conecte-se conosco

Política MT

Após cobrança, Defensoria Pública assegura retomar trabalhos em Juscimeira e Dom Aquino

Publicado

Foto: JOSÉ MARQUES

Os trabalhos das defensorias públicas de Juscimeira e Dom Aquino poderão ser retomados nos próximos meses, após cobrança do deputado Max Russi (PSB), realizada nessa segunda-feira (7). A informação foi repassada ao parlamentar pelo defensor público geral, Clodoaldo Aparecido Gonçalves, e pelo diretor geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Rodrigo de Arruda Sá.

As defensorias de ambos os municípios estão com as atividades interrompidas, dificultando o acesso da população, que necessita desse tipo de serviço. No caso de Dom Aquino, as demandas não são mais atendidas no município há quase um ano.

“Os trabalhos estão sendo direcionada à Defensoria Pública de Jaciara, que fica a 28 quilômetros de Dom Aquino. Um verdadeiro transtorno para quem precisa desse atendimento. Por isso, fui pessoalmente fazer essa cobrança”, justificou Russi.

Já no caso de Juscimeira, conforme o prefeito Moisés dos Santos, são mais de 4 meses sem a prestação do serviço, que também precisa ser redirecionado para a Defensoria Pública da cidade vizinha.

Leia mais:  Após apresentação na ALMT, deputado defende que o Estado divulgue gastos com locação imobiliária

“A alegação principal da paralisação é devido à falta de pessoal. Eu fico numa boa expectativa quanto a essa gestão do deputado Max junto à Defensoria do Estado, para que assim possamos retomar esse trabalho de justiça social”, ressaltou.

O deputado Max Russi considera o atendimento das defensorias públicas de extrema importância e garantiu acompanhar os encaminhamentos até que a assistência jurídica dos municípios seja retomada.

“Os maiores prejudicados são justamente às pessoas com menor poder aquisitivo, que não podem pagar a um advogado particular. Muitas acabam tendo gastos extras, para se dirigir até outra cidade que tenha uma defensoria e ainda correm o risco de ficarem desassistidas”, complementou.

Fonte: ALMT
Comentários Facebook
publicidade

Política MT

Max Russi quer unidade do Corpo de Bombeiros em Paranatinga

Publicado

Demanda foi apresentada ao parlamentar pelo vereador Labiga

Foto: JOSÉ MARQUES

Em decorrência dos altos índices de registros de incêndios e outros incidentes, em Paratinga, a população tem clamado pela instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros no município. O deputado Max Russi (PSB) apresentou essa cobrança durante sessão plenária na Assembleia Legislativa (ALMT).

A demanda foi apresentada ao parlamentar pelo vereador Josevaine Silva de Souza, o popular Labiga. “Nossa cidade possui várias indústrias, escolas e comércios, o que refletiu no aumento do número de habitantes. Nos últimos anos passamos por vários incidentes, que poderiam ter sido controlados se houvesse uma base na cidade”, argumentou o vereador.

Labiga informou ainda que a preocupação tem se estendido em decorrência do número de queimadas. “A intenção de ter uma unidade do Corpo de Bombeiros é dar agilidade nessas ocorrências. Tivemos áreas afetadas por incêndios florestais e isso tem nos deixado em total situação de alerta”, complementou.  

Durante anos a população de Paranatinga tem pedido a instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros na cidade, devido ao tamanho populacional, pouco mais de 20 mil habitantes. Em casos de urgência, o grupamento mais próximo está instalado em Primavera do Leste, situada a 292 km de distância, cerca de 4 horas de viagem.

Leia mais:  Assembleia realiza audiência sobre concessão de rodovias em Tangará da Serra

Com diversas atuações naquela região, o deputado Max Russi demostrou preocupação com essa situação. Ainda nesse ano, o parlamentar apresentou na tribuna parte das demandas da segurança pública local. Em uma de suas proposições, solicitou a aquisição de viaturas, estrutura para a realização de operações policiais na cidade, assim como ações de políticas públicas, voltadas aos setores da Educação e Saúde.

“A segurança pública não pode esperar e aquela população precisa ter essa segurança. Encaminhei essas cobranças e minha equipe de gabinete tem acompanhado. Vamos continuar cobrando, para que Paranatinga seja atendida em todos os quesitos”, assegurou.

Fonte: ALMT
Comentários Facebook
Continue lendo

Política MT

Barranco consegue apoio do governo para cobrar revisão dos limites entre MT e Pará

Publicado

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A articulação política envolvendo a tentativa de remarcação da divisa entre os estados de Mato Grosso e Pará ganhou mais um capítulo. Na segunda-feira (22), um grupo de perfeitos capitaneados pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT) esteve reunido com o governador Mauro Mendes (DEM) pedindo apoio político para que o Executivo intervenha junto ao Superior Tribunal Federal (STF) e solicite nova perícia técnica para confirmação da cartografia original.

Desde 2004, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) tenta provar na justiça que Mato Grosso foi prejudicado por um erro de interpretação do mapa cartográfico feito por Marechal Cândido Rondon, ainda em 1900, perdendo para o estado do Pará cerca de 2,2 milhões de hectares do seu território. Em 1922, técnicos do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, atual IBGE, responsáveis pela definição geográfica, teriam confundido o ponto de partida da divisa e entre os dois estados.

“Rondon indicou o Salto das Sete Quedas e o ponto setentrional norte da Ilha do Bananal como linha divisória. Mas, na hora de confirmarem a demarcação, os técnicos do Clube de Engenharia confundiram o Salto das Sete Quedas com a Cachoeira das Sete Quedas. Com isso, perdemos quase 2,2 milhões de hectares de terras que na verdade pertencem a Paranaíta, Alta Floresta, Novo Mundo, Peixoto de Azevedo, Matupá, Guarantã do Norte, Apiacás, Vila Rica, Santa Cruz do Xingu e Santa Terezinha. Precisamos desta revisão para cessarmos os prejuízos para sofridos por nosso estado”, explicou Barranco.

Leia mais:  Deputado visita região oeste do estado e prestigia projeto da Marinha do Brasil

O pedido de revisão geográfica tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) sob relatoria do ministro Marco Aurélio de Mello. Pesa contra Mato Grosso, uma perícia técnica feita pelo Exército brasileiro, durante o trâmite do processo, mantendo os limites geográficos chancelados pelo Clube de Engenharia do Rio de Janeiro.

“Estamos deixando de receber royalties de usinas instaladas em terras mato-grossenses sob o domínio do Pará. Além disso, acumulamos despesas com serviços públicos prestados por Mato Grosso aos cidadãos do outro estado, como educação e saúde. Temos que convencer o ministro Marco Aurélio a determinar nova perícia para provarmos o erro e recuperarmos nosso território”, argumentou Valdir Barranco.

O governador Mauro Mendes (DEM) prometeu empenho para que Mato Grosso saia vencedor do litígio.

“Vamos envidar os esforços necessários, obedecendo, obviamente, um rito processual que já vem sendo adotado ao longo desses 15 anos dessa ação. Faremos tudo que técnica e juridicamente for possível para recuperarmos estas terras”, garantiu o governador.

Fonte: ALMT
Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Política Nacional

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana