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Avaliação: sedã compacto Hyundai HB20S sente os sinais da idade

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Hyundai HB20S Unique
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Hyundai HB20S: sedã ainda agrada, mesmo com o peso da idade

“São as águas de março fechando o verão”, dizia a canção “Águas de Março”, de Tom Jobim. E as fortes chuvas que caíram sobre São Paulo afetaram a vida de muita gente – inclusive a minha, pois dirijo 44 km por dia para ir e voltar da redação. Dependendo do dia, são três horas no trânsito – e o tempo aumentou bem com os tais alagamentos e vias fechadas. Para a minha sorte, o Hyundai HB20S agora traz a central multimídia com tevê digital em quase todas as suas versões.

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Esse equipamento, na linha 2019 de série a partir do configuração Hyundai HB20S Comfort Plus 1.0, foi o que me ajudou a não morrer de tédio nos congestionamentos. O blueMedia tem tela de 7”, bluetooth e conectividade total. As imagens da tevê têm boa resolução e são transmitidas só com o carro parado, conforme manda o Contran. Em alguns momentos, porém, o sistema travou e foi necessário reiniciá-lo para voltar a funcionar.

Esse “luxo” vem para tentar ajudar a disfarçar o peso da idade do hatch após seis anos de vida. Afinal, a marca já abusou de atualizações visuais, aumento na oferta de equipamentos e séries especiais. Além disso, novos rivais surgiram e acabaram destacando os defeitos do HB20S: ergonomia não tão boa, bancos que não seguram bem o corpo e alguns comandos mal-localizados. A distância entre-eixos de 2,500 m é menor que a dos rivais Yaris Sedã (2,550 m), Fiat Cronos (2,521 m) e Volkswagen Virtus (2,651 m).

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Conjunto mecânico valente

A mecânica segue sem alterações, combinando o valente 1.6 aspirado à transmissão automática de seis marchas. Ao volante, a dirigibilidade é boa, mas não oferece muita emoção, embora o sedã fabricado em Piracicaba (SP) tenha relação peso-potência de 8,48 kg/cv, melhor que as do Yaris (10,99 kg/cv), do Cronos (9,14 kg/cv) e do Virtus (9,86 kg/cv). A direção tem assistência ainda hidráulica, mas é leve (até demais) ao esterço em baixa velocidade. Já as suspensões garantem o conforto, mas dependendo do piso dá para escutar o trabalho do conjunto.

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Se ainda assim o sedã compacto te atrai, saiba que a nova geração da família HB20, incluindo o novo Hyundai HB20S , chega este ano, no segundo semestre. Você pode esperar por ela – e talvez pagar mais caro – ou aproveitar para chorar um desconto nesse modelo atual.


Ficha técnica:

Hyundai HB20S Premium 1.6AT

Preço básico: R$ 48.990
Carro avaliado: R$ 72.990
Motor: quatro cilindros em linha 1.6, 16V, comando variável
Cilindrada: 1591 cm³
Combustível: flex
Potência: 122 cv (g) e 128 cv (e) a 6.000 rpm
Torque: 16,0 kgfm (g) e 16,5 kgfm (e) a 5.000 rpm
Câmbio: automático sequencial, seis marchas
Direção: hidráulica
Suspensões: McPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,230 m (c), 1,680 m (l), 1,470 m (a)
Entre-eixos: 2,500 m
Pneus: 185/60 R15
Porta-malas: 450 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.086 kg
0-100 km/h: 10s6 (e)
Velocidade máxima: 191 km/h (e)
Consumo cidade: 10,2 km/l (g) e 7,0 km/l (e)
Consumo estrada: 12,9 km/l (g) e 9,3 km/l (g)
Emissão de CO²: 120 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: D (Médio)

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Fonte: IG Carros
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Linha 2020 da Honda CFR chega ao longo do semestre com novas tecnologias

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Os novos grafismos para as Honda CRF 250R (Foto) e 250X, que chegam em outubro e novembro, respectivamente

A linha 2020 das Honda CRF 250 e 450 estão prestes a chegar às lojas. O modelo de competição conta com cinco versões focadas nas diferentes necessidades de cada modalidade do motociclismo off road: seja o motocross, rali ou enduro. Entretanto, a maior novidade é a introdução do sistema HSTC em todas as CRF 450, que aprimora as capacidades de transmitir a potência do motor ao solo. Para as 250R e 250X, chegam novos grafismos.

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Aprofundando-se no funcionamento do HSTC da Honda CRF 2020, ele trabalha no controle da tração, minimizando a perda de aderência nas acelerações, buscando uma progressão eficaz e ganho de velocidade. O sistema não possui sensor de velocidade da roda, mas atua gerenciando a potência por meio do atraso do ponto de ignição controlado pelo sistema PGM-FI, que detecta alterações na rotação do motor características da perda de aderência.

E há três opções de programação disponíveis à esse equipamento: o modo 1, que intervêm de maneira suave e progressiva, reduzindo o patinamento. É especialmente adequado para melhor controle da roda traseira em curvas mais fechadas. O modo 2, um pouco mais permissivo, e o 3, com atuação rápida e intensa, adequado para terrenos muito escorregadios.

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Como se não bastasse, vem associado tanto ao sistema eletrônico de largada selecionável em três níveis — o primeiro, que é voltado à lama, o padrão para o asfalto, e o mais agressivo, também para asfalto — quanto ao recurso EMSB, que vai soltando a potência cada vez mais entre os modos Standard, Smooth ou Agressive.

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Modelos

Honda CRF 450RX (R$ 45.890) e CRF 450R (R$ 44.462)

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Honda CRF 450RX: Motocicleta de topo, pensada mais para um uso prolongado

Com chegada agendada para outubro, a RX é o modelo mais elaborado para a prática enduro, segundo a fabricante, a cross CRF 450 RX deriva diretamente da CRF 450R de motocross que chega em setembro. As diferenças se concentram à novidades como roda de 18 polegadas (aro 19 na CRF 450R), tanque de combustível de plástico e com maior capacidade (8,5l contra 6,3l) e cavalete lateral de alumínio forjado.

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As diferenças em relação à irmã “R” estão na roda traseira de 18 polegadas (19″ na CRF 450R), tanque de combustível de plástico (titânio na CRF 450R) e maior capacidade (8,5l contra 6,3l). Entretanto, ambas trazem o motor monocilíndrico de 62 cv, 116 kg, controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Outro ponto em comum a ambas é o guidão Renthal, os aros de alumínio pretos e o sistema de partida elétrica.

Honda CRF 450X (R$ 45.482)

Honda CRF arrow-options
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Honda CRF 450X: Apesar de bastante similar à RX, esta é pensada para um uso mais prolongado nas trilhas

Nas lojas em novembro, é voltada mais ao uso extensivo, chega em novembro trazendo ventoinhas nos radiadores, o que auxilia justamente à sua proposta. Outro diferencial é o câmbio de seis marchas — ante 5 marchas nas outras duas — e a presença de um conjunto de carenagem com farol e quadro de instrumentos, com velocímetro, dois hodômetros, indicador de consumo instantâneo, médio e autonomia restante. Sua potência é reduzida para 45 cv.

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Honda CRF 250R (R$ 41.402)

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CRF 250R:Tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva

Chega em outubro com o motor monocilindro da CRF 250 RX, com duplo comando de válvulas (DOHC) que desenvolve 44 cv e tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva, característica desejável no motocross. Além disso, o acerto das suspensões Showa é mais rígido que na CRF 250RX, assim como a roda traseira é de 19 polegadas (18 polegadas na CRF 250RX). Um diferencial particular na Honda CRF 250R é o tanque de menor capacidade (6,3l) feito de titânio, o que faz dela a mais leve da família: apenas 108 kg com todos os fluidos.

Honda CRF 250RX (R$ 42.830)

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Honda CRF 250RX: Pode-se dizer que é idêntica à “irmã” 250R, mas é mais sutil na dirigibilidade, segundo a marca

Derivada da CRF 250R de motocross, a CRF 250RX utiliza o mesmo chassi e motor, que a R, entretanto, tem acerto diferente, que resulta em respostas menos agressivas ao acelerador. Como nas Honda CRF 450R e CRF 450RX, também estão presentes na CRF 250RX o controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Chega às concessionárias em novembro.

Modelos, preços e chegada às lojas

CRF 250R – R$ 41.402, com chegada em Outubro;
CRF 250RX – R$ 42.830, com chegada em Novembro;
CRF 450R – R$ 44.462, com chegada em Setembro;
CRF 450X – R$ 45.482, com chegada em Novembro;
CRF 450RX – R$ 45.890, com chegada em Outubro.

Fonte: IG Carros
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Honda Civic Si 2020 muda na mecânica e no visual

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Com a baixa na categoria dos esportivos, o Honda Civic Si 2020 é o único cupê abaixo de R$ 200 mil

Assim como o sedã feito no Brasil, o cupê Honda Civic Si também estreia com mudanças na linha 2020. O esportivo da linha ganhou retoque nas molduras dos faróis de neblina, faróis de LED com novo arranjo de luzes, novas luzes traseiras de neblina em LED e novas rodas de 18″ com acabamento na cor preta. No interior, as novidades do cupê ficam por conta dos novos bancos esportivos e do painel com novos detalhes de acabamento na cor vermelha.

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No pacote de equipamentos, o Honda Sensing (pacote de segurança composto por itens como farol alto automático e controlador eletrônico de velocidade adaptativo) passa a ser de série, assim como o Active Sound Control, que usa os alto-falantes do sistema de áudio para amplificar o som do motor em acelerações.

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Na mecânica, o Honda Civic Si manteve o motor 1.5 turbo calibrado para desenvolver 208 cv. Mas o câmbio manual de seis marchas teve a relação final encurtada em 6%, para garantir arrancadas mais ágeis.

Fonte: IG Carros
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