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Política Nacional

Advogada dos filhos de Flordelis deixa o caso após confissão

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Flordelis
Reprodução/Cléber Mendes/Agência O Dia

Velório do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal e cantora gospel Flordelis (PSD-RJ)

A advogada Luciene Diniz Suzuki, que defendia Flávio e Lucas dos Santos, principais suspeitos da morte do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada Flordelis, deixou o caso. Segundo ela, após a confissão de Flávio, que falou ter dado seis tiros no pai adotivo, não havia mais motivo de ficar na defesa. Dois filhos do casal chegaram por volta das 8h na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).

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Entretanto, Suzuki segue acompanhando os depoimentos de membros da família investigados, a pedido deles, já que ela acompanha juridicamente Flordelis há mais de 10 anos. As 8h10 a delegada Bárbara Lomba, titular da DHNSGI, chegou à sede da especializada, mas não quis falar com os jornalistas.

O promotor Sérgio Lopes Pereira, do Ministério Público do Rio (MPRJ), disse que Flordelis e sua família não estão colaborando com as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo . A deputada federal é esperada na manhã desta segunda-feira para prestar depoimento sobre o caso.

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“Se mata um ente querido, você quer saber quem matou esse ente e a forma de saber é colaborando com as investigações. Nós não estamos vendo isso por parte da família, infelizmente”, disse o promotor, em entrevista ao Fantástico . Ele também reforçou, conforme já dito pela delegada Bárbara Lomba, que todos que estavam na casa são suspeitos.

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Na reportagem, o advogado Fabiano Leitão Migueis, que representa Flordelis , rebateu a afirmação do promotor. “Ela quer colaborar. Ela está ansiosa que esse resultado venha logo, que isso seja esclarecido. E ela foi clara para mim: doa a quem doer, mesmo que o responsável ou os responsáveis seja um ente querido dela”, falou.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro aciona AGU para processar líder do PSL na Câmara

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Renato Costa / FramePhoto / Agência O Globo

presidente Jair Bolsonaro (PSL) acionou a Advocacia-Geral da União.

O presidente  Jair Bolsonaro  (PSL) acionou a Advocacia-Geral da União ( AGU ) nesta sexta-feira (18) para processar criminalmente o líder do próprio partido na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (PSL-GO).

A iniciativa foi motivada pelas revelação de declarações do parlamentar de que ele iria “implodir” Bolsonaro, o que teria sido visto como uma ameaça pelo Planalto. Também pesou na decisão a fala de Waldir chamando o presidente de “vagabundo”.

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A informação de que Bolsonaro recorreu à AGU foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Agora, a AGU estudará quais medidas podem ser tomadas em um eventual processo contra Waldir, que entrou em rota de colisão com Bolsonaro ao tentar se manter na liderança do PSL, cobiçada pelo presidente para colocar o próprio filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP). A articulação, no entanto, não surtiu efeito. Waldir continua líder do partido na Câmara.

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O PSL, partido do presidente, protagoniza uma guerra interna por disputa de poder, tendo como pano de fundo o controle dos recursos públicos que a sigla recebe. Áudios vazados mostraram Bolsonaro articulando com deputados para derrubar Waldir da liderança. Depois, gravações de Waldir vieram a público, no qual ele diz que vai “implodir” o presidente e o chama de “vagabundo”.

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Em entrevista ao GLOBO nesta sexta-feira,  Delegado Waldir acusou Bolsonaro de ‘comprar’ com cargos votos na disputa interna do partido para eleger Eduardo Bolsonaro como líder do governo no Congresso. Ele disse também que a legenda vai pedir a cassação do mandato de seis deputados federais do partido que estão no grupo dos bolsonaristas.

Segundo Delegado Waldir, existem grupos de milícias virtuais “contratados que foram levados para dentro do Palácio do Planalto” e que, no momento, ele é a “pessoa mais odiada por esses grupos de direita”. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Defesa de Lula pede à Justiça que negue progressão para semiaberto

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Divulgação/Ricardo Stuckert

Ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva não quer progressão para o semiaberto.

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silv a vai pedir nesta sexta-feira (18) que a Justiça Federal negue a progressão para o regime semiaberto requirida pelo Ministério Público Federal (MPF).

“O ex-presidente reafirmou que não aceita o pedido do Ministério Público de progressão de pena porque ele vai buscar a sua liberdade plena, a sua inocência e o reconhecimento que não praticou qualquer crime. Esse é o posicionamento do presidente que nós vamos levar hoje à Justiça por meio de uma manifestação”, afirmou o advogado Cristiano Zanin Martins, após visitar Lula, na tarde desta sexta-feira.

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No dia 27 de setembro, o MPF apresentou uma petição no processo de execução penal do ex-presidente em que dizia: “Uma vez certificado o bom comportamento carcerário (…) requer o Ministério Público Federal que seja deferida a Luiz Inácio Lula da Silva a progressão ao regime semiaberto”. Preso desde abril do ano passado, o petista já cumpriu um sexto da pena de 8 e 10 meses a que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso d tríplex do Guarujá.

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A juíza Carolina Lebbos notificou a defesa para que se manifestasse sobre o pedido do Ministério Público, o que deve ser feito nesta sexta-feira. Logo após o posicionamento do MPF, Lula escreveu uma carta em que dizia não aceitar “barganhas” para deixar a cadeia.

A defesa de Lula também argumenta que uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no mês passado impede que Lula deixe a cela que ocupa na Superintendência da Polícia Federal do Paraná até que o habeas corpus em advogados apontam suspeição do ex-juiz Sergio Moro no processo seja julgado.

“Não há possibilidade de haver uma deliberação pela justiça de primeira instância uma vez que obtivemos essa liminar”, disse Zanin.

Especialistas divergem sobre o direito de Lula recusar a progressão para o semiaberto, mas seu advogado tem outro entendimento: “Entendemos que é um direito e como direito pode ser acusado”.

Fonte: IG Política
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