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Adolescente de 14 anos é flagrado vendendo entorpecentes no bairro Pedregal

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Assessoria | PJC-MT

Um adolescente, de 14 anos, envolvido com o comércio de entorpecentes no bairro Pedregal foi apreendido pela Polícia Judiciária Civil, nesta terça-feira (22.10), após ter sua atividade flagrada por policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

As diligências que resultaram na apreensão do menor iniciaram após a equipe da DRE receber informações de que um rapaz novo com luzes no cabelo, realizava a mercancia de drogas em um ponto específico no bairro Pedregal.

Em diligências no local, os policiais identificaram o adolescente e após alguns minutos de vigilância flagraram o momento em que um veículo se aproximou para comprar drogas com o suspeito. Neste momento, o menor se direcionou até o muro de uma residência, onde pegou um objeto que foi entregue a pessoa que estava no veículo.

Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem do veículo, em que o motorista confirmou ser usuário de drogas e ter comprado uma porção de cocaína do jovem com “luzes no cabelo”.

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Com a confirmação, os investigadores retornaram ao ponto de traficância, onde realizaram a abordagem do menor. No muro em que o suspeito havia buscado algo, os policiais encontraram 11 porções de pasta base de cocaína, já embaladas para venda. Com ele, foi encontrado R$ 80 em dinheiro, proveniente da atividade ilícita.

Após ser surpreendido, o adolescente foi encaminhado a DRE onde foi ouvido em declarações e autuado no ato infracional de tráfico de drogas.

Fonte: PJC MT
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Cinco pessoas da mesma família são presas em investigações sobre tráfico de drogas

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Assessoria/PJC-MT

Cinco pessoas da mesma família foram presas pela Polícia Judiciária Civil na manhã desta quarta-feira (13.11), durante ações deflagradas na zona rural dos municípios de Diamantino (208 km de Cuiabá), Nortelândia (253 km de Cuiabá) e Arenápolis (258 km de Cuiabá), todas na região médio-norte do estado.

O trabalho para cumprimento de mandados de busca e apreensão decretados pela Comarca de Diamantino resultou na apreensão de armas de fogo, carregadores de pistolas, muitas munições, veículo, drogas, motocicleta, mais de R$ 4 mil em dinheiro, defensivos agrícolas, além de diversos outros produtos sem comprovação fiscal.

Reginaldo Silva dos Santos, 36, conhecido como “Regis”, José Francisco Simões de Souza, 51, conhecido como “Mussarela” ou “Tiozinho”, João Silva Santos, conhecido como “Bahia” e Aldiaine da Silva Moraes dos Santos, 35 (esposa de Reginaldo) foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e munição de uso restrito ou proibido, receptação e corrupção de menores.

A quinta pessoa envolvida, adolescente R.S.M.S. de 17 anos, filha do casal Reginaldo e Aldiaine, responderá por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Os envolvidos foram identificados em diligências iniciadas há mais de 3 meses pelo delegado Israel Pirangi (in memoriam), para apurar crime de tráfico de drogas, receptação, roubos e furtos de defensivos agrícolas, entre outros ocorridos na região.

Os indícios colhidos pelos policiais civis apontam o suspeito Reginaldo como o líder da associação criminosa, bem como, considerado “Barão do Tráfico”.

Segundo apurado, a família investigada ostentava patrimônio incompatível com a renda declarada. Na propriedade dos suspeitos, no Assentamento Barreirão, alvo da ordem judicial de busca e apreensão, foram apreendidas uma camionete Hilux, trailler rebocador de cavalos, cavalos de raça de alto valor, uma moto Suzuki modelo GSR 1000 CC, vários maquinários, entre outros materiais.

 

Também foram localizadas três armas de fogo (sendo duas calibre 380 e uma 9 milímetros), sete carregadores de pistola, 300 munições de diferentes calibres, duas balanças de precisão, cerca de três quilos de entorpecentes (maconha e pasta base de cocaína), a quantia de R$ 4,4 mil, além de quatro motosserras, sete furadeiras, três parafusadeiras, uma bicicleta profissional avaliada em torno de R$ 40 mil, duas caixas de inseticida, seis galões de agrotóxicos, joias, sendo todos produtos de roubos/furtados.

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Diante dos fatos, os cinco envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia, onde foram interrogados e autuados em flagrante e ato infracional, respectivamente. Após a confecção dos autos, os conduzidos foram colocados à disposição da Justiça. 

Participaram da operação, equipes de policiais civis de Diamantino, Nortelândia, Arenápolis, com apoio de outras delegacias pertencentes à Regional de Nova Mutum, coordenadas pelo delegado Marcello Henrique Maidame. 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil localiza propriedade rural onde onças-pintadas teriam sido mortas

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Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil localizou nesta quarta-feira (13.11) a propriedade rural, no município de Cocalinho (923 km a Leste de Cuiabá), em que foi realizada a matança de três onças-pintadas, cujas imagens dos animais mortos foram divulgadas em diferentes redes sociais na internet.

A propriedade rural é de difícil acesso e fica a aproximadamente 150 quilômetros da região central de Cocalinho. No local, a equipe da Polícia Civil encontrou a caminhonete que aparece no vídeo, confirmando se tratar da propriedade onde ocorreu o crime ambiental.

Os policiais foram recebidos por um caseiro que chegou a fazenda há cerca de quatro dias, a pedido do proprietário que alegou que o imóvel estava vazio. Questionado, o funcionário disse que ficou sabendo do vídeo em que as onças aparecem mortas somente depois que chegou à propriedade.

O delegado Valmon Pereira da Silva explica que o crime ambiental ocorreu há aproximadamente cinco ou seis dias, antes do novo caseiro ser chamado para trabalhar na propriedade. “Os três suspeitos envolvidos na morte e na divulgação das imagens dos animais fugiram, porém, o dono da fazenda já foi identificado e será ouvido”, disse o delegado.

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A Polícia Civil continua as diligências em buscas dos suspeitos da morte dos animais, que responderão por crime ambiental contra a fauna, previsto no artigo 29 da lei 9605/98.

Após confecção de relatório, a documentação será encaminhada para os órgãos ambientais, com objetivo de apurar o crime ambiental por parte dos suspeitos e também do proprietário, assim como a adoção de medidas administrativas cabíveis.

Fonte: PJC MT
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