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Alemanha estreia com vitória sobre a China na Copa do Mundo feminina

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Lance


Alemanha vence a China
Divulgação/Fifa

Alemanha estreou na Copa do Mundo feminina com vitória magra sobre a China

A Alemanha estreou com o pé direito na Copa do Mundo feminina e venceu a China, por 1 a 0, neste sábado. O único gol da partida saiu no segundo tempo. Gwinn acertou um belo chute de fora da área e venceu a defesa chinesa. Na primeira etapa, a China teve as melhores chances, mas não teve a eficiência devida para concretizar as oportunidades em gol.

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VOLUME DE JOGO

A Alemanha começou a partida com mais volume de jogo e preenchendo bem os espaços. Com isso, atacava com mais ímpeto e tinha o controle do jogo. A posse de bola das alemãs chegou a 61% na primeira etapa, além de oito chutes para o gol. A atacante Popp foi uma das melhores em campo.

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GRANDES CHANCES

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Apesar do domínio, a Alemanha tinha dificuldade de concluir as jogadas. A melhor oportunidade foi uma bola na trave, após lançamento na área. A China , por sua vez, usava bem o contra-ataque e teve as melhores chances de gol. Yang era a jogadora mais perigosa da seleção chinesa e, já no fim do primeiro tempo, acertou a trave.

GOLAÇO

No segundo tempo, porém, a Alemanha fez valer o favoritismo e abriu o placar com Gwinn. A jogadora (de apenas 19 anos) pegou a sobra na entrada da área e, mesmo com uma muralha de atletas chinesas na frente, chutou com força e venceu a goleira Shimeng.

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VITÓRIA GARANTIDA

Com o gol, a Alemanha teve mais tranquilidade para controlar o jogo. As chinesas continuavam sem muita criatividade e não ameaçaram como no primeiro tempo. Na próxima rodada, as chinesas enfrentam a África do Sul, na quinta-feira, às 16h, enquanto a Alemanha enfrenta a Espanha, na quarta-feira, às 13h.

Fonte: IG Esportes
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Vasco aposta em personalidade e intensidade para superar Flamengo

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O Vasco ainda não venceu o Flamengo em 2019. Foram cinco jogos, com dois empates e três vitórias rubro-negras. Mas o zagueiro colombiano Oswaldo Henriquez afirmou em entrevista coletiva realizada nesta terça (12) que chegou a hora de o time de São Januário virar esta história e vencer um campeonato à parte, o Clássico dos Milhões: “É um bonito desafio e o Vasco, por ser o maior rival, tem a expectativa de surpreender nesta partida. Seria uma vitória muito especial e, dentro de nosso planejamento, é um jogo que poderia representar um título. E vamos encarar assim”.

Na entrevista o zagueiro Henriquez também falou sobre Vanderlei Luxemburgo (técnico que acaba de completar seis meses à frente do comando da equipe carioca): “É um dos maiores nomes do Brasil e tem toda a inteligência para reestruturar o futebol do Vasco. É uma questão para a diretoria, mas acho que o trabalho dele tem sido muito bom”. 

Para a partida desta quarta o Vasco tem problemas na zaga. Leandro Castán está suspenso e o substituto Ricardo Graça corre contra o tempo para se recuperar de uma pancada na coxa esquerda, recebida na vitória de 3 a 0 sobre o CSA no último domingo em Maceió.

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“O conjunto é o mesmo. Sempre tem mudança na zaga, no meio e no ataque, mas sempre tentamos melhorar o sistema defensivo como um todo. Independente de quem esteja na posição, sempre temos coisas para corrigir”, afirma o defensor.

Quem volta a estar à disposição de Luxemburgo é Marrony. O atacante cumpriu suspensão automática e pode começar o clássico entre os titulares ao lado de Rossi e Ribamar, ou de apenas um deles caso Luxemburgo opte pelo 4-4-2. Porém, mais do que tática, Henriquez prega personalidade e futebol para superar o arquirrival: “Requer intensidade, mas também personalidade, vamos colocar a bola no chão e jogar de igual pra igual”.

Você acompanha Flamengo e Vasco na Rádio Nacional (1130 AM), na próxima quarta (13) a partir da 21h, direto do estádio do Maracanã.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Coluna – A desordem das organizadas

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São muitas as versões para a origem das “torcidas organizadas” no Brasil. A primeira delas teria sido feminina, com as mulheres dos jogadores do Atlético Mineiro indo para os estádios com bandeirinhas para apoiarem os maridos. Isso em 1929. Dez anos depois, grupos de torcedores do São Paulo se reuniam para irem juntos aos estádios, prática que se estendeu a grupos do Internacional e do Fluminense.

Em 1942 surge a Charanga Rubro-Negra fundada por Jayme de Carvalho. Unia os torcedores e ainda organizava a festa, com os instrumentos musicais. O termo “organizada” aparece pela primeira vez em 1944, quando é fundada a Torcida Organizada do Vasco (TOV).

Os tempos são outros, assim como as “organizadas”. Muitas delas, inclusive, são até proibidas de irem aos estádios por conta da violência. E apesar de parecer que elas são maioria nos jogos, as pesquisas apontam que, muito pelo contrário, esses grupos formam uma parcela bem reduzida dentro do que chamamos de torcida.

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O sociólogo Mauricio Murad é um especialista em estudar torcidas de futebol no Brasil. E os dados são dele. Atualmente, as torcidas organizadas totalizam em seus quadros cerca de 2,5 milhões de torcedores – se considerarmos que só Flamengo e Corinthians, juntos, têm 60 milhões de torcedores, vemos que o número realmente é pequeno. Nessas organizadas, 85% são homens e das cerca de 700 torcidas no país, 130 respondem pela maioria dos episódios de confronto.

E por que fazem tanto barulho então? Porque faltam prevenção e repressão, em especial nos jogos onde há rivalidade estadual. Basta ver os últimos episódios no Brasileirão – três brigas em Botafogo x Flamengo, Cruzeiro x Atlético-MG e Fortaleza x Ceará. Gerados pelo histórico, pelo momento dos clubes no campeonato e, acreditem, por provocações feitas antes dos jogos por dirigentes e profissionais do futebol. A mesma pesquisa diz que essa atitude acirra os ânimos – foi o que disseram 72% dos chefes dessas organizadas.

A única “boa” notícia do ano, se é que podemos falar assim, é que dos 151 episódios de violência grave registrados nas primeiras 32 rodadas do Brasileirão – isso mesmo, cinco por rodada, muitos nem noticiados pela imprensa – tivemos um caso de morte de torcedor – em 2013 foram 30.

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É difícil o combate, mas é possível. Inteligência no acompanhamento das redes sociais, policiamento preventivo em locais reconhecidamente usados para a marcação de confrontos, repressão ao comércio ambulante e à venda de bebidas perto dos estádios, cadastro das torcidas e identificação no acesso aos estádios, de forma a impedir que os já punidos pela justiça possam voltar aos jogos. É caro, mas é mais barato que a repressão e os custos dos danos causados pela violência.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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