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Política Nacional

Ala do PSL defende candidatura de Joice Hasselmann à prefeitura de São Paulo

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Joice Hasselmann com celular
Myke Sena/Fotoarena/Agência O Globo

Joice Hasselmann pode ser candidata do PSL à prefeitura de São Paulo


A líder do governo no Congresso, deputada federal Joice Hasselmann, ganhou força para se candidatar à prefeitura de São Paulo em 2020. Segundo a  Veja ,  a parlamentar participou de uma reunião de emergência com outros deputados do PSL para discutir e receber apoio para representar a sigla na capital mais populosa do País.

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Um dos presentes na reunião é o presidente do PSL e um dos fundadores do partido, Luciano Bivar. O deputado por Pernambuco acompanhava Alexandre Frota (PSL-SP), Júnior Bozzella (PSL-SP) e Felipe Francischini (PSL-PR). Joice Hasselmann teria o apoio do atual governador de São Paulo, João Doria.

A exposição de Joice desde a última eleição lhe deu força na capital paulista. Tendo construído a sua carreira de jornalista no Paraná, saiu candidata a deputada federal por São Paulo e recebeu 1.064.047 votos, ficando atrás apenas de Eduardo Bolsonaro.

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O filho de Bolsonaro, inclusive, é o presidente estadual do PSL em São Paulo. O partido pretende discutir o seu candidato nas eleições de 2020 apenas em junho.

Indagada sobre a possibilidade de ser candidata a prefeita de São Paulo em 2020, Joice Hasselmann disse que no moemnto trabalha pelo bem do Brasil, fazendo o seu trabalho como deputada e líder do governo no Congresso. A parlamentar é peça-chave de Bolsonaro na busca pela aprovação da reforma da Previdência.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Há 20 anos na política, Bolsonaro passou por oito partidos antes de deixar o PSL

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Presidente Jair Bolsonaro arrow-options
Divulgação

Bolsonaro começou sua carreira política em 1989

RIO — O presidente Jair Boslsonaro passou por oito partidos desde que inciou sua carreira política há 20 anos. Com a saída do PSL , pelo qual foi eleito presidente, e a criação de uma nova legeda, sobe para nove o número de siglas da qual fez parte.

Bolsonaro começou como vereador no Rio de Janeiro, em 1989, pelo Partido Democrata Cristão (PDC), onde ficou por apenas dois anos, já que foi eleito deputado federal para a legislatura 1991-1995. Antes do término do mandato, porém, foi um dos fundadores do Partido Progressista Reformador (PPR), em 1993. A nova sigla surgiu a partir de uma fusão entre PDC e o Partido Democrático Social (PDS).

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No PPR, Bolsonaro ficou até agosto de 1995, quando estava no começo de seu segundo mandato como deputado federal. Ele deixou o partido devido a uma nova fusão: a do PPR com o Partido Progressista (PP). Os dois geraram o Partido Progressista Brasileiro (PPB), pelo qual o ex-militar se filiou. No PPB, ficou este mandato e o seguinte — seu terceiro. Começou o quarto mandato em 2003, quando trocou de sigla novamente. Desta vez, para o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Justiça de Minas suspende indiciamento de candidatas laranjas do PSL

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Ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio falando ao microfone arrow-options
Agência Brasil

Marcelo Álvaro Antônio teria capitaneado laranjal do PSL me Minas Gerais

A Justiça eleitoral de Minas Gerais suspendeu nesta terça-feira (12) o indiciamento de quatro mulheres por suspeitas de elas serem candidatas laranjas do PSL. O caso, que teria sido coordenado pelo atual ministro do Turismo , Marcelo Álvaro Antônio , é investigado por supostamente ter usado candidaduras de fachada para fraudar uma lei eleitoral que determina uma quantidade mínima de mulheres concorrendo e um orçamento mínimo para a campanha delas.

A decisão partiu da 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte e todas elas foram indiciados junto com Antônio em outubro. No mesmo dia, as mulheres também foram denunciadas no esquema pelo Ministério Público mineiro.

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Com a decisão, o indiciamento das quatro suspeitas fica suspenso. A denúncia, no entanto, permanece em vigor e aguarda análise da Justiça e, caso a acusação seja recebida, as quatro terão que responder junto com o ministro do Turismo.

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A defesa das quatro mulheres diz que a Polícia Federal “ultrapassou limites do razoável” durante os depoimentos e que elas teriam sido “constrangidas”, sendo também “coagidas” por policiais a admitirem crimes. Segundo a defesa, por causa desse episódio, a PF indiciou as mulheres.

Fonte: IG Política
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