausência hormonal.

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O uso desta Modulação é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade dos sintomas como: ondas de calor, irritabilidade, diminuição da libido, secura vaginal, queda de cabelo, dificuldade para dormir, dificuldade para perder peso, entre outros.

Além disto, a menopausa precoce precisa da Modulação Hormonal porque essas mulheres apresentam risco quatro vezes maior de desenvolver doenças cardíacas e sete vezes maior de desenvolver osteoporose.

*Fernanda Nassar é formada em Medicina pela Universidade Lusíada com especialização em Ginecologia e Obstetrícia e pós-graduação em Estética Intima Ginecológica.

Fonte: IG Delas
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Mãe dá à luz 2 pares de gêmeos seguidos e celebra: “Família é uma em um milhão”

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Essa família é a prova de que um raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar. E duas vezes seguidas. Gina Shelton, de 30 anos, e Olie Lloyd, de 33 anos, desafiaram as probabilidades e conseguiram o feito de ter um par de gêmeos seguido de outro.

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Reprodução/Metro.co.uk

Primeiro vieram as gêmeas Niamh e Esme, e depois os gêmeos Arlo e Alby; a mãe revelou surpresa, mas celebra caso raro

A primogênita do casal é Phoebe, de seis anos. Logo depois, Gina deu à luz gêmeas, Niamh e Esme. Três anos depois, a mãe ficou grávida de novo e teve os gêmeos Arlo e Alby, o que é considerado muito raro.

Segundo reportagem do portal britânico Metro , a probabilidade de ter dois pares de gêmeos, um seguido do outro, é de cerca de 700.000 para um, e os britânicos foram “premiados”. Gina destaca que nunca pensou que teria gêmeos, ainda mais dois seguidos.

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“Quando eu estava grávida das meninas, eu trabalhava em um berçário e estava cansada o tempo todo. Todo mundo ao meu redor sempre dizia que eu ia ter gêmeos. Na sala de espera no hospital, Olie e eu estávamos olhando carros, e Olie brincou: ‘Esquece, vamos precisar de um ônibus’”, relembra a mulher ao site.

“Eu acho que, quando descobrimos, estávamos chorando de felicidade e pânico, porque vivíamos em um apartamento de dois quartos e Olie estava no processo de construir nossa casa. Um ano depois, descobrimos que estávamos tendo outro par de gêmeos”, diz a mãe . “Não podíamos acreditar, e nossa família ou nossos médicos também não”, completa.

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Para tornar a situação ainda mais inesperada, nem a família de Gina nem a do pai têm histórico de gêmeos.

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Reprodução/Metro.co.uk

A mãe disse se preocupar que Phoebe se sentisse “deslocada”, mas garante que a menina é bem unida à família

Gina conta também que chegou a ficar preocupada que Phoebe, a primeira filha do casal , se sentisse “deslocada” por ter apenas irmãos gêmeos. Mas a chegada dos demais membros só aproximou mais a família. 

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“Phoebe e eu sempre teremos uma a outra porque não entendemos o vínculo deles [dos gêmeos ]. Niamh e Esme conversam uma com a outra e caem em gargalhadas histéricas enquanto Olie e eu estamos tentando entender do que elas estão rindo”, destaca Gina. “Elas são incrivelmente próximas e tenho certeza que os meninos serão assim também”, acrescenta.

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Apesar de ser um caso bem raro, a mãe diz que está feliz e grata com a família. “É louco, trabalhoso e barulhento ter cinco filhos, mas eu não mudaria isso por nada no mundo. Já trocamos milhares de fraldas e tivemos que comprar um carro de sete lugares, mas minha família é uma em um milhão”, celebra ela.

Fonte: IG Delas
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